Média
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Simplesmente perfeito! Tem exatamente tudo o que o filme propõe. É um terror muito bom gente, não enrola muito no que precisa acontecer. Tem início, meio e fim.
Filme bizarro, trash e confuso. O roteiro é intenso, o que torna a narrativa cansativa em alguns momentos, mas ainda assim acaba dando mais solidez à história.
Chato, chato, chato 10x chato 2 horas de pura besteira o filme enrola, enrola e enrola, não vejam é por sua conta e risco, tentaram juntar drácula com exorcista e surgiu esse filme aí.
O filme é uma adaptação do terror (NOSFERATU, 1922), reproduzindo muito bem o filme centenário e obviamente, trazendo elementos atemporais da obra. O Conde Orlok está muito bem interpretado por Bill Skarsgård, além da "Wandinha (Wednesday)" do terror moderno Lily-Rose Depp no papel da perturbada Ellen Hutter. Um bom filme, especialmente a cena final.
Excelente filme, fotografia, atuação e figurino impecáveis, a história descreve bem sobre a criatura que várias pessoas conhecem, além de toda a atmosfera que o filme cria baseada na Alemanha antiga.
Pelas críticas das pessoas da pra ver q o filme divide opiniões. Assistindo o filme da pra ver q o filme realmente nao e dos melhores, a fotografia dele é "interessante" mas nao sei se vai agradar a todos. O filme nao tem quase momentos de terror ou suspense. A história do filme é boa, mas no geral não empolga.
Outra obra prima de Eggers. Nesse o destaque fica para a produção soberba com um dos mais belos figurinos feitos para um filme de terror. A atuação de Lily Rose Deep como Ellen Hutter é magnética e de estranha beleza, atuação bem próxima a da atriz francesa Isabelle Adjani na obra de Herzog e do filme Posessão. Aliás todo o elenco é de se tirar o chapeu e muito bem dirigidos por Eggers que extrai o melhor de toda a sua equipe! Gótico ao extremo!
Filme bem extenso. Vale considerar que tentam ser fiel ao filme original, então nesse quesito não há muito o que se avaliar. Um filme bom de forma geral.
O filme, embora apresente qualidades visuais inegáveis, torna-se redundante ao se apoiar demasiadamente na estética e estrutura narrativa consagradas pela versão de Drácula dirigida por Francis Ford Coppola em 1992. Ainda que Nosferatu sempre tenha carregado o estigma de ser uma adaptação não autorizada do romance de Bram Stoker, sua força residia justamente na ousadia de se afastar do cânone, criando uma figura de vampiro profundamente inquietante e única.
Infelizmente, essa releitura de 2024 opta por renunciar à singularidade que fazia de Orlok um ícone do terror expressionista. Ao reconfigurá-lo com feições mais próximas do Vlad Tepes histórico, numa tentativa de aproximá-lo do Drácula real, o estúdio dissolve o estranhamento visual e simbólico que outrora distinguia Nosferatu. Orlok sempre foi eficaz por nos confrontar com o inumano, com o grotesco; suavizar isso equivale a retirar o rugido do Godzilla, resta a forma, mas não o impacto.
Trata-se, portanto, de uma oportunidade desperdiçada de ressignificar a obra e finalmente libertá-la do rótulo de mera cópia. E pior: a forma como o vampiro encontra seu fim é, sem revelar detalhes, absolutamente inusitada, e não no bom sentido. Em uma mitologia onde vampiros já foram destruídos por fogo, estacas, prata e luz solar, a solução apresentada aqui beira o cômico, desestabilizando qualquer construção de tensão que o filme pudesse ter alcançado.
As atuações tampouco contribuem significativamente para elevar a experiência. Faltam vigor e profundidade dramática nos intérpretes, o que compromete a imersão. A fotografia, por outro lado, é irrepreensível, bela, atmosférica, muitas vezes hipnotizante. Contudo, por si só, ela não sustenta a fragilidade do conjunto.
No fim, o longa tinha em mãos a chance de ouro de reinventar Nosferatu, de libertá-lo da sombra de Drácula e devolvê-lo ao panteão dos grandes monstros do cinema com identidade própria. Em vez disso, preferiu reforçar o que sempre o limitou, e ainda entregou um desfecho que oscila entre o absurdo e o involuntariamente cômico.
Infelizmente, essa releitura de 2024 opta por renunciar à singularidade que fazia de Orlok um ícone do terror expressionista. Ao reconfigurá-lo com feições mais próximas do Vlad Tepes histórico, numa tentativa de aproximá-lo do Drácula real, o estúdio dissolve o estranhamento visual e simbólico que outrora distinguia Nosferatu. Orlok sempre foi eficaz por nos confrontar com o inumano, com o grotesco; suavizar isso equivale a retirar o rugido do Godzilla, resta a forma, mas não o impacto.
Trata-se, portanto, de uma oportunidade desperdiçada de ressignificar a obra e finalmente libertá-la do rótulo de mera cópia. E pior: a forma como o vampiro encontra seu fim é, sem revelar detalhes, absolutamente inusitada, e não no bom sentido. Em uma mitologia onde vampiros já foram destruídos por fogo, estacas, prata e luz solar, a solução apresentada aqui beira o cômico, desestabilizando qualquer construção de tensão que o filme pudesse ter alcançado.
As atuações tampouco contribuem significativamente para elevar a experiência. Faltam vigor e profundidade dramática nos intérpretes, o que compromete a imersão. A fotografia, por outro lado, é irrepreensível, bela, atmosférica, muitas vezes hipnotizante. Contudo, por si só, ela não sustenta a fragilidade do conjunto.
No fim, o longa tinha em mãos a chance de ouro de reinventar Nosferatu, de libertá-lo da sombra de Drácula e devolvê-lo ao panteão dos grandes monstros do cinema com identidade própria. Em vez disso, preferiu reforçar o que sempre o limitou, e ainda entregou um desfecho que oscila entre o absurdo e o involuntariamente cômico.
Preciso confessar que tenho um caso com filmes de terror. Eles não me soam particularmente agradáveis e, pra ser sincero, são péssimos, às vezes ridículos, quando não um desastre. Para os desatentos ou desavisados, Nosferatu é sobre machismo. Ou melhor, sobre a necessidade de descartar o machismo, defendendo a liberdade das mulheres em contraponto a submissão. Essa é a ideia central do filme, embora não esteja muito clara. Com cenas arrepiantes e momentos nitidamente escabrosos, Nosferatu arranca alguns suspiros sinceros e se constitui (sem dúvida!) como um dos destaques do ano, superando espectativas, indo além do básico, apesar das nuances tenebrosas do filme. É uma proposta criativa, uma obra de arte, bem escrita e bem dirigida (cabe ressaltar também que a fotografia do filme é primoroza e não pode ficar de fora da análise). Pela sua proposta singular de desconstruir o machismo, o filme assume um caráter de relevância indiscutível. Aprovadíssimo!
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