Holding The Man
Média
4,0
78 notas

13 Críticas do usuário

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9 críticas
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Danilo A.
Danilo A.

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 17 de novembro de 2016
O filme realmente retrata a essência de um relacionamento homossexual e como a sociedade (inclusive nos dias atuais) reagem/procedem com a essa relação. O filme tbm é extremamente emocionante, com um enredo ótimo e uma direção artística perfeita. Sem contar com a bela atuação dos atores.
Marcos D.
Marcos D.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 26 de outubro de 2016
Excelente filme, retrata toda essência de um relacionamento gay. A história de forma cronológica é bem atraente os atores bons e a trilha perfeita.
Luiz Cappellano
Luiz Cappellano

62 seguidores 103 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 22 de outubro de 2016
Filme baseado em uma história real, narrada por um dos protagonistas, "Tim" (Timothy Conigrave) em romance autobiográfico.
Sensível e extremamente emocionante, nos mostra seu relacionamento com John (John Caleo) durante 15 anos, começando quando ambos estavam no Ensino Médio.
Tudo bem até aqui, mas este não é apenas mais um filme sobre a homoafetividade, a intolerância e o preconceito, simplesmente porque o intervalo de tempo em que ele transcorre (do final dos anos 70 até meados dos anos 90) tem a riqueza e a peculiaridade de partir de uma época em que ainda vigorava na Austrália, onde se desenvolve o enredo, a "Lei anti-sodomia", herdada do Império Britânico para chegar aos levantes de jovens e luta pelos direitos civis LGBTs naquele país. Também é a época em que começaram a ser relatados os primeiros casos de AIDS e que ainda não haviam sido desenvolvidos medicamentos eficientes para controle da doença: o diagnóstico de HIV estava quase sempre atrelado a um atestado de óbito, como acontece efetivamente com ambos os protagonistas.
Com reações absolutamente inesperadas, como a do padre Jesuita que dirige o colégio em que ambos estudam e que decide ignorar tanto a carta de amor escrita por Tim quanto a reação dos professores em relação ao casal e ainda os alerta que para ter uma posição firme frente à sociedade é necessária cultura e conhecimento (instrução), ou a do pai de John que resoolve decidir a sucessão (herança) e detalhes do funeral do próprio filho, antes mesmo que este tenha efetivamente ido a óbito, o filme surpreende por preservar o amor e a cumplicidade que uniu este casal por uma década e meia e por não cair jamais no clichê, no estereótipo ou na caricatura.
Todos aqueles que de fato amam ou já amaram compreenderão a imensa dor e o vazio experimentado por Tim diante da morte de John. É uma dor existencial que chega a nos proporcionar desconforto físico.
Recomendo o filme não apenas a todos os interessados nas temáticas da homoafetividade e de pessoas vivendo com HIV/AIDS como também a todos que se interessam pelo amor!
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