Vinte e dois anos após o lançamento do primeiro filme, chega aos cinemas o sexto capítulo da franquia cinematográfica baseada na popular série de tv dos anos 1960. E sem exagero, o novo filme do agente secreto Ethan Hunt nos leva para aquele raro território, em que a qualidade de uma sequência se encontra a quilômetros de distância da obra original. Não que Missão: Impossível (1996) ou suas continuações anteriores não sejam bons filmes, mas desta vez, estamos diante de um roteiro que chega aos limites da perfeição. Boa parte desta proeza se deve indiscutivelmente a seu protagonista. Tom Cruise mais uma vez dispensou seus dublês e aos 56 anos protagonizou algumas das cenas de ação mais radicais e arriscadas dos últimos anos. Seja em uma fuga alucinante nas ruas de Paris, em um salto de avião há mais de 25 mil pés de altitude, saltando de um prédio para outro ou pilotando um helicóptero entre perigosas cordilheiras, a escolha do astro de fazer tudo por conta própria e na raça, faz a experiência cinematográfica ficar mais realista e admirável. Quem assume a direção do longa é novamente Christopher McQuarrie, que já havia feito um ótimo trabalho no filme anterior lançado em 2015, e que agora eleva ainda mais o nível da produção. Aliás, Efeito Fallout é uma sequência direta de Nação Secreta, trazendo de volta o vilão Solomon Lane (Sean Harris) e revelando toda a sua influência sobre a organização terrorista “o Sindicato” e seus fiéis aliados, conhecidos como os Apóstolos. Tendo como ponto de partida a busca incansável por três núcleos de plutônio roubados pelos Apóstolos para um ataque de dimensões catastróficas, M:I:6 apresenta ao longo de sua história um confronto ideológico, físico e verbal entre Ethan Hunt e o agente especial August Walker (Henry Cavill), que acompanha a missão de resgate das bombas à mando do alto comando da CIA, com ordens de controlar a situação e com carta branca para, se necessário, matar Hunt. Vários personagens das aventuras anteriores retornam para esta estória, como a inglesa Ilsa Faust (Rebecca Ferguson) e o agora novo diretor da IMF, Alan Hunley (Alec Baldwin), ambos ocupando um merecido lugar de destaque na trama. Os veteranos Luther Stickell (Ving Rhames) e Benji Dunn (Simon Pegg) continuam sendo grandes parceiros nos planos de Ethan, além de garantirem ótimos momentos de alívio cômico. Dinâmico e explosivo, o filme não para um segundo e apresenta um desfecho perfeito, alinhando os desdobramentos da narrativa com reviravoltas surpreendentes, que amarram pontas soltas de outras aventuras – como o esclarecimento sobre o real destino da ex-mulher de Hunt, Julia (Michelle Monaghan) – além de levantar discussões quanto a necessidade de se tomar decisões extremas sempre pensando no bem comum, e sobre os sacrifícios que uma atividade profissional responsável muitas vezes impõem sobre a vida pessoal.
as impressionantes cenas de luta e perseguição, além do carisma e talento de Tom Cruise como protagonista. A trama complexa e repleta de reviravoltas também é frequentemente elogiada, assim como a direção habilidosa de Christopher McQuarrie. O filme é considerado por muitos como um dos melhores da franquia
PQP! Que filme...gosto demais da franquia e nesse fiquei grudada na poltrona! Muita ação, filme para assistir no cinema de modo a se impactar mais com as cenas de ação.
nossa tomara que essa serie de filmes continue tao sensacional quanto nos últimos filmes ,a qualidade parece se manter sempre .atores,roteiros todos são bons e merecem destaques
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