Dunkirk
Média
4,1
2409 notas

136 Críticas do usuário

5
35 críticas
4
39 críticas
3
31 críticas
2
21 críticas
1
6 críticas
0
4 críticas
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Sérgio Vital
Sérgio Vital

1 seguidor 5 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 22 de junho de 2020
Que Nolan é um bom diretor, ninguém duvida, aqui não é diferente, toda a produção é muito bem feita, a tensão nas cenas junto com a trilha sonora deixa você apreensivo, porém, para quem conhece um pouco dos fatos históricos, sabe que "Dunkirk" foi uma evacuação bastante dramática em meio a ataques dos Alemães, esse filme pedia, exigia por esse drama de evacuação, é justamente nesse ponto que o filme falha, você segue um protagonista sem nome, no meio de vários soldados que estão ali em fila indiana, aguardando o resgate, entre uma ou outra cena de ataque inimigo, fora isso, você tem uma narrativa que intercala passado e presente, que sinceramente não precisava, no geral é um filme que você não se importar com tudo aquilo.
Junior d.
Junior d.

24 seguidores 19 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 8 de setembro de 2017
filme ruim. conheço dezenas de filmes sobre a segunda guerra ruins e muito melhor q esse. efeito sonoro 3, atuação 3, efeitos 3, direção 3. media 3.
Cid V
Cid V

271 seguidores 668 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 10 de fevereiro de 2020
Soldados aliados se veem encurralados em Dunkirk, onde a morte pode vir por terra ou ataque aéreo. Dentre esses se encontra um assustado soldado francês (Bonnard) que consegue furar o bloqueio do exército britânico que, em manobras de evacuação, não permite que seus compatriotas, mesmo aliados, ingressem em seus vasos de guerra. O Sr. Dawson (Rylance), por sua vez, leva um filho e o amigo desse nessa arriscada empreitada de solidariedade civil.

Mais em: https://magiadoreal.blogspot.com/2020/02/filme-do-dia-dunkirk-2017-christopher.html
Luis R.
Luis R.

24.054 seguidores 759 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 6 de agosto de 2018
Filme tem uma trama que retrata a guerra de maneira diferente e bem elaborada,roteiro tem ritmo agradável e bem desenvolvido.
Alexandre C.
Alexandre C.

5.235 seguidores 525 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 19 de junho de 2019
Um filme com um visual e uma fotografia acima da média, grande trabalho do diretor Nolan, Dunkirk entra pro grupo dos melhores filmes ja feitos da segunda guerra.
Vitor Araujo
Vitor Araujo

3.873 seguidores 618 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 4 de fevereiro de 2018
Guerra. Fuga. Soldados. Bombas. Som. Mar. Simples. Documentário. Real. Aviões. Barcos. Milagre. Interessante.
Crismika
Crismika

1.192 seguidores 510 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 18 de novembro de 2020
Christopher Nolan se aventura no cenário de guerra para nos revelar uma grande história baseada em fatos reais, cheios de suspense e com uma proposta visual surpreendente. Ele apresenta o filme em 3 momentos distintos permeados por uma trilha sonora de Hans Zimmer, que paralelamente acompanha de forma magistral o ambiente, as cores, a textura e a história contata, o que nos permite até captar os sons da guerra. Resultado um grande filme de um diretor se reinventando. RECOMENDO.
Eduardo Santos
Eduardo Santos

340 seguidores 183 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 11 de agosto de 2017
Christopher Nolan é um dos cineastas mais aclamados do momento, e não é à toa. Ele é
extremamente talentoso ao contar suas histórias, sempre com muito apelo emocional
evitando a pieguice, estudando o comportamento humano de maneira bastante interessante.
Sua filmografia não é unânime. Ele fez filmes excepcionais como O Grande Truque, O Cavaleiro
das Trevas, A Origem, Amnésia... Mas ele também fez filmes ruins como Interestelar, mas
sempre com muito estilo e apuro técnico. Aqui em Dunkirk ele imerge no mundo da guerra e
da luta pela sobrevivência. 400.000 soldados britânicos isolados que simplesmente querem
voltar para casa, e todo o árduo processo para que eles sejam resgatados. Muita dor, traumas,
heroísmo e instinto de sobrevivência. Tudo isso com um incômodo clima claustrofóbico, onde
o espectador se aflige com as cenas fechadas e o tiquetaquear de um relógio, que mais parece
uma bomba prestes a explodir, ou o sentir dos segundos restantes de vida. Visualmente é um
filme belíssimo, muito bem fotografado e tecnicamente perfeito. A narrativa é instigante e
muito bem feita, onde as histórias se interligam de maneira muito bem pensada. Os atores são
excelentes e têm atuações marcantes, com destaque para os veteranos Mark Rylance, Kenneth
Branagh, Tom Hardy e Cillian Murphy, além dos novatos Fionn Whitehead e até mesmo o astro
teen do One Direction, Harry Styles. Embora o filme não seja perfeito, até porque acaba caindo
no lugar comum, com alguns clichês e frases de efeito que soam meio over, é inegável a
reunião de talentos envolvidos, e o acachapante clima tenso apresentado pelo cineasta é, no
mínimo, atordoante. Vi no IMAX e recomendo que vocês façam o mesmo. Bom para refletir
sobre as mazelas da guerra e o impacto de todo o horror que ela pode causar. Pode não ser
nada efetivamente novo, mas nunca demais para ser discutido.
Marcello L.
Marcello L.

99 seguidores 16 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 30 de agosto de 2017
Um sessão de clichês....
um filme que distrai, mas totalmente previsível, não ke encantou. Bem filmado, mas só isso...
Eduardo D
Eduardo D

27 seguidores 62 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 29 de julho de 2017
Nove meses após o início da Segunda Grande Guerra, 400 mil soldados do lado aliado estão acuados pelo exército alemão na pequena praia de Dunkirk. Enquanto aguardam por um pouco provável resgate, vivem sobre a pressão de um iminente ataque alemão.

Essa é a história do tão esperado filme do aclamado Diretor Christopher Nolan. E pode-se dizer que é sua obra-prima. Lapidada com todos os requintes do gosto do Diretor, a extravagância exigiu: 4 mil coadjuvantes; navios e aviões reais; filmado in local; em IMAX; e sem grandes utilizações digitais e jamais em 3D. É com esse poder de barganha frente a Warner Bros, que o público verá esse trabalho cru, denso e de imersão.

Há dois grandes trunfos neste trabalho: a utilização do som é primordial. Quando um avião nazista aparece para bombardear os soldados na praia ou o mero estampido de um tiro ocorrem, a sensação, junto à imagem, é impactante. É um áudio tão limpo que nos leva à sensação da ameaça real. O segundo é Nolan reconhecer sua mão pesada nas autoexplicações de filmes anteriores, assim como problemas de montagem, e falhas em cenas de continuidade e coreografias. Em Dunkirk não há espaço para isso. Tecnicamente é um primor. Temos aqui uma apresentação com poucos diálogos e as cenas de ação são maravilhosas; realmente feitas com esmero. Os poucos cortes fazem com que se aproveite todo o esplendor da imagem. Essa experiência é digna de um espetáculo de cinema.

Para isso ocorrer, Nolan utiliza uma fotografia de paleta fria com tons azulado e esverdeado e cenas com muita de figura de linguagem (como as duas hastes representando a prisão daqueles homens na praia e enquadra diversas vezes cenas com profundidade e em direção ao mar aberto que é a salvação e barreira ao mesmo tempo).

Por vezes Nolan parece se ver preso a essa concepção técnica. O uso da música contínua, obviamente é uma escolha do diretor. Mas há diversos momentos no filme que sua retirada deixando apenas o som ambiente trariam melhor experiência ao público.

Nolan conquistou merecidamente seu lugar entre os grandes diretores. Comparações e afirmações de que ele é o novo Kubrick não passam de discussões rasas. A verdade é que com competência e apuro, Nolan consegue hoje triunfar frente a um mercado cada vez mais digital, preso a soluções convencionais e que se esquece do sentido de arte em para só entreter e fazer a máquina de dinheiro girar.

Seu objetivo de buscar a imersão do público em um filme retirando todos os maneirismos possíveis, se concretizou. Esta é a melhor obra do Diretor neste sentido.

Sem protagonista
A Guerra é contabilizada por números: de baixas e de sobreviventes. Os heróis são acasos do que um dos lados quer mostrar. Ao escolher não ter heroísmo e não trabalhar personagens com maior profundidade, há de se reconhecer o risco no filme. A história é focada neste evento específico e o drama está na sensação de abandono e iminente morte para quase 400 mil homens presos em uma praia.

A narrativa não corre de forma linear. Uma mesma cena pode ser vista de ângulos e por personagens diferentes. Em terra, acompanhamos Tommy (Fionn Whitehead) tentando todas as formas de sair daquele lugar; no céu, Farrier (Tom Hardy) perseguindo caças inimigos para proteger os navios de evacuação; e no mar, Mr. Dawson (Mark Rylance), um civil que tenta ajudar na retirada de alguns dos homens presos na praia. Cada uma dessas histórias é fragmentada e o ápice é convergir elas dentro do seu próprio tempo.

Hanz Zimmer, parceiro de Nolan nas trilhas, tem seu serviço utilizado de forma fundamental. Sua música é contínua e o crescente dela traz tensão em diversos momentos.

O mérito de Nolan está em tentar fazer algo diferente, utilizando o melhor tipo de imagem e som, levando ao espectador uma experiência única, principalmente, numa sala de cinema IMAX. Independente de gostarem ou não de seu trabalho, ele tem conseguido fazer trabalhos relevantes nesse universo aprofundando a linguagem cinematográfica numa Hollywood cada vez mais pragmática.
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa