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Ana Paula Éric Maximo
2 críticas
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2,0
Enviada em 6 de setembro de 2020
O elenco do filme chamou a atenção, por isso escolhi.... Mas o final de Tessa foi muito ruim pra quem teve todo o trabalho de inteligência que ela teve pra incriminar Julia... e aquela vó no final afff
O tema é clichê, o roteiro é previsível, e algumas cenas chegam até a ser engraçadas(mesmo se tratando de um suspense). Se você só quer sentar na poltrona, relaxar e passar o tempo, poderá assistir tranquilamente, o filme prende a atenção apesar de ser muito obvio como irá terminar tudo.
Foi difícil terminar de assistir. O filme não trás nada de novo, roteiro vago e previsível. Personagens mal aproveitados e com o clássico mulher megera e ciúmenta que não aceita a atual namorada do ex. O ex é um palerma que não enxerga o que há de errado mesmo estando debaixo do nariz dele. O final tbm não há nada de novo.
O filme mais parece uma novela mexicana do que um drama psicológico. Roteiro bem previsível e pra completar, começa com uma cena que já te adianta o desfecho de 70% do história. São tantos erros, que os acertos são abafados.
Comprei "Paixão Obsessiva" por causa da Katherine Heigl mas num todo nem ela salva o filme. É tão clichê que pode ser encarado como um dramalhão mexicano. Eu já havia lido algumas críticas desse filme mas resolvi pagar pra ver (literalmente). É o mais do mesmo: Uma mulher trocada por outra que usa a filha como "seguro" no sentido de manter contato com o ex. De início Tess (Katherine Heigl) parece indiferente quando se trata do relacionamento do ex com Julia (Rosário Dowson), mas depois Tess começa a mostrar a sua obsessão em ferrar com o relacionamento deles ao seu bel prazer. Usa a filha contra a madrasta, passa na casa do ex toda hora como se estivesse vigiando cada passo dele e da mulher com a qual ele se relaciona com a desculpa de querer que a filha se adapte ao "novo". Mas Tess começa a pirar e apronta de tudo para ferrar a rival: Contata o ex dela do qual ela apanhava, rackeia o facebook da rival faz todo tipo de loucura. Inventa que a rival bateu nela. Quer dizer: Num todo o filme peca em muitos aspectos e nem a Katherine Heigl salvou esse filme, tentou fazer um drama que não se pode chamar nem de clichê. O negócio dela é comédia mesmo, espero que tenha aprendido.
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