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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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Cinepop
O filme é tão bem realizado que prepara o espectador para um gran finale repleto de sentimentos guardados e que precisavam escapar para que o protagonista seguisse em frente com sua vida.
Folha de São Paulo
Massimo descobre o mundo como quem precisa restaurar um sentido, mas se choca o tempo todo com a opacidade e o desinteresse dos adultos por sua falta. [...] O filme nos leva a percorrer um caminho equivalente com sua narrativa aleatória.
Papo de Cinema
Há uma nostalgia melancólica na visão de Bellocchio, transmitida pelo olhar desolado de Valerio Mastandrea, mas que o diretor faz questão de fundir ao humor. O confrontamento do poder – elemento indispensável à obra do italiano -, por exemplo, vem no divertido diálogo do jovem Massimo com o padre.
Cinema em Cena
Montado com brilhantismo por Francesca Calvelli, que cria uma estrutura cronologicamente fluida, [...] usa a recorrência dos flashbacks como um modo inteligente e eficaz de ilustrar, através da natureza inesperada de suas aparições...
Cineweb
Bellocchio compõe com nuances e realismo as diversas fases na vida de Massimo, tirando um ótimo proveito de imagens da televisão da época (anos 1950/1960) não só para situar a história temporalmente como para definir o papel que ela representa no imaginário do menino.
O Globo
A mãe (Barbara Ronchi) e o pai (Guido Caprino) desempenham papéis-chave em uma história de amor e mistério que aos poucos revela seus doloridos contornos.
Observatório do Cinema
O ator Valerio Mastrandrea realiza perfeitamente o papel do homem afetado pela ausência da sua mãe. Valerio dá o peso certo à carga dramática dessa personagem.
Preview
Com boa reconstituição de época, bela fotografia do premiado parceiro Daniele Ciprì, boa música original do também parceiro Carlo Crivelli e ainda o auxílio luxuoso de Deep Purple, com “Highway Star”, entre outras canções conhecidas, o título ganharia mais ritmo se fosse mais curto.
Quarto Ato
"Belos Sonhos" é um filme maduro, que demanda do espectador imersão na narrativa e proporciona reflexões sobre a subjetividade e o passado. A identificação é quase imediata, e as pouco mais de 2 horas de duração parecem minutos perante ao que é colocado em tela.
Télérama
Marco Bellocchio não acredita em Deus (ele denuncia mais uma vez os perigos e mistificações da religião), mas pelo menos ele acredita na cura, na melhoria de si e do mundo.
Zero Hora
Ainda que temos caros à obra do realizador de filmes como "De Punhos Cerrados" (1965) [...] estejam presentes também em "Belos Sonhos", [...] Bellocchio parece ter ficado reverente demais ao original literário...
The Hollywood Reporter
[...] o filme tem um impacto emocional e uma urgência que capturam a atenção do espectador, apenas perdendo potência nos últimos momentos de um drama surpreendemente compacto com mais de duas horas de direção.
Critikat.com
Por mais que seja filmada de maneira elegante, a ação torna-se limitada por uma estrutura que revela quem está por trás do roteiro. Não se cria um protagonista consistente, nem se projeta um ponto de vista do cineasta sobre o que é contado.
Screen International
O aspecto mais frustrante de "Belos Sonhos" é que o filme permite que os espectadores fiquem muito à frente do protagonista na investigação sobre o que realmente aconteceu com a mãe.
Variety
Apesar do filme se tornar mais cômico em direção ao fim, o dano já estará feito quando você chegar lá, nem mesmo a melhor parte do filme vai corrigir os problemas.
Veja
O diretor italiano Marco Bellocchio recorre à mesma linha narrativa de "Sangue do Meu Sangue", seu filme anterior, no novo drama "Belos Sonhos". [...] Tendo um protagonista psicologicamente abalado, o diretor perdeu a oportunidade de analisar seus traumas e levá-lo à terapia.