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Fabi Botelho
1 seguidor
72 críticas
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3,5
Enviada em 1 de junho de 2025
Filme bem extenso. Vale considerar que tentam ser fiel ao filme original, então nesse quesito não há muito o que se avaliar. Um filme bom de forma geral.
Um roteiro às vezes apelativo e um final que decepciona por não entregar o impacto esperado. Uma experiência visual bem feita, mas que deixa a desejar em sua conclusão.
Você nunca vai encontrar um filme bom no meu perfil
2 seguidores
69 críticas
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0,5
Enviada em 16 de março de 2025
Filme muito sem sentido sério esse filme eles quiseram adaptar que nem o filme dos anos 90 onde que no filme não fala quase nada mais nesse filme eles transformaram pior,filme sem contexto sem nexo sem roteiro não percam seu tempo
Simplesmente perfeito! Tem exatamente tudo o que o filme propõe. É um terror muito bom gente, não enrola muito no que precisa acontecer. Tem início, meio e fim.
Nosferatu, do Robert Eggers, é um baita filme, com aquela vibe característica dele. A história é interessante, mesmo que Nosferatu seja basicamente uma variação do Drácula. O filme mistura bem a essência do Nosferatu original com algo que lembra certas versões do Drácula no cinema, criando uma abordagem única. A mudança de perspectiva, agora com uma protagonista feminina, dá um frescor à narrativa, e Nosferatu, mesmo ficando em segundo plano, acaba aparecendo mais do que se espera.
O design de produção está incrível, como sempre nos filmes do Eggers, e o elenco está afiado. Lily-Rose Depp manda muito bem, Nicholas Hoult segura bem seu papel, e Willem Dafoe... bom, ele é sempre o "véio doido" dos filmes do Eggers, o que me lembra a relação de Sam Raimi com Bruce Campbell – e eu adoro isso.
É um filme diferente, pode não agradar todo mundo, como sempre acontece com Eggers, mas continua sendo excelente. Ainda assim, dentro da filmografia dele, achei o mais fraco – não por ser ruim, mas porque o cara só faz filmaço.
o filme tem algumas diferenças do original, porém mantém o legado, tem coragem de trazer um conde Orlok com visual bem repaginado, o que pode causar uma estranheza à quem assiste. Tem atuações impecáveis de Dafoe e Lily Depp, Nicholas Hoult também não está mal. O único problema do filme, são alguns momentos em que o escuro domina, o que pode ser uma sensação que o diretor quis trazer, para mostrar que a criatura domina a escuridão, porém tem momentos em que não é possível ver nada em tela.
Esse Nosferatu é um filme impactante e belíssimo na sua proposta gótica onde as sombras se sobrepõem às imagens que as produziram. Podemos ver aí uma metáfora às sombras do horror que sempre assombram a humanidade. De certa forma resgata alguma coisa do Nosferatu de Herzog. Enquanto produção é impecável: atores cenários e a fotografia deslumbrante. É uma coisa rara ver um filme de legítimo terror sem clichês e sustos previsíveis. Entendo que alguns fiquem desapontados porque na minha opinião o bom cinema privilegia a história e o clima criado na trama. Imagino que definitivamente não é um filme para ser visto dublado pois a voz do Nosferatu é de gelar os ossos.
Com A Bruxa nos deparamos com um diretor que sabe muito bem o quê está fazendo. Terror. Simples, profundo, atormentado. Sem muita firula, aquele terror que vem de dentro, que é o que mais assusta. Nessa adaptação dos clássicos de 22 e 79 não é diferente, mas o protagonismo vai para a mocinha (que nessa versão com a filha do Jack Sparrow supera, em muito, a atuação e importância da Isabelle Adjani de 79). Ele está brilhante, com uns tremelhiques que, sozinhos, já me fizeram grudar na poltrona do cinema (a cena de abertura Meu Deus...). Fotografia, Sonografia, Cinematografia...nota dez, mesmo levando em consideração que Eggers deixa de fora algumas cenas icônicas, que tinham grande peso nas versões anteriores e que, para mim, fizeram falta ou, no caso de estarem ainda presentes, foram meio corridas. Agora o Nosferatu...não me ganhou. Nosferatu não é só o mal encarnado. É a tristeza, a solidão, é a delicadeza dos gestos de quem não aguenta mais. E não foi o apresentado. Esse vampirão de 2024 é a versão machista do homem do século XVI, com seu bigodão e vozeirão. Ficou pra trás a angústia de não conseguir morrer. E só isso meu amigo, já é terror suficiente pra vários filmes. Enfim...filmaço, sensacional. Só queria que meu amigo Nosferatu não tivesse se transformado nesse vilão de novela mexicana da década de 80.
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