Nosferatu
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3,6
383 notas

98 Críticas do usuário

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Adriano Côrtes Santos
Adriano Côrtes Santos

1.008 seguidores 1.229 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 22 de dezembro de 2024
Visual impressionante, mas perde o terror simples e impactante do original.
"Nosferatu" de 2024 é uma nova versão do clássico de 1922. A história segue o vampiro Nosferatu, que chega a uma cidade para espalhar a morte e o terror, mas a história ganha uma visão mais introspectiva e moderna. O filme tem uma fotografia interessante, com cores que criam um clima sombrio e misterioso. O monstro é mais humano e melancólico, ao invés de ser puramente assustador. A direção usa sons e música para aumentar a tensão, mas, em alguns momentos, perde a simplicidade do original. É uma versão visualmente impressionante, mas pode não agradar a todos os fãs do clássico.
sirnixxon
sirnixxon

2 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 3 de janeiro de 2025
As performances de Bill Skarsgård (Orlok) e Lily Depp (Elen) são de ficar na cabeça por dias,: marcantes, profundas, de um exagero dramático de rara qualidade, perfeitamente encaixadas nos cenários e clima do filme. Não vi O Homem do Norte, mas Robert Eggers constrói, com Nosferatu, uma tríade do horror de rara qualidade.
Micael campos
Micael campos

2 seguidores 41 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 5 de janeiro de 2025
Muito bom.
Obra de arte. Muito difícil um filme de terror ser tão bom. Ótimo roteiro. Vale o ingresso.
Carlos Castro
Carlos Castro

989 seguidores 339 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 6 de janeiro de 2025
Nosferatu é um remake que faz sentido.

O original de 22 é um clássico, mas inegavelmente datado. E embora o Drácula de Coppola seja um espetáculo visual, ele romantiza o vampiro a ponto de esquecermos a criatura que realmente nos assombra.

Eggers sabe como ninguém criar atmosferas que prendem o espectador. Cada detalhe da direção de arte traz a construção de época que é tão imersiva quanto sufocante. Somos transportados para uma Alemanha desolada e enigmática, onde a escuridão parece se espalhar por cada canto.

Outro ponto a favor desse remake é o resgate do vampiro como criatura vil. Na cultura pop, os vampiros foram transformados em adolescentes de corpos dourados, sedutores melancólicos ou piadas prontas. Eggers puxa o freio e nos lembra do que eles realmente são: monstros. Seu Conde Orlok (interpretado magistralmente por Bill Skarsgård) é repulsivo, faminto, uma força da natureza que busca apenas a exploração. Essa é a essência do vampiro que havíamos perdido — o ser asqueroso que causa repugnância.

A fotografia também é um destaque. Além dos visuais hipnotizantes, a luz e a sombra são usadas para compor a presença macabra do nosso terrível vampiro. A trilha sonora, e a sonoplastia também se destacam para a imersão.


Em um filme de jumpscares orquestrados e cenas de exorcismo digna dos primeiros exorcistas, Eggers nos traz o verdadeiro terror, que não está no sangue ou nos sustos fáceis, mas na sensação de que algo, em algum lugar, está à espreita.
magalhaesfc
magalhaesfc

8 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 4 de janeiro de 2025
O filme é visualmente lindíssimo. A fotografia e a direção de arte estão primorosas. Já no cartão de visitas o filme te dá um aviso do que está por vir, tipo: prepare-se! O final é pra sair arrepiado da sala!
Ricardo L.
Ricardo L.

63.286 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 5 de março de 2025
Belíssimo filme! Direção de arte fabulosa, com uma criação de mundo incrível, roteiro e seu desenvolvimento são impecáveis, a duração do genial Eggs é de cair o queixo, pequena ressalva para o visual do vampiro Nosferatu, mas Atenas isso. Resto tudo perfeito.
Marcelo S
Marcelo S

172 seguidores 139 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 23 de fevereiro de 2025
Nosferatu nada mais é que o Drácula de Bram Stroker, uma segunda visão, uma outra visão, uma visão mais agressiva, qualquer coisa que o pessoal escolher. Claro que achei a representação de Nosferatu muito mais interessante que o de Drácula, muito mais agressivo, mais tom de terror, de horror, caiu mais no meu gosto, achei bem convicente e muito bem trabalhado.

Dirigido, roteirizado e produzido por Robert Eggers, o mestre moderno do cinema que nos entregou 'A Bruxa', 'O Homem Do Norte', 'O Farol', agora nos presenteia com essa visão voraz de um eprsonagem que ficou muito mais bacana de se acompanhar, que impõe mais medo e respeito em quem o encara, e o insere na sociedade de uma forma bem condizente, mesmo sendo um ser que vive muito mais recluso, até pelo fato de ser um vampiro e não poder sair á luz solar.

O longa possui uma direção de arte incrível, para poder recriar a época retratada, com a escolha do local das filmagens sendo escolhidas a dedo e muitos móveis e adereços que são muito antigos e dá essa visão pra que a gente realmente esteja lá naqueles tempos antigos. Nisso Eggers é mestre pois ele se cerca sempre de ótimos profissionais que fazem esse trabalho artístico de primeira linha em seus filmes, sando aquela ótima dimensão para o espectador do cenário aonde suas histórias são contadas.
O mesmo digo do figurino do longa, que é muito bem construído sendo um dos principais, a vestimenta de Ellen e também a de Thomas, que para mim foram os que mais me chamaram a atenção, mas também lembrando as vestimentas de Friedirich e de Anna, que foi caprichado pela equipe de figurino também.
Outro ponto do filme que é de saltar os olhos de perfeito, é a Fotografia, o jogo de luzes, o preto e branco do longa e principalmente as tomadas amplas, são de brilhar os olhos, tudo muito bem fotografado, as tomadas no castelo sempre mostrando a magitude e grandiosidade do estrutura, as filmagens internas do castelo, um pouco mais escuras, com as velas fazendo boa parte do trabalho, sempre deixando a figura de Nosferatu um pouco mais nas sombras... e fazendo um contraponto inverso né, enquanto o Nosferatu está em cena em seu castelo tudo é muito mais vivo, com as velas iluminando o ambiente, com as paredes com cor mais viva, e quando Thomas está em seus aposentos, lá é tudo mais cinza, mais sem cor, mais sem vida... é uma brincadeira bacana com a Fotografia dentro do castelo.

O filme é ótimo, do começo ao fim não tem um momento onde você se sinta desligado do que está rolando na tela, o roteiro foi muito bem escrito e amarrado por Eggers, e o seu filme possui um ritmo bem interessante e funcional, dosando muito bem os momentos que acompanhamos o casal Hutter, e os momentos que vemos Nosferatu e seu assecla. A relação de Nosferatu e Ellen é bem interessante, sua fixação pela moça e sua tentaiva de tirar Thomas de seu caminho, sendo que a interação entre os dois no castelo é bem bacana de se acompanhar também.
O casal Harding também é muito legal de se acompanhar no longa, mas eles ficam bem mais interessantes mesmo, do meio pra frente do longa, quando Nosferatu começa a interagir com o casal levando a um acontecimento surreal, e as consequências disso são bem interesaantes de ver enquanto o filme se desenrola. É onde Friedirich ganha em tempo de tela, e seu personagem começa a crescer e ficar bem importante na história e cai mais no meu gosto.
Nosferatu é onipresente, aterrorizador, e se impõe de uma forma que nenhum outro personagem antigo ou atual se impõe. Gostei muito dessa versão dele, mesmo eu não tendo assistido o longa original do começo da década de 1900. Eggers dá essa onipresença a Nosferatu e sabe lidar com o tempo de tela do personagem e na personalidade do mesmo, ele mesmo sendo um ser vampiresco que faz parte do folclore da sociedade da época, Eggers ainda consegue dar ao personagem um senso próprio de amor, solidão, conexão, pois não consegui enxergar Nosferatu propriamente como um vilão crasso, mas ele é um ser que devido a sua natureza e as seus métodos, quer conquistar o que quer independente do que venha a acontecer com as pessoas envolvidas. Ele mesmo se acha imponente, como vemos nos diálogos dele com Thomas, diálogos bons e muito bem escritos por Eggers.

O elenco é bem recheado com nomes conhecidos e talentosos:

Temos a protagonista Lily Rose-Depp (do criticado The Idol), filha de Johnny Depp e Vanessa Paradis, faz Ellen, a escolhida por Nosferatu para ser sua cônjugue, e acho que ela fez uma performance muito boa, ela trouxe melnacolia e agonia para sua personagem queem poucos momentos se sentia a vontade dentro de seu casamento, mesmo amando muito seu marido, devido aos constantes pesadelos que tinha com Nosferatu que estava tentando cortejá-la, dentro do que Nosferatu considerava como cortejo.
Ela´euma ótima atriz quye quando exigida dramaticamente, consegue passar para sua personagem os sentimentos exatos que são pedidos da forma mais verossímil possível.

Nicholas Hoult (Jurado nº2) fez seu marido Thomas, e foi outro que fez um bom trabalho, acho que ele foi mais no automático neste filme, sem muito espaço talvez para poder improvisar em termos de criação de personagem, mas não comprometeu durante o filme e teve química com Lily-Rose para deixar a preocupação do casal um com o outro bem verdadeiro.

Aaron Taylor johnson (kraven o Caçador) fez Friedrich, marido de Anna, e acertou em cheio na sua atuação e na criação de seu personagem em termos de trejeitos e forma de se portar e falar. De longe, tirando Nosferatu, para mim, era o personagem mais interessante de acompanhar no filme, e Aaron cresceu muitio mais em sua atuação da maetade pro final de filme, uma vez que seu personagem passa por algo inimaginável no longa, fazendo com que ele cresça bastante em importância e em presença.
De longe foi o personagem que mais gostei no longa, e ver Aaron atuar assim de prato cheio é bem bacana de acompanhar, pois ele é alguém que gosto muito de ver em cena.

Emma Corrin (a Cassandra Nova de Deadpool & Wolverine) fez a esposa de Friedrich, Anna e o tempo que teve no filme ela aproveitou bastante, fez uma boa performance, trouxe um carisma pra personagem, e fez uma boa parceira com Aaron Taylor Johnson.

Ainda tivemos Ralph Ineson, que será Galacrus no prómixo Quarteto Fantástico do MCU, que fez o Dr. Wilhelm Stevens, e o já grandioso e onipesente Willem Dafoe (Ruas de Fogo, Asteroid City) que esteve nos últimos dois filmes de Eggers e aqui faz um ótimo Professor Albin Eberhart Von Franz que no momento que entrou em cena, roubou as atenções, trouxe um personagem que age mais pelo lado sobrenatural, é aquele jeito dele único de interpretar, foi muito bom tê-lo em cena como sempre, porque Willem Dafor enriquece qualquer obra que participa.

Robin Carolan fez a trila sonora do longa, ele fez seu primeiro trabalho no flme anterior de Egger 'O Homem do Norte', e aqui ele retorna para fazer um ótimo trabalho, sua composição é soturna, envolvente, íntriseca, dá aquele tom de suspense, de algo que está encoberto ou escondido, e quando Nosferatu aparece e também quando ele faz suas ações vampirescas, o trilha cresce, ela fica gigante, ela fica tão evidente e eloquente, é grandioso, é perfeito... Carolan foi muito feliz no seu trabalho e trouxe uma trilha que anda de mãos dadas como filme.

Chris Columbus produziu o filme ao lado de sua esposa Eleanor, e Chris foi nada mais nada menos que o Roteirista dos dois primeiros 'Gremilins' nos anos 80, 'Os Goonies', além de ter dirigido os dois primeiros 'Esqueceram de Mim', 'Uma Babá Quase Perfeita', 'A Pedra Filosofal' e 'A Câmara Secreta' da série Harry Potter... sem falar que produziu 'O Farol' e 'A Bruxa', sendo essa a terceira parceria dele com Eggers.

'Nosfeatu' foi bem indicado nessa temporada de premiações, mas pouco premiado:
- No Satellite Awards foi indicado a Melhor Fotografia, Melhor Figurino, Melhor Direção de Arte e Melhor Atriz em Filme Drama para Lily-Rose Depp. Levou apenas o prêmio de Melhor Elenco, onde não concorria com ninguém, é um prêmio especial da premiação que smepre escolhe um filme para congratular o elenco;

- No Critics Choice foi indicado a Melhor Maquiagem, Melhor Fotografia, Melhor Figurino e Melhor Direção de Arte. Levou o prêmio de Fotografia;

-No BAFTA indicado a Trilha Sonora, Fotografia, Figurino e Maquiagem. Não Levou nada;

-No Oscar está indicado a Direção de Arte, Fotografia, Figurino e Maquiagem.

Robert Eggers entrega mais um grande trabalho, mais um filme de alta qualidade em seu currículo de grandes filmes, é sempre gratificante esperar pelos próxios trabalhos de Eggers, porque sdabemos que iremos encontrar algo grandioso, de qualidade e envolvente.
Para mim, 'Nosferatu' é um filmaço.

(Assistido em 22/01/2025 - Cinemark Eldorado)
Myn
Myn

25 seguidores 269 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 2 de fevereiro de 2025
FIlme excelente!!! O filme tem uma história interessante e eu não tinha visto o original, sendo assim, gostei demais da trama, cenário, figurino impecável, maquiagem perfeita sem contar a atuação dos atores. O filme tem mais de 2 horas, mas não é arrastado, possui conteúdo e te prende do início ao fim. Parabéns demais ao diretor pela escolha dos atores e atrizes.
WagnerSantos
WagnerSantos

6 seguidores 109 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 12 de janeiro de 2025
Terrivelmente belo e perturbador. Este é o conceito que posso dar para Nosferatu. A fotografia é um primor e nos remete com louvor ao expressionismo alemão. A sensação claustrofóbica é crescente. O roteiro nos coloca em posição de medo em quase toda a projeção, com uma narrativa inquietante, deixando claro a todo momento que o mal está a espreita. Palmas para a montagem. Só achei as atuações medianas, quase que teatral, beirando ao caricato. Talvez uma bela homenagem ao clássico.
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 881 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 10 de fevereiro de 2025
Nosferatu foi dirigido por Robert Eggers que também compôs o roteiro ao lado de Henrik Galeen. O filme recebeu algumas indicações ao oscar de 2025: melhor maquiagem e penteados, melhor fotografia e melhor direção de arte. A trama se passa nos anos de 1800, na Alemanha e acompanha o rico e misterioso conde Orlok (Bill Skarsgard) na busca do seu novo lar. O vendedor de imóvel Thomas Hutter (Nicholas Hoult) é responsável por conduzir o negócio pessoalmente na Transilvânia. Porém, o conde acaba se apaixonado pela sua jovem esposa, Ellen (Lily-Rose Depp) e agora se ver atormentada por visões e sonhos. Nesse remake, como todos sabem, a história é baseada no romance de Bram Stoker, mas podemos dizer que o filme não é para qualquer público. Digo isso porque não temos reviravoltas e o filme segue num ritmo cadenciado em seu primeiro e segundo ato ( o filme está mais próximo do Drácula de Bram Stoker de 1992). Aqui percebemos a preocupação da direção em compor os anseios da sociedade atual (diferente do primeiro filme do Nosferatu de1922 que também se mostrava preocupado com as questões de sua época). Ao tocar no adoecimento da sociedade, do impacto do isolamento das “espécies” e também sobre os papeis de gênero, são vistos em diálogos e expressões dos personagens. O filme se destaca por ser bastante sombrio e o uso de bons efeitos, na qual alguns lembrar até mesmo cenas de exorcismo. Destacamos a pouca, mas grande participação de William Dafoe como o professor Albin, na qual leva diálogos mais relevante para o filme.
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