Dunkirk
Média
4,1
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136 Críticas do usuário

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Anderson  G.
Anderson G.

1.369 seguidores 397 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 31 de julho de 2017
Agoniante, claustrofóbico, opressor, arrebatador e sonoro, esses são os verbos que podemos utilizar para compor com tags o novo filme de Nolan, que dessa vez se destaca pela técnica e não pelo roteiro , “dunkirk” é um filme que convida o telespectador a sentar na poltrona e o sodomiza no melhor sentido da palavra, pois você sofre, se afoga e combate junto com os personagens, “dunkirk” é um filme de sobrevivência, mal temos luta corpo a corpo ou troca de tiros, ou mesmo diálogos, o que nos temos aqui é o mais puro instinto de sobrevivência alienado a uma ambientação e uma mixagem e edição de som maravilhosos. Temos um roteiro que é caracterizado por três núcleos que se unem em torno de um objetivo, resgatar e auxiliar os soldados franceses e ingleses presos na praia de Dunkirk, o roteiro contem poucos diálogos e pouca construção de personagem, e deixa o telespectador mais distraído completamente perdido, mas quem prestar atenção, ira se maravilhar pela narrativa quase orquestral que Nolan constrói. O roteiro conta a historia de resgate dos soldados britânicos e franceses seguindo por três pontos, pelo mar, a onde conta a historia de um civil que disponibiliza seu barco para ajudar no resgate, de forma área, a onde conta a historia de três pilotos responsáveis para dar proteção aérea aos soldados presos na praia, e por terra, a onde mostra a angustia dos jovens soldados lutando para sobreviver. “Dunkirk” não ameniza, e faz o telespectador sentir o horror da guerra em sua mais forte plenitude, não temos lição de moral ou uma mensagem a transmitir, temos apenas o horror e desespero. Raríssimas vezes um filme se destaca por sua mixagem e edição de som, mas Dunkirk é um filme que grita “ME ASSISTA NUM CINEMA, E DE PREFERENCIA, NO IMAX” pois sua qualidade sonora é algo inexplicável, extremamente apavorante, de dar pulos na cadeira e roer as unhas, de se abaixar junto com os soldados e segurar a respiração para não se afogar, alinhado a isso temos uma trilha estonteante, temos uma trilha que chama a atenção e esta sempre presente, e uma mais fugaz que dita o ritmo do filme, temos um “TIC, TIC, TIC, TIC” o tempo inteiro, esse som, é nossos batimentos cardíacos, que se aperta e se afrouxa conforme a tensão da cena, isso é maravilhoso e de uma grande inteligência, pois acabamos se alienando a esse som e ele dita não apenas o filme como a nossa angustia, foi uma jogada de mestre a introdução desse simples elemento que pode passar desapercebido por muitos, também temos que citar a ótima montagem do filme, que aliena os três núcleos com perfeição, a fotografia azulada que nos mostra um clima extremamente tropical e lindo, contraponto o terror mostrado em cena, e por ultimo, mas não menos importante, a direção de arte, que cumpre o seu papel com maestria, mostrando todos os detalhes, roupas, acessórios, barcos, aviões, é lindo de se ver. Nolan tem um orçamento gigante para os seus filmes, e poderia trazer praticamente os atores que quisesse, pois fora o dinheiro, ainda tem nome, mas não, não temos nemhum ator no filme para se colocar no cartaz gigante, nosso maior nome aqui é Mark Rylance, ganhador de um oscar de melhor ator coadjuvante, e claro, Fionn Whitehead, mais conhecido por sua banda do que como ator, mesmo assim, todos os atores estão bem no filme e cumprem seus pais, e isso passa ainda mais uma ideia de como a guerra foi feita por anônimos em meio a multidão. Nolan é um dos nomes mais discutido dos últimos anos na indústria, uns o amam, outros o odeiam, eu particularmente acho que ele é supervalorizado demais, mas gosto de todos os filmes dele, em especialmente “Dunkirk”, ele sabe ser comercial e ao mesmo tempo complexo, faz filmes de qualidade que chegam e são reconhecidos pelo grande publico, então se as únicas opções são amar ou odiá-lo, eu fico com amar, mas com ressalvas. “Dunkirk” é um filme interessante que com certeza vai levar óscar de edição e mixagem de som e talvez mais alguns oscars técnicos, mas não vai passar disso, mesmo assim, é um ótimo filme que vale a pena ser gastado o ingresso.
Kamila A.
Kamila A.

7.940 seguidores 816 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 11 de agosto de 2017
Dunkirk, filme dirigido e escrito por Christopher Nolan, se passa durante a II Guerra Mundial, quando após a invasão da França pelas tropas nazistas, em 10 de maio de 1940, os alemães conseguiram avançar no território francês rapidamente, ao ponto de deixarem sitiados mais de 300 mil soldados das forças francesas, inglesas, belgas e holandesas. Em decorrência disso, uma missão que ficou conhecida como Operação Dínamo foi deflagrada e, tendo como líder o Vice-Almirante Bertram Ramsey, o resultado foi o resgate de quase 340 mil soldados das tropas aliadas, sob intenso bombardeio das tropas alemãs.

O roteiro escrito por Christopher Nolan se divide entre o que acontece na cidade francesa de Dunquerque (a Dunkirk que dá nome ao filme), por meio do retrato da situação em que os soldados estavam, bem como por meio das especulações do alto comando sobre as verdadeiras intenções do então Primeiro-Ministro Winston Churchill (e que residia na resposta à pergunta de ouro: quantos homens seriam evacuados?) e aquilo que estava acontecendo em solo inglês, quando a Marinha britânica ordena que barcos civis e mercantes saiam em busca do resgate desses verdadeiros heróis de guerra.

É interessante notar a maneira como Nolan estrutura seu filme. A ameaça das tropas nazistas é quase velada, na medida em que os soldados em Dunquerque não tocam no nome dos inimigos e nem mesmo nós, da plateia, conseguimos vê-los. Eles estão sempre à espreita, bombardeando, atacando e esperando um momento de distração desses soldados. Ainda assim, Nolan também acerta por enfocar o seu olhar sob os soldados que estavam naquele campo de batalha. Mesmo sem conhecermos as suas histórias pregressas, iremos torcer para que eles saiam dali sãos e salvos.

É difícil tentar definir uma obra como Dunkirk. O filme é um longa de ação, que se passa num panorama histórico e que tem uma carga dramática fortíssima. Chega a ser interessante demais ver um filme que se passa na II Guerra Mundial, em que, pela primeira vez, a coragem e o heroísmo não estão do lado dos norte-americanos, e sim dos ingleses. A convergência entre os trabalhos do diretor, do elenco e da equipe técnica está muito presente – em destaque na montagem de Lee Smith, na maravilhosa trilha sonora de Hans Zimmer (e que tem um papel fundamental na trama de Dunkirk) e no trabalho da equipe de som. Para voltar um pouco à reflexão do início desse parágrafo, é como se essa convergência nos mostrasse que Dunkirk nada mais é do que um grande suspense psicológico sobre a dinâmica da guerra e sobre os efeitos que ela possui naqueles que estão envolvidos diretamente – e indiretamente, uma vez que, mesmo não estando no campo de batalha, não estamos imunes ao conflito – nela.
Ric Brandes
Ric Brandes

123 seguidores 102 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 31 de julho de 2017
O gênero de guerra é um dos mais presentes e marcantes na história da Sétima Arte, desde seus primórdios. E o diretor britânico Christopher Nolan (A Origem, Interestrelar e Batman,o cavaleiro das trevas) resolveu aventurar-se nestas águas turbulentas e tão navegadas, em busca de uma nova visão sobre o tema.

Em Dunkirk, o diretor consegue explorar os recursos cinematográficos com maestria, deixando de lado as questões tecnológica e do 3D em cena. E com genialidade, consegue inserir o espectador em uma experiência de imersão dentro da segunda Guerra Mundial, mais precisamente na história real da grande batalha de Dunkirk, onde mais de 300 mil soldados aliados foram evacuados de forma heroica, pelo mar, em meio ao cerco inimigo.

É fato que Dunkirk tem qualidade acima da média, e consegue se sobrepor com maestria aos demais filmes do gênero, trazendo uma história eletrizante e envolvente. Já nos primeiros minutos, uma sequencia de ação provoca o espectador e convida a acompanhar a ação, junto a um grupo de soldados. Tiros. Bombas. Correria. A guerra e seu lado mais perverso da sobrevivência humana.

O drama e a tensão do conflito podem ser sentidos por terra, ar e mar, mesclando terrenos e cenários em uma só história com vária subtramas. O filme pode parecer confuso, em alguns momentos, mas certamente tem aprovação unânime do público e crítica.

Como curiosidade, entre o talentoso elenco, estão Tom Hardy (Mad Max) no papel de um heroico piloto de guerra, e Harry Styles (cantor do OneDirection) em um excelente papel.Um elenco de qualidade, que traz ainda mais realismo e emoção ao filme.

Por fim, Dunkirkacerta com louvor ao trazer esta experiência eletrizante para os espectadores, com uma nova visão sobre a guerra. Peca em sua parte final, ao alterar e reescrever, em nome do patriotismo do diretor Britânico, a realidade dos fatos históricos que culminaram no resgate dos mais de 300 mil soldados em Dunkirk.

Sim, é quase unânime a opinião de que a cena final de Dunkirk, forçada e desnecessária, poderia ter sido mais realista. Mas nada que tire o brilho desta superprodução, que conquista com louvor o coração do público e crítica.

E na mensagem final, fica claro que, na guerra, não existem heróis ou vencedores. Somente seres humanos lutando entre si, de forma irracional. Os verdadeiros heróis de guerra são aqueles que lutam para que ela não aconteça!

Super recomendo Dunkirk, para quem curte um filme de qualidade, baseado em fatos reais.

Por RicBrandes
Luis R.
Luis R.

24.053 seguidores 759 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 6 de agosto de 2018
Filme tem uma trama que retrata a guerra de maneira diferente e bem elaborada,roteiro tem ritmo agradável e bem desenvolvido.
Alexandre C.
Alexandre C.

5.235 seguidores 525 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 19 de junho de 2019
Um filme com um visual e uma fotografia acima da média, grande trabalho do diretor Nolan, Dunkirk entra pro grupo dos melhores filmes ja feitos da segunda guerra.
Crismika
Crismika

1.192 seguidores 510 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 18 de novembro de 2020
Christopher Nolan se aventura no cenário de guerra para nos revelar uma grande história baseada em fatos reais, cheios de suspense e com uma proposta visual surpreendente. Ele apresenta o filme em 3 momentos distintos permeados por uma trilha sonora de Hans Zimmer, que paralelamente acompanha de forma magistral o ambiente, as cores, a textura e a história contata, o que nos permite até captar os sons da guerra. Resultado um grande filme de um diretor se reinventando. RECOMENDO.
Eduardo Santos
Eduardo Santos

340 seguidores 183 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 11 de agosto de 2017
Christopher Nolan é um dos cineastas mais aclamados do momento, e não é à toa. Ele é
extremamente talentoso ao contar suas histórias, sempre com muito apelo emocional
evitando a pieguice, estudando o comportamento humano de maneira bastante interessante.
Sua filmografia não é unânime. Ele fez filmes excepcionais como O Grande Truque, O Cavaleiro
das Trevas, A Origem, Amnésia... Mas ele também fez filmes ruins como Interestelar, mas
sempre com muito estilo e apuro técnico. Aqui em Dunkirk ele imerge no mundo da guerra e
da luta pela sobrevivência. 400.000 soldados britânicos isolados que simplesmente querem
voltar para casa, e todo o árduo processo para que eles sejam resgatados. Muita dor, traumas,
heroísmo e instinto de sobrevivência. Tudo isso com um incômodo clima claustrofóbico, onde
o espectador se aflige com as cenas fechadas e o tiquetaquear de um relógio, que mais parece
uma bomba prestes a explodir, ou o sentir dos segundos restantes de vida. Visualmente é um
filme belíssimo, muito bem fotografado e tecnicamente perfeito. A narrativa é instigante e
muito bem feita, onde as histórias se interligam de maneira muito bem pensada. Os atores são
excelentes e têm atuações marcantes, com destaque para os veteranos Mark Rylance, Kenneth
Branagh, Tom Hardy e Cillian Murphy, além dos novatos Fionn Whitehead e até mesmo o astro
teen do One Direction, Harry Styles. Embora o filme não seja perfeito, até porque acaba caindo
no lugar comum, com alguns clichês e frases de efeito que soam meio over, é inegável a
reunião de talentos envolvidos, e o acachapante clima tenso apresentado pelo cineasta é, no
mínimo, atordoante. Vi no IMAX e recomendo que vocês façam o mesmo. Bom para refletir
sobre as mazelas da guerra e o impacto de todo o horror que ela pode causar. Pode não ser
nada efetivamente novo, mas nunca demais para ser discutido.
Eduardo D
Eduardo D

27 seguidores 62 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 29 de julho de 2017
Nove meses após o início da Segunda Grande Guerra, 400 mil soldados do lado aliado estão acuados pelo exército alemão na pequena praia de Dunkirk. Enquanto aguardam por um pouco provável resgate, vivem sobre a pressão de um iminente ataque alemão.

Essa é a história do tão esperado filme do aclamado Diretor Christopher Nolan. E pode-se dizer que é sua obra-prima. Lapidada com todos os requintes do gosto do Diretor, a extravagância exigiu: 4 mil coadjuvantes; navios e aviões reais; filmado in local; em IMAX; e sem grandes utilizações digitais e jamais em 3D. É com esse poder de barganha frente a Warner Bros, que o público verá esse trabalho cru, denso e de imersão.

Há dois grandes trunfos neste trabalho: a utilização do som é primordial. Quando um avião nazista aparece para bombardear os soldados na praia ou o mero estampido de um tiro ocorrem, a sensação, junto à imagem, é impactante. É um áudio tão limpo que nos leva à sensação da ameaça real. O segundo é Nolan reconhecer sua mão pesada nas autoexplicações de filmes anteriores, assim como problemas de montagem, e falhas em cenas de continuidade e coreografias. Em Dunkirk não há espaço para isso. Tecnicamente é um primor. Temos aqui uma apresentação com poucos diálogos e as cenas de ação são maravilhosas; realmente feitas com esmero. Os poucos cortes fazem com que se aproveite todo o esplendor da imagem. Essa experiência é digna de um espetáculo de cinema.

Para isso ocorrer, Nolan utiliza uma fotografia de paleta fria com tons azulado e esverdeado e cenas com muita de figura de linguagem (como as duas hastes representando a prisão daqueles homens na praia e enquadra diversas vezes cenas com profundidade e em direção ao mar aberto que é a salvação e barreira ao mesmo tempo).

Por vezes Nolan parece se ver preso a essa concepção técnica. O uso da música contínua, obviamente é uma escolha do diretor. Mas há diversos momentos no filme que sua retirada deixando apenas o som ambiente trariam melhor experiência ao público.

Nolan conquistou merecidamente seu lugar entre os grandes diretores. Comparações e afirmações de que ele é o novo Kubrick não passam de discussões rasas. A verdade é que com competência e apuro, Nolan consegue hoje triunfar frente a um mercado cada vez mais digital, preso a soluções convencionais e que se esquece do sentido de arte em para só entreter e fazer a máquina de dinheiro girar.

Seu objetivo de buscar a imersão do público em um filme retirando todos os maneirismos possíveis, se concretizou. Esta é a melhor obra do Diretor neste sentido.

Sem protagonista
A Guerra é contabilizada por números: de baixas e de sobreviventes. Os heróis são acasos do que um dos lados quer mostrar. Ao escolher não ter heroísmo e não trabalhar personagens com maior profundidade, há de se reconhecer o risco no filme. A história é focada neste evento específico e o drama está na sensação de abandono e iminente morte para quase 400 mil homens presos em uma praia.

A narrativa não corre de forma linear. Uma mesma cena pode ser vista de ângulos e por personagens diferentes. Em terra, acompanhamos Tommy (Fionn Whitehead) tentando todas as formas de sair daquele lugar; no céu, Farrier (Tom Hardy) perseguindo caças inimigos para proteger os navios de evacuação; e no mar, Mr. Dawson (Mark Rylance), um civil que tenta ajudar na retirada de alguns dos homens presos na praia. Cada uma dessas histórias é fragmentada e o ápice é convergir elas dentro do seu próprio tempo.

Hanz Zimmer, parceiro de Nolan nas trilhas, tem seu serviço utilizado de forma fundamental. Sua música é contínua e o crescente dela traz tensão em diversos momentos.

O mérito de Nolan está em tentar fazer algo diferente, utilizando o melhor tipo de imagem e som, levando ao espectador uma experiência única, principalmente, numa sala de cinema IMAX. Independente de gostarem ou não de seu trabalho, ele tem conseguido fazer trabalhos relevantes nesse universo aprofundando a linguagem cinematográfica numa Hollywood cada vez mais pragmática.
Ricardo M.
Ricardo M.

13.444 seguidores 697 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 29 de janeiro de 2018
Mais um vez adotando uma narrativa que se destaca por elementos dramáticos cujo foco é estabelecido pela edição peculiar, Christopher Nolan faz deste DUNKIRK um filme único. A obra, que prima a todo custo fazer uso do bom e majestoso cinema para moldar uma história em que seus personagens não são heróis, mas pessoas dentro de um ambiente que inspira desejo de viver.

Simplista da condução dos personagens e sempre visando a anonimidade destes, que estão ali para serem pontos menores dentro de um contexto social mais relevante, Nolan demonstra mais uma vez capacidades impressionantes ao conduzir suas obras na parte técnica, com evidente destaque para a fotografia belíssima, trilha sonora estonteante e, claro, a montagem com idas e vindas que exigem do expectador não só atenção, mas sentimento.
Daniel Novaes
Daniel Novaes

7.774 seguidores 873 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 11 de fevereiro de 2018
Aqui não tem romance não. Filme seco, cru, angustiante. Uma batalha no começo da guerra, sob o ponto de vista raro do derrotado, encurralado.
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