O Nome da Rosa
Média
4,3
1072 notas

28 Críticas do usuário

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anônimo
Um visitante
5,0
Enviada em 20 de maio de 2014
Olá!
O ano é 1327, Representantes da Ordem Franciscana e a Delegação Papal reúnem-se em monastério beneditino para uma conferência. Mas a missão deles é subitamente ofuscada por uma série de assassinatos. Utilizando sua brilhante capacidade de dedução, o monge franciscano: William de Baskerville (Sean Connery), auxiliado pelo noviço Adso de Melk (Christian Slater), empenha-se para desvendar o mistério. Antes que William (Connery) possa completar a investigação, porém, o monastério é visitado pelo seu desafeto, o inquisidor: Bernardo Gui (F. Murray Abraham). O poderoso inquisidor está determinado a erradicar a heresia por meio da tortura. Se William (Sean Connery), o caçador, persistir em sua busca, também se tornará caça!
Esse filme é excelente, cheio de mistério, às vezes que eu o vi, não consegui tirar os olhos da tela! E ainda mais Sean Connery é um ator sensacional, eu o adoro, assim como Christian Slater, foi ótimo para esse filme também, enfim todo o elenco trabalhou muitíssimo bem!
Eu aconselho à quando passar novamente O Nome da Rosa, você se ainda não o viu, assista, vai adorar, porquê é muito diferente!
Abraços
Ricardo L.
Ricardo L.

63.286 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de abril de 2018
Clássico e um dos melhores filmes dos anos 80 fácil fácil. Aqui temos o grande Sean Connery muito bem e merecia ter sido indicado, mas ... ainda temos F. Murray e Cristian Slater, os dois ótimos ou seja o elenco todo. Roteiro incrivelmente lindo e desenrolar impecável. ainda temos uma direção de arte maravilhosa, sendo ela uma das belas já produzidas para o cinema, na época não concorreu a nenhum óscar, hoje seria facilmente indicado no minimo a 12 óscar, nos principais concorreria para Filme, diretor, ator e ator coadjuvante, roteiro. O nome da Rosa é uma obra de arte das mais bela que o cinema já proporcionou.
Joe Alvez E
Joe Alvez E

13 seguidores 24 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 1 de abril de 2014
Espetacular é a palavra que me vem a cabeça quando lembro do filme O Nome Da Rosa. um dos melhores roteiros adaptados da história do cinema,Tarefa que sem duvidas não foi fácil devido as sutilezas e virtuosismos do romance do escritor italiano Humberto Eco. Trata se de um filme policial ambientado num mosteiro beneditino na idade média durante a santa inquisição. Sean Connery está impecável em sua atuação e as imagens dark noir registradas pelo diretor francês Jean-Jacques Annaud é de uma beleza impar vale rever sempre esse belíssimo filme.
Thiago Ferreti
Thiago Ferreti

10 seguidores 276 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 4 de fevereiro de 2025
Obra-prima. Um roteiro digno de aplausos e Sean Connery interpretando de forma brilhante um monge. Figurino e trilha sonora impecáveis. O filme passa com maestria a atmosfera da Idade Média e o despotismo da Igreja católica levando inocentes a sofrer.
Condessa de Monte Cristo
Condessa de Monte Cristo

10 seguidores 65 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
...Obra prima!!!! Excelente filme. Sempre que posso eu o assisto.
egeo2000
egeo2000

4 seguidores 3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 7 de novembro de 2014
A inquisição nua e crua mostrada como nunca. O clima de mistério prende você no início ao fim.
sudemuner
sudemuner

1 seguidor 4 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
...Esse filme é muito bom! Para quem curte história também é muito interessante, pois retrata a postura da Igreja Católica na Idade Média. A Inquisição; o índex, que censurava a circulação de livros; as condições de vida da população desfavorecida, contrastando com a ostentação e o poder da Igreja...Fora a suspense por trás dos assassinatos e a atuação de Sean Connery...
Jaldérico Xavier
Jaldérico Xavier

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 7 de maio de 2020
O nome da rosa

Em meio a tantas já destacadas qualidades do trabalho, me atenho a o que mais me chamou a atenção.
Em primeiro lugar, o título. Só o estudo deste caberia um outro trabalho. O autor do livro que deu origem a película, o italiano Umberto Eco, disse ao comentar sobre seu título que, “...Um título deve confundir as ideias, nunca discipliná-las.” E, realmente, instiga à curiosidade. Como o antagonismo esteve sempre tão presente no desenvolvimento das ciências atuais.
Depois, as vezes custa crer, nas bases sobre as quais foram erguidas a cristandade geral dos nosso dias – e não se difere do modo em que as ditas igrejas cristãs tem feito atualmente, diga-se de passagem. O filme retrata uma espécie de pequeno congresso no qual a ordem Franciscana, mediada pela ordem que administrava o mosteiro onde se realizaria este evento, os beneditinos, travaram um debate acalorado sobre o tema humildade ou riqueza, em suma. Isto fica claríssimo na vestimenta com que se apresentam os enviado de Roma.
Muito bem localizadas, estão as cenas em que o diretor destaca que mesmo em um mosteiro onde escribas passavam suas vidas traduzindo obras para os fins da Igreja, havia, o que também não difere de hoje, sexo, opressão, subjugação, consumo de álcool, exploração das comunidades e todas as características que marcam o ser humano como em qualquer outro lugar na terra.
A simbolização que o autor e diretor deixam estampadas em suas obras parece, aos olhos de hoje, quase uma piada – uma obra de Aristóteles supostamente perdida e guardada na grande e secreta biblioteca do mosteiro que tratava sobre a comédia, o riso, a alegria, ditas estas heresias incompatíveis com a fé cristã, ao ponto de destruí-la (leia-se a Igreja). E pensar que forma mais de mil anos impondo o medo e coletando riquezas.
A santa Inquisição enviava seus inquisidores para julga e executar a sentença, morte queimado numa fogueira para quem praticasse qualquer ato herege como, por exemplo, discordar do inquisidor. O demônio era sempre a desculpa.
De resto, vale a simbólica ação do personagem principal William de Baskerville salvando algumas obras do incêndio que consome a biblioteca e seu guardião cego responsável pelos crimes que são pano de fundo da história.
Vanderlei O
Vanderlei O

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 14 de setembro de 2019
Foi um marco para que inicie o gosto por obras instigantes e apuradas, vale a pena assistir, inclusive devo rever novamente , pois sempre forma-se nova interpretação subliminar
ANA EMILIA CARDOSO
ANA EMILIA CARDOSO

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 14 de setembro de 2021
Eu adorei esse filme. Prende a nossa atenção do começo ao fim. Podemos entender o porque da igreja mentir tanto em nome de Deus.
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