Nosferatu
Média
3,6
383 notas

98 Críticas do usuário

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Ricardo L.
Ricardo L.

63.292 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 5 de março de 2025
Belíssimo filme! Direção de arte fabulosa, com uma criação de mundo incrível, roteiro e seu desenvolvimento são impecáveis, a duração do genial Eggs é de cair o queixo, pequena ressalva para o visual do vampiro Nosferatu, mas Atenas isso. Resto tudo perfeito.
Anderson  G.
Anderson G.

1.369 seguidores 397 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 21 de abril de 2025
Nosferatu, novo filme do Robert Eggers, é um filme esteticamente ótimo, mas com um ritmo chato e atuações fracas. Apesar disso, é muito difícil falar que o filme é mediano. Seu lado artístico — seja a produção de design, figurino, maquiagem, trilha sonora, fotografia ou a direção em si — são tão boas, apesar do aspecto artificial, que salvam o seu ritmo inconstante e a atuação fraca — embora empolgada — da protagonista. Eggers vem se destacando no cenário do terror desde A Bruxa, que até hoje é seu melhor trabalho. Nosferatu comprova mais uma vez a capacidade do seu realizador, mas é chato, como seu último longa, O Homem do Norte. Mas, como remake, é acima da média. 7,5/10
Carlos P.
Carlos P.

266 seguidores 431 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 15 de fevereiro de 2025
Como faz bem um bom elenco em um filme. Muitos filmes de terror tem histórias boas, mas as atuações derrubam o nível. Aqui temos atores de topo entregando tudo em seus papéis e faz total diferença. Posso dizer que é um filme de terror que segue uma linha mais do bizarro do que do apavorante. E sinceramente não gosto desse estilo, por isso não me empolguei tanto. Mas mesmo sentindo um nó na barriga por algumas vezes por causa desse estilo, me agradou a construção do roteiro em cima dessa história já centenária. Se encaixou bem e me agradou um pouco.
Marcelo S
Marcelo S

172 seguidores 139 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 23 de fevereiro de 2025
Nosferatu nada mais é que o Drácula de Bram Stroker, uma segunda visão, uma outra visão, uma visão mais agressiva, qualquer coisa que o pessoal escolher. Claro que achei a representação de Nosferatu muito mais interessante que o de Drácula, muito mais agressivo, mais tom de terror, de horror, caiu mais no meu gosto, achei bem convicente e muito bem trabalhado.

Dirigido, roteirizado e produzido por Robert Eggers, o mestre moderno do cinema que nos entregou 'A Bruxa', 'O Homem Do Norte', 'O Farol', agora nos presenteia com essa visão voraz de um eprsonagem que ficou muito mais bacana de se acompanhar, que impõe mais medo e respeito em quem o encara, e o insere na sociedade de uma forma bem condizente, mesmo sendo um ser que vive muito mais recluso, até pelo fato de ser um vampiro e não poder sair á luz solar.

O longa possui uma direção de arte incrível, para poder recriar a época retratada, com a escolha do local das filmagens sendo escolhidas a dedo e muitos móveis e adereços que são muito antigos e dá essa visão pra que a gente realmente esteja lá naqueles tempos antigos. Nisso Eggers é mestre pois ele se cerca sempre de ótimos profissionais que fazem esse trabalho artístico de primeira linha em seus filmes, sando aquela ótima dimensão para o espectador do cenário aonde suas histórias são contadas.
O mesmo digo do figurino do longa, que é muito bem construído sendo um dos principais, a vestimenta de Ellen e também a de Thomas, que para mim foram os que mais me chamaram a atenção, mas também lembrando as vestimentas de Friedirich e de Anna, que foi caprichado pela equipe de figurino também.
Outro ponto do filme que é de saltar os olhos de perfeito, é a Fotografia, o jogo de luzes, o preto e branco do longa e principalmente as tomadas amplas, são de brilhar os olhos, tudo muito bem fotografado, as tomadas no castelo sempre mostrando a magitude e grandiosidade do estrutura, as filmagens internas do castelo, um pouco mais escuras, com as velas fazendo boa parte do trabalho, sempre deixando a figura de Nosferatu um pouco mais nas sombras... e fazendo um contraponto inverso né, enquanto o Nosferatu está em cena em seu castelo tudo é muito mais vivo, com as velas iluminando o ambiente, com as paredes com cor mais viva, e quando Thomas está em seus aposentos, lá é tudo mais cinza, mais sem cor, mais sem vida... é uma brincadeira bacana com a Fotografia dentro do castelo.

O filme é ótimo, do começo ao fim não tem um momento onde você se sinta desligado do que está rolando na tela, o roteiro foi muito bem escrito e amarrado por Eggers, e o seu filme possui um ritmo bem interessante e funcional, dosando muito bem os momentos que acompanhamos o casal Hutter, e os momentos que vemos Nosferatu e seu assecla. A relação de Nosferatu e Ellen é bem interessante, sua fixação pela moça e sua tentaiva de tirar Thomas de seu caminho, sendo que a interação entre os dois no castelo é bem bacana de se acompanhar também.
O casal Harding também é muito legal de se acompanhar no longa, mas eles ficam bem mais interessantes mesmo, do meio pra frente do longa, quando Nosferatu começa a interagir com o casal levando a um acontecimento surreal, e as consequências disso são bem interesaantes de ver enquanto o filme se desenrola. É onde Friedirich ganha em tempo de tela, e seu personagem começa a crescer e ficar bem importante na história e cai mais no meu gosto.
Nosferatu é onipresente, aterrorizador, e se impõe de uma forma que nenhum outro personagem antigo ou atual se impõe. Gostei muito dessa versão dele, mesmo eu não tendo assistido o longa original do começo da década de 1900. Eggers dá essa onipresença a Nosferatu e sabe lidar com o tempo de tela do personagem e na personalidade do mesmo, ele mesmo sendo um ser vampiresco que faz parte do folclore da sociedade da época, Eggers ainda consegue dar ao personagem um senso próprio de amor, solidão, conexão, pois não consegui enxergar Nosferatu propriamente como um vilão crasso, mas ele é um ser que devido a sua natureza e as seus métodos, quer conquistar o que quer independente do que venha a acontecer com as pessoas envolvidas. Ele mesmo se acha imponente, como vemos nos diálogos dele com Thomas, diálogos bons e muito bem escritos por Eggers.

O elenco é bem recheado com nomes conhecidos e talentosos:

Temos a protagonista Lily Rose-Depp (do criticado The Idol), filha de Johnny Depp e Vanessa Paradis, faz Ellen, a escolhida por Nosferatu para ser sua cônjugue, e acho que ela fez uma performance muito boa, ela trouxe melnacolia e agonia para sua personagem queem poucos momentos se sentia a vontade dentro de seu casamento, mesmo amando muito seu marido, devido aos constantes pesadelos que tinha com Nosferatu que estava tentando cortejá-la, dentro do que Nosferatu considerava como cortejo.
Ela´euma ótima atriz quye quando exigida dramaticamente, consegue passar para sua personagem os sentimentos exatos que são pedidos da forma mais verossímil possível.

Nicholas Hoult (Jurado nº2) fez seu marido Thomas, e foi outro que fez um bom trabalho, acho que ele foi mais no automático neste filme, sem muito espaço talvez para poder improvisar em termos de criação de personagem, mas não comprometeu durante o filme e teve química com Lily-Rose para deixar a preocupação do casal um com o outro bem verdadeiro.

Aaron Taylor johnson (kraven o Caçador) fez Friedrich, marido de Anna, e acertou em cheio na sua atuação e na criação de seu personagem em termos de trejeitos e forma de se portar e falar. De longe, tirando Nosferatu, para mim, era o personagem mais interessante de acompanhar no filme, e Aaron cresceu muitio mais em sua atuação da maetade pro final de filme, uma vez que seu personagem passa por algo inimaginável no longa, fazendo com que ele cresça bastante em importância e em presença.
De longe foi o personagem que mais gostei no longa, e ver Aaron atuar assim de prato cheio é bem bacana de acompanhar, pois ele é alguém que gosto muito de ver em cena.

Emma Corrin (a Cassandra Nova de Deadpool & Wolverine) fez a esposa de Friedrich, Anna e o tempo que teve no filme ela aproveitou bastante, fez uma boa performance, trouxe um carisma pra personagem, e fez uma boa parceira com Aaron Taylor Johnson.

Ainda tivemos Ralph Ineson, que será Galacrus no prómixo Quarteto Fantástico do MCU, que fez o Dr. Wilhelm Stevens, e o já grandioso e onipesente Willem Dafoe (Ruas de Fogo, Asteroid City) que esteve nos últimos dois filmes de Eggers e aqui faz um ótimo Professor Albin Eberhart Von Franz que no momento que entrou em cena, roubou as atenções, trouxe um personagem que age mais pelo lado sobrenatural, é aquele jeito dele único de interpretar, foi muito bom tê-lo em cena como sempre, porque Willem Dafor enriquece qualquer obra que participa.

Robin Carolan fez a trila sonora do longa, ele fez seu primeiro trabalho no flme anterior de Egger 'O Homem do Norte', e aqui ele retorna para fazer um ótimo trabalho, sua composição é soturna, envolvente, íntriseca, dá aquele tom de suspense, de algo que está encoberto ou escondido, e quando Nosferatu aparece e também quando ele faz suas ações vampirescas, o trilha cresce, ela fica gigante, ela fica tão evidente e eloquente, é grandioso, é perfeito... Carolan foi muito feliz no seu trabalho e trouxe uma trilha que anda de mãos dadas como filme.

Chris Columbus produziu o filme ao lado de sua esposa Eleanor, e Chris foi nada mais nada menos que o Roteirista dos dois primeiros 'Gremilins' nos anos 80, 'Os Goonies', além de ter dirigido os dois primeiros 'Esqueceram de Mim', 'Uma Babá Quase Perfeita', 'A Pedra Filosofal' e 'A Câmara Secreta' da série Harry Potter... sem falar que produziu 'O Farol' e 'A Bruxa', sendo essa a terceira parceria dele com Eggers.

'Nosfeatu' foi bem indicado nessa temporada de premiações, mas pouco premiado:
- No Satellite Awards foi indicado a Melhor Fotografia, Melhor Figurino, Melhor Direção de Arte e Melhor Atriz em Filme Drama para Lily-Rose Depp. Levou apenas o prêmio de Melhor Elenco, onde não concorria com ninguém, é um prêmio especial da premiação que smepre escolhe um filme para congratular o elenco;

- No Critics Choice foi indicado a Melhor Maquiagem, Melhor Fotografia, Melhor Figurino e Melhor Direção de Arte. Levou o prêmio de Fotografia;

-No BAFTA indicado a Trilha Sonora, Fotografia, Figurino e Maquiagem. Não Levou nada;

-No Oscar está indicado a Direção de Arte, Fotografia, Figurino e Maquiagem.

Robert Eggers entrega mais um grande trabalho, mais um filme de alta qualidade em seu currículo de grandes filmes, é sempre gratificante esperar pelos próxios trabalhos de Eggers, porque sdabemos que iremos encontrar algo grandioso, de qualidade e envolvente.
Para mim, 'Nosferatu' é um filmaço.

(Assistido em 22/01/2025 - Cinemark Eldorado)
Thiago Petherson
Thiago Petherson

168 seguidores 259 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 16 de fevereiro de 2025
Gostei do filme.
O mais recente remake de uma clássica e polêmica obra do cinema. Dessa vez, o filme dá os devidos créditos às reais fontes de inspiração.

Nosferatu, de 2025, tem uma trama que, por vezes, é arrastada, mas que, do meio para o fim, apresenta ótimas nuances de terror. Ambientado na cinzenta e gélida Alemanha do século 18, o filme possui uma atmosfera sombria e gótica, traços esses que o diretor já trouxe em suas excelentes obras anteriores, como A Bruxa e O Farol, especializando-se nesse tipo de filme. Evidenciando seu talento para esses filmes com pegadas mais sombrias e góticas em suas produções.

Em termos de atuações, temos como destaque Willem Dafoe e a Lily-Rose Depp (não com tanto destaque), que se destacam em relação ao restante do elenco, que apenas compõe discretamente o núcleo central, envolvendo o casal principal.

O vampiro está muito bem apresentado, e a maquiagem está impecável. Nem deu para perceber que era Bill Skarsgård, que tem se especializado em papéis de criaturas bizarras.

É um bom filme, que pode ser um pouco longo, mas que, no final, acelera de maneira interessante e consegue tirar o sono que carregamos durante quase dois terços da obra.
Myn
Myn

25 seguidores 270 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 2 de fevereiro de 2025
FIlme excelente!!! O filme tem uma história interessante e eu não tinha visto o original, sendo assim, gostei demais da trama, cenário, figurino impecável, maquiagem perfeita sem contar a atuação dos atores. O filme tem mais de 2 horas, mas não é arrastado, possui conteúdo e te prende do início ao fim. Parabéns demais ao diretor pela escolha dos atores e atrizes.
Antowan
Antowan

18 seguidores 185 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 15 de fevereiro de 2025
O filme entretém , belas atuações, mas sei lá , poderia ser melhor , eu pelo menos esperava mais , mas não foi uma decepção assistir, acho que pro meu gosto não curti muito
WagnerSantos
WagnerSantos

6 seguidores 111 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 12 de janeiro de 2025
Terrivelmente belo e perturbador. Este é o conceito que posso dar para Nosferatu. A fotografia é um primor e nos remete com louvor ao expressionismo alemão. A sensação claustrofóbica é crescente. O roteiro nos coloca em posição de medo em quase toda a projeção, com uma narrativa inquietante, deixando claro a todo momento que o mal está a espreita. Palmas para a montagem. Só achei as atuações medianas, quase que teatral, beirando ao caricato. Talvez uma bela homenagem ao clássico.
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 893 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 10 de fevereiro de 2025
Nosferatu foi dirigido por Robert Eggers que também compôs o roteiro ao lado de Henrik Galeen. O filme recebeu algumas indicações ao oscar de 2025: melhor maquiagem e penteados, melhor fotografia e melhor direção de arte. A trama se passa nos anos de 1800, na Alemanha e acompanha o rico e misterioso conde Orlok (Bill Skarsgard) na busca do seu novo lar. O vendedor de imóvel Thomas Hutter (Nicholas Hoult) é responsável por conduzir o negócio pessoalmente na Transilvânia. Porém, o conde acaba se apaixonado pela sua jovem esposa, Ellen (Lily-Rose Depp) e agora se ver atormentada por visões e sonhos. Nesse remake, como todos sabem, a história é baseada no romance de Bram Stoker, mas podemos dizer que o filme não é para qualquer público. Digo isso porque não temos reviravoltas e o filme segue num ritmo cadenciado em seu primeiro e segundo ato ( o filme está mais próximo do Drácula de Bram Stoker de 1992). Aqui percebemos a preocupação da direção em compor os anseios da sociedade atual (diferente do primeiro filme do Nosferatu de1922 que também se mostrava preocupado com as questões de sua época). Ao tocar no adoecimento da sociedade, do impacto do isolamento das “espécies” e também sobre os papeis de gênero, são vistos em diálogos e expressões dos personagens. O filme se destaca por ser bastante sombrio e o uso de bons efeitos, na qual alguns lembrar até mesmo cenas de exorcismo. Destacamos a pouca, mas grande participação de William Dafoe como o professor Albin, na qual leva diálogos mais relevante para o filme.
NerdCall
NerdCall

59 seguidores 484 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 3 de janeiro de 2025
O remake de Nosferatu, dirigido por Robert Eggers, chega como um dos filmes mais aguardados dos últimos anos. Desde o anúncio, a expectativa era alta: o cineasta, conhecido por obras autorais como O Farol e A Bruxa, assumiu a responsabilidade de revisitar um dos maiores clássicos da história do cinema. Mais do que uma nova versão da icônica história de Conde Orlok, Eggers entrega um trabalho meticulosamente pensado, que celebra o legado da obra original enquanto a reconstrói sob uma lente moderna e inquietante.

Eggers não se contenta em repetir fórmulas. Sua abordagem reinterpreta Nosferatu de forma autoral, mergulhando profundamente em simbolismos e explorando temas de misticismo, horror e erotismo. A ambientação é um ponto alto, com cenários que evocam o desconforto e a estranheza. Cenas filmadas no Castelo Pernštejn, local da versão de Werner Herzog em 1979, e a inclusão de diálogos em dácio, uma língua extinta, reforçam o compromisso do diretor com a autenticidade histórica e o impacto emocional.

Conde Orlok, interpretado de maneira magistral por Bill Skarsgård, é o coração pulsante do filme. Eggers transforma o personagem em algo grotesco e erótico, uma figura que alterna entre o misterioso e o repulsivo. Cada aparição de Orlok é cuidadosamente trabalhada para provocar desconforto. Seja pela presença física ou pela perturbadora entonação vocal, Skarsgård faz de Orlok um vilão icônico, revivendo o terror que o personagem trouxe ao público há mais de um século.

O elenco é um dos trunfos de Nosferatu. Lily-Rose Depp, em um papel carregado de dramaticidade, se consolida como uma atriz capaz de emocionar mesmo em narrativas densas. Nicholas Hoult reafirma sua versatilidade e talento, enquanto Willem Dafoe, ainda que em um papel menor, deixa sua marca com uma performance poderosa. Skarsgård, no entanto, domina a tela, provando mais uma vez sua capacidade de interpretar personagens complexos e perturbadores.

Apesar do impacto inicial e da construção atmosférica impecável, Nosferatu enfrenta um desafio em seu terceiro ato. Conforme Orlok se torna mais presente na trama, o mistério que o cerca começa a se dissipar, diluindo o medo que o personagem inicialmente inspirava. Eggers tenta compensar essa perda com simbolismos e um encerramento narrativo sólido, mas a transição inevitavelmente reduz o impacto inicial.

Nosferatu é mais do que um remake; é uma releitura ousada que respeita suas origens enquanto desafia as expectativas do público moderno. Eggers demonstra, mais uma vez, sua habilidade de criar obras visualmente deslumbrantes e narrativamente ricas. Embora o filme perca um pouco de força em sua reta final, ele se mantém como uma experiência cinematográfica única, capaz de causar desconforto e fascínio na mesma medida.
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