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Emi DiAngelo
1 crítica
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2,0
Enviada em 19 de janeiro de 2025
“Prometeu terror, entregou pornô” Sai do cinema querendo meu dinheiro de volta. O longa metragem não tem um bom roteiro, filme arrastado, cenas desnecessárias, enredo confuso, narrativa ruim com uma estranha obsessão por cenas de “duplo sentido” e sexo. Péssimos “jump-scare” construídos, os sustos eram em cima de gente sem noção gritando e breves cenas de sangue sendo jorrado. Possui uma cena de necrofilia, desnecessária e sem sentido. spoiler: ]Filme nojento e bobo. O Nosferatu ficou cômico com o bigode, mas isso não vem ao caso. A verdadeira vítima da trama é o esposo de Ellen, que além de ter sido atormentado pelo vampiro, foi corno. Ellen ja tinha se vendido ao
Nosferatu na juventude por estar carente e quebrou seu contrato assim que se casou com Thomas, ela sabia o que estava fazendo “ela não é boba, e nem inocente”.[spoiler] O que salva o filme é a fotografia linda e ótimos figurinos.
Um filme onde as unicas coisas que salvam sao a fotografia e os dialogos, tirando isso bem monotomo e parado, com 1 hora ja nao via a hora de acabar, sonolento e cansativo.
Pra mim o filme só é bom em aspectos visuais do cenário pois o vampiro nem é bem feito, parece um zumbi , o filme todo ele fica nesse dilema chato dele ( nosferatu) com a esposa do cara, o filme demora pra acabar e nao acontece nada de mais, tem cenas nada haver , spoiler: o filme mostra um vampiro escravo-ceta que quando ela resolve ficar com ele , o vampiro morde ela ao invez de dar uma boa macetada nela e morre pq amanheceu e o sol da janela pegou ele -.-
Em questão de fotografia, o filme é bem bonito, porém muito escuro. No quesito terror, não tem nada demais apenas 1 ou 2 cenas de susto. Mas o filme é muito ruim, cansativo e principalmente não tem nada haver com o antigo
Acho que criei uma expectativa em relação a este filme esperando um filme tão grandioso quanto a obra de Coppola Drácula de Bran Stocker, me enganei redondamente. O filme joga tudo no liquidificador, fotografia boa, som bom, figurino ótimo mas sem susto, parecia mais um filme de exorcismo e oque menos se via era o Vampiro, filme confuso, não consegui ver até o final.
Saudade de Drácula de Bram Stoker e a interpretação fabulosa de Gary Oldman...e quem é fã do filme dá para ouvir claramente que usaram por três ou quatro vezes um certo efeito de som usado em Drácula. Vale pela fotografia mas o filme em sí é arrastado e cansativo.
Filme bizarro, trash e confuso. O roteiro é intenso, o que torna a narrativa cansativa em alguns momentos, mas ainda assim acaba dando mais solidez à história.
Não consegui entender o hype do filme. Achei chato, cansativo e na metade dele não via a hora de acabar. Nota regular pois gostei das atuações e cenário
A fotografia tem seus méritos, mas a apresentação repetitiva de determinados recursos de corte e transição acabam tornando-a cansativa. O enredo não convence (ao contrário das excelentes versões de Coppola, Herzog e do marco de Murnau, aos quais o filme tenta em alguma medida emular) porque a obcecação de Orlok pela mulher não recebe desenvolvimento e, assim, ao final do filme, tudo se revela como uma premeditação desleixada, seja do coração das trevas, seja de alguma virtude no alvor humano. O roteiro é pífio, fala-se inglês na germânia e por que raios atravessar algum mar qualquer dos Cárpatos até a germânia? A atriz é muito fraca e seus recursos corporais não são acompanhados da mesma carga dramática. Tudo soa tenebroso, mas pelo excesso, não porque somos de fato ensombrecidos. A versão ocultista do caçador também não convence, vai beirando uma "caricatura teosófica" no lugar da obstinação contra o mal digna de um Van Helsing. A compleição de ogro com passadas pesarosas pode até ser vista como um bom ponto original para o vampiro, mas de novo o roteiro transforma isso apenas em excesso, de modo que se apresenta mais como sonoplastia do que filme. Robert Eggers segue buscando construir seu estilo, tarefa árdua em um século de decomposição do Capitalismo, o Nosferatu do mundo real e sua vil apetência.
Filme mediano. Nicholas Hoult sempre naquela atuação média, porém achei que varia muito com personagem em suas emoções. Lily-Rose Depp ( filha de Depp) não atua bem. Parece que ela está atuando em um peça de teatro. Com expressões meio forçadas. Frases prontas. Do nada tá falando com uma pessoa e fica citando frases desconectas. Parece um personagem esquizofrênico. Os coadjuvantes atuaram bem demais de forma natural. Achei por ser século 16 “ muito limpo”, as roupas e alguns personagens estão “muito limpos “ para aquela época , principalmente os aldeões. A atuação do nosferatu muito boa. Parece ser realmente de outro mundo. Um ser único. Olha se tirasse todas as cenas de Lily Depp atuando, seria um bom filme
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