O Nome da Rosa
Média
4,3
1075 notas

28 Críticas do usuário

5
13 críticas
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DANIEL BARRAL
DANIEL BARRAL

27 seguidores 235 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de abril de 2025
É um bom filme, baseado na obra de mesmo nome do autor Umberto Eco. O filme traz uma boa história situada no século XIV, com boas atuações de Sean Connery e Christian Slater. Muito bem contado, mas teve alguns problemas e incoerências na narrativa e história, e é um filme que tem que prestar atenção pra poder amarrar as pontas. Bom filme. Pra quem gosta de filme baseado em livro, esse é um bom exemplo. É muito bem feito também a reconstrução e cenários, vestes, típicos do século XIV. Gostei do filme.
Mísia M.
Mísia M.

37 seguidores 79 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 15 de outubro de 2015
Bom filme, vi faz tempo na escola, não lembro de muita coisa.
Thiago Ferreti
Thiago Ferreti

10 seguidores 276 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 4 de fevereiro de 2025
Obra-prima. Um roteiro digno de aplausos e Sean Connery interpretando de forma brilhante um monge. Figurino e trilha sonora impecáveis. O filme passa com maestria a atmosfera da Idade Média e o despotismo da Igreja católica levando inocentes a sofrer.
Condessa de Monte Cristo
Condessa de Monte Cristo

10 seguidores 65 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
...Obra prima!!!! Excelente filme. Sempre que posso eu o assisto.
Murilo Dias
Murilo Dias

4 seguidores 43 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 11 de maio de 2019
Clássico filme de uma obra de Humberto Eco, apenas com essas informações é chamada a atenção de todos. O filme é interessante em muitos momentos, já que mostra a Europa em um momento que a Igreja Católica era a grande poderosa. O filme é acima de tudo didático.
egeo2000
egeo2000

4 seguidores 3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 7 de novembro de 2014
A inquisição nua e crua mostrada como nunca. O clima de mistério prende você no início ao fim.
Deysecibeleo Bezerra
Deysecibeleo Bezerra

1 seguidor 11 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 4 de dezembro de 2020
O filme retrata um franciscano que começa a investigar e descobrir os mistérios de assassinato em um mosteiro italiano.As vítimas aparecem com os dedos e a língua roxo se torna o padrão dos sinais deixados nas vítimas de assassinato,tudo indica que o mistério girava em torno da biblioteca o nome Rosa tinha um sentido de metafísica essa biblioteca era escondido e o monge mais antigo Jorge de Burgos é o autor dos assassinatos,essa biblioteca escondia os escritos profanos da Igreja,todos os monges que tinham acesso aos livros e tocavam as páginas continham veneno.
Jaqueline
Jaqueline

6 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Gosto demais desse filme pelo fato de transmitir de forma única o valor da espiritualidade daquela época em meio a falsidades por trás de muros de conventos. Lindíssima mensagem...
sudemuner
sudemuner

1 seguidor 4 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
...Esse filme é muito bom! Para quem curte história também é muito interessante, pois retrata a postura da Igreja Católica na Idade Média. A Inquisição; o índex, que censurava a circulação de livros; as condições de vida da população desfavorecida, contrastando com a ostentação e o poder da Igreja...Fora a suspense por trás dos assassinatos e a atuação de Sean Connery...
Jaldérico Xavier
Jaldérico Xavier

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 7 de maio de 2020
O nome da rosa

Em meio a tantas já destacadas qualidades do trabalho, me atenho a o que mais me chamou a atenção.
Em primeiro lugar, o título. Só o estudo deste caberia um outro trabalho. O autor do livro que deu origem a película, o italiano Umberto Eco, disse ao comentar sobre seu título que, “...Um título deve confundir as ideias, nunca discipliná-las.” E, realmente, instiga à curiosidade. Como o antagonismo esteve sempre tão presente no desenvolvimento das ciências atuais.
Depois, as vezes custa crer, nas bases sobre as quais foram erguidas a cristandade geral dos nosso dias – e não se difere do modo em que as ditas igrejas cristãs tem feito atualmente, diga-se de passagem. O filme retrata uma espécie de pequeno congresso no qual a ordem Franciscana, mediada pela ordem que administrava o mosteiro onde se realizaria este evento, os beneditinos, travaram um debate acalorado sobre o tema humildade ou riqueza, em suma. Isto fica claríssimo na vestimenta com que se apresentam os enviado de Roma.
Muito bem localizadas, estão as cenas em que o diretor destaca que mesmo em um mosteiro onde escribas passavam suas vidas traduzindo obras para os fins da Igreja, havia, o que também não difere de hoje, sexo, opressão, subjugação, consumo de álcool, exploração das comunidades e todas as características que marcam o ser humano como em qualquer outro lugar na terra.
A simbolização que o autor e diretor deixam estampadas em suas obras parece, aos olhos de hoje, quase uma piada – uma obra de Aristóteles supostamente perdida e guardada na grande e secreta biblioteca do mosteiro que tratava sobre a comédia, o riso, a alegria, ditas estas heresias incompatíveis com a fé cristã, ao ponto de destruí-la (leia-se a Igreja). E pensar que forma mais de mil anos impondo o medo e coletando riquezas.
A santa Inquisição enviava seus inquisidores para julga e executar a sentença, morte queimado numa fogueira para quem praticasse qualquer ato herege como, por exemplo, discordar do inquisidor. O demônio era sempre a desculpa.
De resto, vale a simbólica ação do personagem principal William de Baskerville salvando algumas obras do incêndio que consome a biblioteca e seu guardião cego responsável pelos crimes que são pano de fundo da história.
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