"L'école buissonière" é um daqueles filmes "menores" que não teve muita projeção em 2017 quando saiu. Provavelmente poucos assistiram; se você ainda não o fez e está disposto/a a mergulhar em uma história que é quase uma fábula, um "feel-good movie" francês que a família toda pode assistir junto, esse "A escola da vida" é seu filme.
Mas não se deixe enganar pelas minhas palavras: o filme não é nenhum conto fantástico e tampouco é exclusivo para um público infantil.
Estamos no interior da França nos anos '30. Entre no mundo de Paul, um garoto órfão que foi confiado a um casal de campanha. O menino, ao se deparar com uma realidade completamente nova para ele, descobre um mundo feito de florestas, lagoas e animais selvagens e fica encantado. Paul faz amizade com Totoche (François Cluzet), um velho caçador muito particular que lhe ensina os segredos da floresta. E a vida ainda guarda muitas surpresas...
A trama é linear, o roteiro simples e sem flashbacks. A história é enriquecida pela maravilhosa fotografia, agraciada pelos magníficos lugares e as imagens da natureza que falam por si só.
Uma viagem de duas horas (prestando bem atenção na paisagem!) em um conto de outros tempos.
Muito bom!