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Lefundez T
18 críticas
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5,0
Enviada em 23 de outubro de 2025
Que visual impactante meus amigos, o clima o tema os diálogos são muito bem desenvolvidos, o filme faz os telespectadores serem transportados para o século XIX.
O filme é lento, tem seus sustos mas parece que se arrasta para fazer valer seu tempo. Eu tive que assistir em 2 dias porque na primeira hora já não aguentava mais. a fotografia e o ambiente são muito bons, em alguns momentos você leva sustos, mas é isso. No mais é um filme que me deu sono.
Filme extremamente lento, cansativo e sem emoção alguma. Mais de 2 horas de filme sem qualquer emoção ou surpresa. Não percam tempo assistindo. O pior filme de 2025 com toda certeza. Cenas fracas e nojentinhas, nada demais.
A unica coisa assustadora desse filme é o fato de não acabar nunca.
É um bom filme, uma releitura de um clássico. É um filme excelente que te prende a todo momento, e ele consegue honrar a sua releitura, porém os canários e a iluminação do filme são um ponto extremamente negativo, é um filme muito escuro, que as vezes você se vê forçando a visão para conseguir ver a cena. Mas em si é um ótimo filme, aconselho a ver em um lugar com uma iluminação adequada.
Bill skarsgård fez um ótimo papel como Nosferatu, a atmosfera do filme é bem peculiar e muito fiel ao período em que se passa a história. E apesar de ser um remake aprofunda conflitos abordados mais superficialmente nas versões anteriores
Primeiramente, se formos comparar o Nosferatu de Herzog (1979) com o recente, o filme do Herzog dá de 10 a zero no que está em cartaz. A começar da caracterização do vampiro, nunca vi qualquer um usando um vasto bigode feito o atual. Mas nada disso tira os méritos deste, em matéria de terror este filme com direção de Robert Eggers traz mais suspense e uns bons sustos. Aliás, se você sofre de murofobia (pavor de ratos) não assista nem o trailler. No filme de 1979 tinha uma cena que achei épica, o povo sabendo que vai morrer, come, bebe e dança, tendo em off uma música lamuriosa. No filme do Herzog ainda tem um epílogo e mata a nossa curiosidade sobre o que acontece após o bem vencer o mal, ao contrário deste. Mas se tem uma coisa que merece o Oscar (e se não ganhar será injustiça) é quanto à fotografia do filme. Nunca vi nada tão sensacional, do quanto a imagem colorida parece se desdobrar para o preto e branco.
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