Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Wander P.
21 seguidores
33 críticas
Seguir usuário
1,5
Enviada em 15 de março de 2021
Bem ruim, acontecimentos pouco prováveis, falhas nos acontecimentos, o filme se perde no meio ja que Aaron sabe de Angela mas depois seu nome não é mais mencionado, Aaron nao tem amigos? Aaron vive numa cidade onde só tem ele nas ruas e nos parques? Poderia ter sido bom, mas foi mal trabalhado.
É impressionante como uma porcaria deste tamanho consegue arrancar tantos elogios das pessoas! E o que pensar quando um desastre deste consegue ter uma parte 2? Infantil e sem ideias, repleto de clichês e repetitivo, é impossível quantificar o quanto CREEP é ruim. O marketing da NETFLIX está funcionando a pleno vapor, pois apenas o marketing explica o exagero de elogios hiperbólicos a tanta ruindade.
Que filme tenso... ao assistir, é necessário levar em consideração que existe sim gente inocente, curiosa e desprendida como Aaron (principalmente nos EUA). Baita filme.
Rezenha Crítica Creep 1 e 2 sem espaços: h t t p s : / / rezenhando . wordpress . com /2018/08/10/rezenha-critica-creep-1-e-2/
Ultimamente nem tenho acessado muito Netflix, não tenho concordado com a política de priorizar produções originais do que adquirir um amplo catálogo de filmes de terceiros, mas enfim, noite chuvosa, feriado, eis que bateu aquela vontade de assistir um filme curto e de terror. Demorou pra encontrar e acabei caindo num tal de Creep, tinha o 1 e o 2 ainda por cima, mesmo torcendo o nariz resolvi assistir só o primeiro. Bom não precisa nem falar que logo depois já assisti o 2 né? Conheçam o Peachfuzzz e confiram a “rezenha” crítica de Creep 1 que foi lançado em 2014 e Creep 2, lançado em 2017.
Rezenha Crítica Creep 1, 2014 Tanto o primeiro como o segundo são a mesma linha de história. Josef é um personagem complexo com sérios problemas psicológicos que não sabemos (e nem queremos) a origem e que contrata pessoas para gravarem seu dia a dia. A pessoa da vez foi Aaron, que fica fascinado pelo modo de vida de Josef e também pelo dinheiro pago por ele ksksksksksksks.
Creep tem todos clichês de terror possíveis, desde um protagonista extremamente e absurdamente inocente (burro), found footage (estilo de filme gravado à mão), história rasa e simplória com um assassino (serial killer), vários jump scares e uma continuação igual.
Com esse conjunto de característica teria tudo pra ser uma merda de filme, só que não, é um bom exemplo de como pegar uma receita de bolo bem saturada, e se bem feito, fazer um PUTA BOLO GOSTOSO.
Mark Duplass, o antagonista, surge como um excelente ator, talvez um dos melhores ingredientes do “despretensioso bolo”. Ele consegue transmitir toda a loucura, insanidade e aleatoriedade de Josef. Resumindo eu curti pra caralho e teria ido embora da casa no momento que Josef me convidaria pra gravá-lo tomando banho de banheira.
Creep garante diversão, tensão e vários sustos durante uma hora e meia de filme. Duração perfeita, mais que isso tornaria o filme uma droga cansativa.
Iria assistir de novo? Sim!
Minha nota é 3,5/5.
Rezenha Crítica Creep 2, 2017 Uma cópia do primeiro, mas com outro protagonista, no caso uma jovem cineasta e claro o talentosíssimo Mark Duplass, que novamente rouba a cena! E desta vez além dos clichês, Creep com seu criador e diretor (Patrick Brice, dirigiu e protagonizou o primeiro, nesta sequência apenas dirigiu) gravaram uma sequência exatamente como a primeira, não mudaram uma vírgula e ainda sim o filme é curiosamente bom.
A franquia Creep arromba paradigmas do cinema, repete o que já foi usado exaustivamente e de uma forma inexplicável, fica bom! Não sei até aonde Creep terá fôlego, mas caberia no máximo mais um terceiro pra fechar uma trilogia Creep, só acho!
É um filme um pouco complexo, e que pode desagradar quem gosta mais daquele estilo sangrento, cheio de cenas de ação e perseguição. O final deixa um pouco a desejar e também apresenta alguns furos no roteiro. Mas no geral, cumpre bem o seu papel dentro do gênero do suspense, te prendendo do começo ao fim e te instigando a descobrir o desfecho de modo não previsível. Também cabe ressaltar a ótima atuação de Mark Duplass, que incorpora de maneira excelente o seu personagem, além do fato de ter um bom argumento para a câmera estar sempre ligada, algo que geralmente não faz muito sentido no estilo found footage. O filme também ironiza um pouco os sustos gratuitos que são comuns em produção deste tipo. É uma boa alternativa para o gênero found footage, que vem se gastando bastante nos últimos anos.
Um filme interessante que te faz pensar sobre a sanidade das pessoas. Não é um dos melhores filmes já criados, mas é difícil se arrepender de ter assistido.
Pense em um filme clichê e cheio de furos,pensou?, então você já sabe o que é esse filme. Além de situações absurdas e furos de enredo, não trás absolutamente nada de novo ao gênero, é um filme para pequenos e pouco exigentes, cérebros. O mais absurdo é que teve uma continuação.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade