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Adriano Côrtes Santos
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1.229 críticas
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4,0
Enviada em 7 de dezembro de 2024
Baseado no aclamado best-seller de Umberto Eco, O Nome da Rosa combina mistério, filosofia e crítica religiosa em um cenário gótico de tirar o fôlego. A trama, ambientada em 1327, segue o monge franciscano William de Baskerville, interpretado com brilhantismo por Sean Connery, enquanto investiga uma série de assassinatos enigmáticos em um mosteiro isolado. O local é habitado por figuras enigmáticas e sombrias, e a presença do inquisidor Bernardo Gui, um rival ideológico de William, adiciona tensão e profundidade à narrativa.
Apesar de ter sido um fracasso nos Estados Unidos, o filme conquistou o público mundial com sua atmosfera densa, personagens complexos e um suspense inteligente. A direção de Jean-Jacques Annaud traduz com maestria a essência do romance, embora simplifique algumas das reflexões filosóficas presentes no texto.
A atuação carismática de Connery lidera a investigação com intensidade e charme, enquanto o visual soturno do convento e sua ambientação medieval contribuem para uma experiência imersiva. Recomendo fortemente a leitura do livro antes de assistir ao filme, pois a obra original oferece uma profundidade filosófica que complementa o suspense da adaptação.
Um thriller medieval intrigante, enriquecido por uma ambientação impecável e uma performance marcante de Connery.
Boa Recomendação eu recebi para assistir a este filme. Eu assisti numa madrugada, naquele sono, e valeu a pena, adorei. Ótimo suspense, filme bem produzido. Um toque de sutileza no enredo, a questão da inquisição foi um tema bem desenvolvido nessa obra, a interpretação do Sean neste filme contribuiu e muito para o sucesso. Recomendo para quem gosta de bons filmes, clássicos e que contenham fatos históricos.
Filme sombrio, cinza, como foi a idade média. Nosso James Bond se transforma no Sherlock Homes da igreja. Não sei como o diretor conseguiu juntar tanta gente feia no mesmo filme, mas o resultado é brilhante. O filme é um suspense muito bom ambientado num cenário super realista que nos causa asco e tristeza. A pobreza dos comuns contrasta com a riqueza da igreja, a ignorância é comum para ambas as partes, o único com bom senso é o nosso herói, o filme prende a atenção e vale a pena ser visto.
Eu adoro ver a criatividade para inventarem novas zoações feitas em cima da igreja católica então nem irei entrar nos méritos filosóficos da obra que advém do escritor Umberto Eco. Sean Connery fez seu trabalho habitualmente muito bem, o retrato dos cenários medievais, sobretudo da biblioteca enriquecem com o quieto monge William. Realmente você embarca no mundo medieval da primeira metade do último milênio. Christian Slater fez uma atuação engraçadíssima através do inconsolado aprendiz franciscano a cada descoberta, o cenário do labirinto tem uma das melhores partes do filme. Nem Bertrand Gui escapa de ser "caricaturalmente" executado, o odiado membro da inquisição. O embate do filme principal é o livro secreto, uma das partes de um romance de Aristóteles traduzido, que deixa os monges malucos incomodados porque em resumo diz: ria até das piores situações, é um remédio para os problemas. A história vai por ai. Mas com certeza o filme enriquece pela presença de grandes atores: Ron Perlman (Hellboy), F. Murray Abraham, Sean Connery, Christian Slater que nos dão um bom suspense.
É um bom filme, baseado na obra de mesmo nome do autor Umberto Eco. O filme traz uma boa história situada no século XIV, com boas atuações de Sean Connery e Christian Slater. Muito bem contado, mas teve alguns problemas e incoerências na narrativa e história, e é um filme que tem que prestar atenção pra poder amarrar as pontas. Bom filme. Pra quem gosta de filme baseado em livro, esse é um bom exemplo. É muito bem feito também a reconstrução e cenários, vestes, típicos do século XIV. Gostei do filme.
O filme retrata um franciscano que começa a investigar e descobrir os mistérios de assassinato em um mosteiro italiano.As vítimas aparecem com os dedos e a língua roxo se torna o padrão dos sinais deixados nas vítimas de assassinato,tudo indica que o mistério girava em torno da biblioteca o nome Rosa tinha um sentido de metafísica essa biblioteca era escondido e o monge mais antigo Jorge de Burgos é o autor dos assassinatos,essa biblioteca escondia os escritos profanos da Igreja,todos os monges que tinham acesso aos livros e tocavam as páginas continham veneno.
Gosto demais desse filme pelo fato de transmitir de forma única o valor da espiritualidade daquela época em meio a falsidades por trás de muros de conventos. Lindíssima mensagem...
Filme envolvente que combina mistério, religião e filosofia na atmosfera sombria de uma abadia medieval. Mortes, suspeitas, tensão e monges copistas. O que estará por traz do grande mistério? Recomendo!
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