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Filme péssimo, nogento, grotesco, história passada por cima, com enredo sem sentido, não perca seu tempo assistindo.
As performances de Bill Skarsgård (Orlok) e Lily Depp (Elen) são de ficar na cabeça por dias,: marcantes, profundas, de um exagero dramático de rara qualidade, perfeitamente encaixadas nos cenários e clima do filme. Não vi O Homem do Norte, mas Robert Eggers constrói, com Nosferatu, uma tríade do horror de rara qualidade.
TORARAM A MULEKA DO IRMÃO SEM PIEDADE KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
A obra trás inovações perante a original, mas nada que profane. Desde o início a atmosfera é sufocadora e te mantém preso a narrativa e ao ambiente em si.
Cada personagem está bem ancorado no enredo, Nosferatu se mostra com muito mais humanidade do que monstruosidade. Literalmente, aquele que dá nome à obra é tão humano quanto aqueles com quem interage.
Uma obra de visual gótico, bem ambientada com uma fotografia marcante. #recomendo
Cada personagem está bem ancorado no enredo, Nosferatu se mostra com muito mais humanidade do que monstruosidade. Literalmente, aquele que dá nome à obra é tão humano quanto aqueles com quem interage.
Uma obra de visual gótico, bem ambientada com uma fotografia marcante. #recomendo
O filme apresenta uma narrativa coesa, que se constrói nos pequenos acontecimentos, nos detalhes sutis, beirando o misticismo. O mistério vai se desvelando e o oculto vai se intensificando conforme vai chegando o final. O filme é construído em partes na qual formam uma história com começo, meio e fim, bem amarrada. Acredito fielmente que a versão com as cenas do diretor, mais longa, terá ainda mais a construção dos personagens.
O filme é assustador, a ambientação é macabra e sombria. Os personagens cumprem bem suas funções, as emoções de angústia, medo, confusão, raiva e terror estão a flor da pele, as atuações são bem boas. As sombras, a temática escura e o simbolismo presente nas cenas entram em contato com nossa linguagem inconsciente. A linguagem do ocultismo é respeitada, os rituais e as intenções refletem a realidade. A ficção não ultrapassa seus limites (claro tudo depende do quão cético você é, mas bem que foi dito que a ciência mais nos cega do que ilumina...)
As cenas comunicam, todas estão nos dizendo algo. Isso vai além mesmo da narrativa, como se aquela fosse vivenciado em maior ou menor grau com nossas sombras, nossos medos, o desconhecido. Isso é tão nítido que após uma cena intensa, os personagens param e comentam sobre o que sabem. O quebra cabeça é construído ao mesmo tempo que o filme quebra nossa cabeça com a transmissão do horror nas cenas.
O ritmo do filme vivo, aliás, morto. Ainda melhor, macabro. A vida e a morte são invertidas, são colocadas como a mesma moeda na qual a intenção dos personagens não jogam a sorte, mas controlam ou se rendem ao destino. Típico de um romance o amor sobressair diante dos afetos e desafetos e aqui não é diferente, mas a música é uma trilha advinda dos cemitérios, das catacumbas, dos ratos, dos cemitérios, do sangue e das ruínas. Isso não é sobre trilha sonora, mas ritmo. Observação, o filme não é lento, você que está acostumado demais com filme excessivamente estimulantes...
Nessa paixão sufocante contada em um livro velho em letras e símbolos estranhos, transmite muito bem para aqueles que abrirem para compreender a intensidade do sutil, da magia. O que foi muito bem expressa no filme anterior do diretor. A mensagem impacta intensamente a alma, reflete o que escondemos. É dito no filme que precisamos aceitar o mal para depois enfrentá-lo e acredito que é sobre isso. Esse é um filme de símbolos, essa é a linguagem, se você ler, vai entender, vai obter o conhecimento.
Esse conhecimento não é racional, é símbolico, é estético. A estética do filme afeta de uma maneira peculiar. Não podemos fugir das monstruosidades, daquilo que está à na escuridão do Humano. Não é sobre tomar um susto, é sobre ficar mergulhado no horror e conhecer essa besta de perto. O filme nos faz conhecer plenamente Nosferatu e como sua vontade e intenções afetam a realidade. Nosferatu simboliza tudo aquilo que não conseguimos integrar e iluminar, nossas sombras profundas. O filme conversa diretamente com isso em nós. Mas não é de toda desesperança, pois também retrata a maior beleza do Amor, que todo veneno por mais poderoso que seja, se dissolve na pureza do Amor.
Por fim, todas as cenas que tem gatos, as sombras estão iluminadas.
O filme é assustador, a ambientação é macabra e sombria. Os personagens cumprem bem suas funções, as emoções de angústia, medo, confusão, raiva e terror estão a flor da pele, as atuações são bem boas. As sombras, a temática escura e o simbolismo presente nas cenas entram em contato com nossa linguagem inconsciente. A linguagem do ocultismo é respeitada, os rituais e as intenções refletem a realidade. A ficção não ultrapassa seus limites (claro tudo depende do quão cético você é, mas bem que foi dito que a ciência mais nos cega do que ilumina...)
As cenas comunicam, todas estão nos dizendo algo. Isso vai além mesmo da narrativa, como se aquela fosse vivenciado em maior ou menor grau com nossas sombras, nossos medos, o desconhecido. Isso é tão nítido que após uma cena intensa, os personagens param e comentam sobre o que sabem. O quebra cabeça é construído ao mesmo tempo que o filme quebra nossa cabeça com a transmissão do horror nas cenas.
O ritmo do filme vivo, aliás, morto. Ainda melhor, macabro. A vida e a morte são invertidas, são colocadas como a mesma moeda na qual a intenção dos personagens não jogam a sorte, mas controlam ou se rendem ao destino. Típico de um romance o amor sobressair diante dos afetos e desafetos e aqui não é diferente, mas a música é uma trilha advinda dos cemitérios, das catacumbas, dos ratos, dos cemitérios, do sangue e das ruínas. Isso não é sobre trilha sonora, mas ritmo. Observação, o filme não é lento, você que está acostumado demais com filme excessivamente estimulantes...
Nessa paixão sufocante contada em um livro velho em letras e símbolos estranhos, transmite muito bem para aqueles que abrirem para compreender a intensidade do sutil, da magia. O que foi muito bem expressa no filme anterior do diretor. A mensagem impacta intensamente a alma, reflete o que escondemos. É dito no filme que precisamos aceitar o mal para depois enfrentá-lo e acredito que é sobre isso. Esse é um filme de símbolos, essa é a linguagem, se você ler, vai entender, vai obter o conhecimento.
Esse conhecimento não é racional, é símbolico, é estético. A estética do filme afeta de uma maneira peculiar. Não podemos fugir das monstruosidades, daquilo que está à na escuridão do Humano. Não é sobre tomar um susto, é sobre ficar mergulhado no horror e conhecer essa besta de perto. O filme nos faz conhecer plenamente Nosferatu e como sua vontade e intenções afetam a realidade. Nosferatu simboliza tudo aquilo que não conseguimos integrar e iluminar, nossas sombras profundas. O filme conversa diretamente com isso em nós. Mas não é de toda desesperança, pois também retrata a maior beleza do Amor, que todo veneno por mais poderoso que seja, se dissolve na pureza do Amor.
Por fim, todas as cenas que tem gatos, as sombras estão iluminadas.
Que filme horrível. Que atriz péssima. Que filme caricato. Parecem que fizeram com má vontade. Teve momentos que só rindo.
Perfeito. respeita o original e acrescenta mais detalhes. Excelentes atores e uma produção impecável. Não perca! Atenção por ser um filme lento e reflexivo.
Visual impressionante, mas perde o terror simples e impactante do original.
"Nosferatu" de 2024 é uma nova versão do clássico de 1922. A história segue o vampiro Nosferatu, que chega a uma cidade para espalhar a morte e o terror, mas a história ganha uma visão mais introspectiva e moderna. O filme tem uma fotografia interessante, com cores que criam um clima sombrio e misterioso. O monstro é mais humano e melancólico, ao invés de ser puramente assustador. A direção usa sons e música para aumentar a tensão, mas, em alguns momentos, perde a simplicidade do original. É uma versão visualmente impressionante, mas pode não agradar a todos os fãs do clássico.
"Nosferatu" de 2024 é uma nova versão do clássico de 1922. A história segue o vampiro Nosferatu, que chega a uma cidade para espalhar a morte e o terror, mas a história ganha uma visão mais introspectiva e moderna. O filme tem uma fotografia interessante, com cores que criam um clima sombrio e misterioso. O monstro é mais humano e melancólico, ao invés de ser puramente assustador. A direção usa sons e música para aumentar a tensão, mas, em alguns momentos, perde a simplicidade do original. É uma versão visualmente impressionante, mas pode não agradar a todos os fãs do clássico.
É o simplesmente épico qualidade de produção figurino direção artística como um filme uma verdadeira obra prima q remonta filmes do século passado como um horror sobrenatural gótico genuíno, dei 10 de 10 perfeitamente o melhor filme de terror com vampiro gótico da história.
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