Após serem expostos ao vazamento da usina nuclear de Fukushima, o casal de japoneses Sabu (Tsubasa Nakae) e Miki (Natsuko Hori), sua esposa grávida, vão morar em Tóquio e recebem funcionários do governo frequentemente devido à gestação. Incentivados a fazerem um aborto e abafar o caso, os dois não sabem o que fazer, porém, cada vez mais pressionados, o casal fica paranóico com a hipótese do feto não estar bem.
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0,5
Horrível
Stop
Desastre
por Francisco Russo
Kim Ki-duk é um cineasta peculiar, cujo cinema costuma girar em torno de paranoias, neuroses e todo tipo de transtorno psicológico. Também por isso, seus filmes não costumam ser fáceis: é comum, e às vezes necessário, que o espectador sinta-se incomodado com o que vê na tela. Seu novo trabalho vai neste sentido, só que com uma novidade: o diretor agora tem uma ideologia a vender. O que não chega a ser algo ruim, desde que seja apresentado de forma convincente e coerente. Não é o que acontece.
Stop na verdade é um grande alerta sobre o perigo das usinas nucleares, tendo por base o acidente ocorrido em Fukushima, no Japão, em 2011. É a partir dele que um casal, que mora próximo à usina, passa a lidar com a dúvida existencial em torno do bebê em gestação que ela carrega: terá sido ele afetado pela radiação? Haverá alguma deformidade ao nascer? Perguntas difíceis que amplificam cada vez mais
Ler a crítica
Nacionalidades
Coréia do Sul,
Japão
Distribuidor
-
Ano de produção
2015
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
-
Orçamento
-
Idiomas
Japonês
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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