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"Os Parecidos" pretendeu ser um suspense e foi além. É um suspense desde o início, ambientado de forma muito bem feita no ano de 1968. Essa década foi promissora no desenvolvimento do suspense pela escola de Alfred Hitchcock e parece que o Diretor quis usar aqueles elementos da época em sua obra "Os Parecidos", em que, ficou muito bom.
Você percebe a trilha sonora lembrando os suspense da década em que o filme foi ambientado (1968). Mas "Os Parecidos" também tem mistério, delírio e uma pitada do "fantástico" ou sobrenatural. Enfim, um filme mexicano muito bem produzido, em que, mantém o suspense e o mistério até iniciar o 'sobrenatural' ou o fantástico.
As 'quatro' estrelas (e não cinco) é em razão de que, para mim, o mistério da estória, o Autor da obra, entregou cedo no decorrer do filme, acabando o mistério, porém, isso não diminui a indicação para quem gosta de um suspense clássico a moda de Alfred Hitchcock.
Parabéns para o conjunto da obra!
Você percebe a trilha sonora lembrando os suspense da década em que o filme foi ambientado (1968). Mas "Os Parecidos" também tem mistério, delírio e uma pitada do "fantástico" ou sobrenatural. Enfim, um filme mexicano muito bem produzido, em que, mantém o suspense e o mistério até iniciar o 'sobrenatural' ou o fantástico.
As 'quatro' estrelas (e não cinco) é em razão de que, para mim, o mistério da estória, o Autor da obra, entregou cedo no decorrer do filme, acabando o mistério, porém, isso não diminui a indicação para quem gosta de um suspense clássico a moda de Alfred Hitchcock.
Parabéns para o conjunto da obra!
Recomendo . Filme mexicano de Isaac Ezban, para os amantes de ficção científica e terror sci fi dos anos 1960 mas filmado em 2015. Surreal e dúbio o desfexo se dá em 2 de outubro de 1968, numa noite atipicamente chuvosa Um grupo de desconhecidos espera, numa remota rodoviária, pelo próximo ônibus para a Cidade do México. Estranhos eventos iniciam, envolvendo ataques convulsivos e mutações físicas.
Serve bem para as aulas de sociologia sobre alienação. Um pequeno grupo manipula a maioria. A maioria entende-se esclarecida, mas não passa de marionete nas mãos da minoria. Vale ressaltar a boa atuação do jovem Santiago Torres (Ignacio).
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