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Rodrigo Ferreira Alves
1 crítica
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2,0
Enviada em 6 de janeiro de 2025
A fotografia tem seus méritos, mas a apresentação repetitiva de determinados recursos de corte e transição acabam tornando-a cansativa. O enredo não convence (ao contrário das excelentes versões de Coppola, Herzog e do marco de Murnau, aos quais o filme tenta em alguma medida emular) porque a obcecação de Orlok pela mulher não recebe desenvolvimento e, assim, ao final do filme, tudo se revela como uma premeditação desleixada, seja do coração das trevas, seja de alguma virtude no alvor humano. O roteiro é pífio, fala-se inglês na germânia e por que raios atravessar algum mar qualquer dos Cárpatos até a germânia? A atriz é muito fraca e seus recursos corporais não são acompanhados da mesma carga dramática. Tudo soa tenebroso, mas pelo excesso, não porque somos de fato ensombrecidos. A versão ocultista do caçador também não convence, vai beirando uma "caricatura teosófica" no lugar da obstinação contra o mal digna de um Van Helsing. A compleição de ogro com passadas pesarosas pode até ser vista como um bom ponto original para o vampiro, mas de novo o roteiro transforma isso apenas em excesso, de modo que se apresenta mais como sonoplastia do que filme. Robert Eggers segue buscando construir seu estilo, tarefa árdua em um século de decomposição do Capitalismo, o Nosferatu do mundo real e sua vil apetência.
"Nosferatu 2025" é simplesmente ótimo! O filme consegue capturar a essência do clássico de 1922 e, ao mesmo tempo, traz uma abordagem moderna e inovadora. A atmosfera sombria e assustadora está presente em cada cena, mantendo a tensão constante. A reinterpretação de Nosferatu como personagem é fascinante, com uma performance que mistura o grotesco e o misterioso de maneira impressionante.
A direção é cuidadosa e criativa, usando recursos visuais e sonoros para criar um clima arrepiante, que faz jus à grandiosidade do original. O equilíbrio entre a nostalgia do filme mudo e as técnicas cinematográficas modernas é feito de maneira impecável, o que torna "Nosferatu 2025" uma experiência única e envolvente.
A narrativa, com sua mistura de horror psicológico e elementos góticos, mantém o público intrigado do começo ao fim, e o uso de efeitos especiais e cenas cinematográficas inovadoras dá uma nova vida ao vampiro mais icônico do cinema. "Nosferatu 2025" é um filme que não só homenageia o clássico, mas também se estabelece como uma obra-prima por si só.
Filme mediano. Nicholas Hoult sempre naquela atuação média, porém achei que varia muito com personagem em suas emoções. Lily-Rose Depp ( filha de Depp) não atua bem. Parece que ela está atuando em um peça de teatro. Com expressões meio forçadas. Frases prontas. Do nada tá falando com uma pessoa e fica citando frases desconectas. Parece um personagem esquizofrênico. Os coadjuvantes atuaram bem demais de forma natural. Achei por ser século 16 “ muito limpo”, as roupas e alguns personagens estão “muito limpos “ para aquela época , principalmente os aldeões. A atuação do nosferatu muito boa. Parece ser realmente de outro mundo. Um ser único. Olha se tirasse todas as cenas de Lily Depp atuando, seria um bom filme
É o simplesmente épico qualidade de produção figurino direção artística como um filme uma verdadeira obra prima q remonta filmes do século passado como um horror sobrenatural gótico genuíno, dei 10 de 10 perfeitamente o melhor filme de terror com vampiro gótico da história.
Chato, chato, chato 10x chato 2 horas de pura besteira o filme enrola, enrola e enrola, não vejam é por sua conta e risco, tentaram juntar drácula com exorcista e surgiu esse filme aí.
Pelas críticas das pessoas da pra ver q o filme divide opiniões. Assistindo o filme da pra ver q o filme realmente nao e dos melhores, a fotografia dele é "interessante" mas nao sei se vai agradar a todos. O filme nao tem quase momentos de terror ou suspense. A história do filme é boa, mas no geral não empolga.
Filmes muito antigos são difíceis de ver. Isso pela linguagem e formato que agora é ultrapassado e estranho para nós. O medo de antigamente não é o mesmo do atual, (em questão de filmes). É aí que entra Nosferatu. Nosferatu é uma homenagem a um terror antigo, e ao mesmo tempo, ao aprimoramento dele para o atual. Por conta disso, se torna um filme único. É impossível não sentir horrorizado pelas cenas que esse filme trasmite, mas ao mesmo tempo, é possível notar como ele vira uma viagem ao tempo ao que antigamente havia sido feito. Um filme difícil de ver, mas sem sombra de dúvida, necessário para qualquer pessoa que tenha algum interesse em terror. Eu lhe garanto que ele é diferente de qualquer outro filme de terror que tenha visto recentemente.
Preciso confessar que tenho um caso com filmes de terror. Eles não me soam particularmente agradáveis e, pra ser sincero, são péssimos, às vezes ridículos, quando não um desastre. Para os desatentos ou desavisados, Nosferatu é sobre machismo. Ou melhor, sobre a necessidade de descartar o machismo, defendendo a liberdade das mulheres em contraponto a submissão. Essa é a ideia central do filme, embora não esteja muito clara. Com cenas arrepiantes e momentos nitidamente escabrosos, Nosferatu arranca alguns suspiros sinceros e se constitui (sem dúvida!) como um dos destaques do ano, superando espectativas, indo além do básico, apesar das nuances tenebrosas do filme. É uma proposta criativa, uma obra de arte, bem escrita e bem dirigida (cabe ressaltar também que a fotografia do filme é primoroza e não pode ficar de fora da análise). Pela sua proposta singular de desconstruir o machismo, o filme assume um caráter de relevância indiscutível. Aprovadíssimo!
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