É um bom filme, baseado na obra de mesmo nome do autor Umberto Eco. O filme traz uma boa história situada no século XIV, com boas atuações de Sean Connery e Christian Slater. Muito bem contado, mas teve alguns problemas e incoerências na narrativa e história, e é um filme que tem que prestar atenção pra poder amarrar as pontas. Bom filme. Pra quem gosta de filme baseado em livro, esse é um bom exemplo. É muito bem feito também a reconstrução e cenários, vestes, típicos do século XIV. Gostei do filme.
Obra-prima. Um roteiro digno de aplausos e Sean Connery interpretando de forma brilhante um monge. Figurino e trilha sonora impecáveis. O filme passa com maestria a atmosfera da Idade Média e o despotismo da Igreja católica levando inocentes a sofrer.
Filme envolvente que combina mistério, religião e filosofia na atmosfera sombria de uma abadia medieval. Mortes, suspeitas, tensão e monges copistas. O que estará por traz do grande mistério? Recomendo!
Baseado no aclamado best-seller de Umberto Eco, O Nome da Rosa combina mistério, filosofia e crítica religiosa em um cenário gótico de tirar o fôlego. A trama, ambientada em 1327, segue o monge franciscano William de Baskerville, interpretado com brilhantismo por Sean Connery, enquanto investiga uma série de assassinatos enigmáticos em um mosteiro isolado. O local é habitado por figuras enigmáticas e sombrias, e a presença do inquisidor Bernardo Gui, um rival ideológico de William, adiciona tensão e profundidade à narrativa.
Apesar de ter sido um fracasso nos Estados Unidos, o filme conquistou o público mundial com sua atmosfera densa, personagens complexos e um suspense inteligente. A direção de Jean-Jacques Annaud traduz com maestria a essência do romance, embora simplifique algumas das reflexões filosóficas presentes no texto.
A atuação carismática de Connery lidera a investigação com intensidade e charme, enquanto o visual soturno do convento e sua ambientação medieval contribuem para uma experiência imersiva. Recomendo fortemente a leitura do livro antes de assistir ao filme, pois a obra original oferece uma profundidade filosófica que complementa o suspense da adaptação.
Um thriller medieval intrigante, enriquecido por uma ambientação impecável e uma performance marcante de Connery.
Eu adoro ver a criatividade para inventarem novas zoações feitas em cima da igreja católica então nem irei entrar nos méritos filosóficos da obra que advém do escritor Umberto Eco. Sean Connery fez seu trabalho habitualmente muito bem, o retrato dos cenários medievais, sobretudo da biblioteca enriquecem com o quieto monge William. Realmente você embarca no mundo medieval da primeira metade do último milênio. Christian Slater fez uma atuação engraçadíssima através do inconsolado aprendiz franciscano a cada descoberta, o cenário do labirinto tem uma das melhores partes do filme. Nem Bertrand Gui escapa de ser "caricaturalmente" executado, o odiado membro da inquisição. O embate do filme principal é o livro secreto, uma das partes de um romance de Aristóteles traduzido, que deixa os monges malucos incomodados porque em resumo diz: ria até das piores situações, é um remédio para os problemas. A história vai por ai. Mas com certeza o filme enriquece pela presença de grandes atores: Ron Perlman (Hellboy), F. Murray Abraham, Sean Connery, Christian Slater que nos dão um bom suspense.
O filme retrata um franciscano que começa a investigar e descobrir os mistérios de assassinato em um mosteiro italiano.As vítimas aparecem com os dedos e a língua roxo se torna o padrão dos sinais deixados nas vítimas de assassinato,tudo indica que o mistério girava em torno da biblioteca o nome Rosa tinha um sentido de metafísica essa biblioteca era escondido e o monge mais antigo Jorge de Burgos é o autor dos assassinatos,essa biblioteca escondia os escritos profanos da Igreja,todos os monges que tinham acesso aos livros e tocavam as páginas continham veneno.
Em meio a tantas já destacadas qualidades do trabalho, me atenho a o que mais me chamou a atenção. Em primeiro lugar, o título. Só o estudo deste caberia um outro trabalho. O autor do livro que deu origem a película, o italiano Umberto Eco, disse ao comentar sobre seu título que, “...Um título deve confundir as ideias, nunca discipliná-las.” E, realmente, instiga à curiosidade. Como o antagonismo esteve sempre tão presente no desenvolvimento das ciências atuais. Depois, as vezes custa crer, nas bases sobre as quais foram erguidas a cristandade geral dos nosso dias – e não se difere do modo em que as ditas igrejas cristãs tem feito atualmente, diga-se de passagem. O filme retrata uma espécie de pequeno congresso no qual a ordem Franciscana, mediada pela ordem que administrava o mosteiro onde se realizaria este evento, os beneditinos, travaram um debate acalorado sobre o tema humildade ou riqueza, em suma. Isto fica claríssimo na vestimenta com que se apresentam os enviado de Roma. Muito bem localizadas, estão as cenas em que o diretor destaca que mesmo em um mosteiro onde escribas passavam suas vidas traduzindo obras para os fins da Igreja, havia, o que também não difere de hoje, sexo, opressão, subjugação, consumo de álcool, exploração das comunidades e todas as características que marcam o ser humano como em qualquer outro lugar na terra. A simbolização que o autor e diretor deixam estampadas em suas obras parece, aos olhos de hoje, quase uma piada – uma obra de Aristóteles supostamente perdida e guardada na grande e secreta biblioteca do mosteiro que tratava sobre a comédia, o riso, a alegria, ditas estas heresias incompatíveis com a fé cristã, ao ponto de destruí-la (leia-se a Igreja). E pensar que forma mais de mil anos impondo o medo e coletando riquezas. A santa Inquisição enviava seus inquisidores para julga e executar a sentença, morte queimado numa fogueira para quem praticasse qualquer ato herege como, por exemplo, discordar do inquisidor. O demônio era sempre a desculpa. De resto, vale a simbólica ação do personagem principal William de Baskerville salvando algumas obras do incêndio que consome a biblioteca e seu guardião cego responsável pelos crimes que são pano de fundo da história.
Foi um marco para que inicie o gosto por obras instigantes e apuradas, vale a pena assistir, inclusive devo rever novamente , pois sempre forma-se nova interpretação subliminar
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