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ATÔMICA (2017) — Elegância, violência e espionagem em um jogo onde ninguém é totalmente confiável
Título original: Atomic Blonde
Gêneros: Ação, espionagem, suspense e thriller
Ano de lançamento: 2017
Duração: 1h55min
Direção: David Leitch
Elenco principal:
Charlize Theron como Lorraine Broughton, agente do MI6
James McAvoy como David Percival, chefe da estação britânica em Berlim
Sofia Boutella como Delphine Lasalle, agente francesa
Eddie Marsan como Spyglass, agente com informações secretas
John Goodman como Emmett Kurzfeld, agente da CIA
Toby Jones como Eric Gray, representante do serviço secreto britânico
Estória
Ambientado em Berlim, nos últimos dias da Guerra Fria, Atômica acompanha Lorraine Broughton, uma agente britânica enviada para recuperar uma lista secreta que contém informações capazes de comprometer diversos espiões. Em uma cidade dividida por tensões políticas, muros e interesses internacionais, Lorraine precisa descobrir quem está do seu lado e quem está preparando sua queda.
A missão parece relativamente simples, mas rapidamente se transforma em um jogo perigoso de mentiras, traições e alianças duvidosas. Ao lado de David Percival, um agente cuja conduta desperta desconfiança, Lorraine mergulha em uma rede de espionagem na qual qualquer informação pode ser uma armadilha.
O filme apresenta uma protagonista que não depende de salvadores nem precisa ser protegida pelos homens ao seu redor. Lorraine é inteligente, calculista e extremamente habilidosa, mas também é humana: apanha, sente dor, se machuca e precisa encontrar forças para continuar. Essa característica torna suas lutas mais físicas e convincentes do que aquelas em que o protagonista parece invulnerável.
Atuações
Charlize Theron é o grande destaque da produção. Sua interpretação combina frieza, sensualidade, inteligência e brutalidade, construindo uma espiã que domina a tela sem precisar de discursos grandiosos. Sua preparação física fica evidente nas sequências de combate, especialmente nos confrontos prolongados, nos quais o cansaço e os ferimentos fazem parte da luta.
James McAvoy acrescenta ambiguidade ao personagem David Percival. Nunca sabemos completamente até que ponto podemos confiar nele, e essa incerteza fortalece a atmosfera de paranoia. Sofia Boutella também contribui para a dimensão emocional da história, enquanto Eddie Marsan e John Goodman ajudam a construir o universo de interesses conflitantes dos serviços secretos.
Ação, fotografia e trilha sonora
David Leitch, que possui experiência como dublê e coordenador de cenas de ação, imprime ao filme uma identidade visual marcante. As lutas são brutais, os golpes parecem ter consequências reais e a protagonista não vence todos os confrontos com facilidade. Em alguns momentos, a violência é tão intensa que sentimos o desgaste físico de cada movimento.
A fotografia utiliza luzes neon, tons frios e cenários urbanos para retratar uma Berlim sombria, dividida entre o glamour noturno e a tensão política. A cidade não funciona apenas como pano de fundo: ela representa um mundo em transformação, no qual as antigas certezas estão prestes a desaparecer.
Outro grande acerto é a trilha sonora, que recupera músicas marcantes da década de 1980 e combina com a atmosfera da época. As canções não estão ali apenas para preencher o silêncio; elas ajudam a criar contraste entre a elegância visual e a brutalidade dos confrontos.
易 O que o filme nos faz pensar?
Atômica mostra que, no universo da espionagem, a verdade raramente aparece de forma simples. Cada personagem possui interesses próprios, cada informação pode ser manipulada e cada aliança pode esconder uma traição.
A lista procurada por Lorraine simboliza algo maior do que um documento secreto: representa o poder que a informação exerce sobre governos, organizações e indivíduos. Em um cenário no qual todos tentam controlar o que os outros sabem, confiar se torna um risco tão grande quanto enfrentar um inimigo armado.
Por outro lado, a trama pode exigir bastante atenção. As reviravoltas, os diferentes agentes e os jogos de interesses tornam o enredo menos direto do que a ação sugere. Em certos momentos, o estilo visual e as sequências de combate acabam sendo mais memoráveis do que a própria história.
⭐ Vale a pena assistir?
Sim! Minha nota é 6,5/10.
Atômica é um filme que possui qualidades evidentes, principalmente na atuação de Charlize Theron, na brutalidade das lutas, na fotografia e na trilha sonora. A protagonista demonstra que uma personagem feminina pode carregar um filme de ação com força, inteligência e presença, sem precisar ser transformada em alguém invencível.
Entretanto, o roteiro de espionagem nem sempre acompanha a qualidade técnica da produção. A quantidade de informações, as traições e as mudanças de perspectiva podem tornar a narrativa confusa, diminuindo o impacto de algumas revelações.
Minha nota de 6,5 de 10 reflete justamente esse equilíbrio: é uma produção estilosa, com excelentes momentos de ação, mas que poderia desenvolver melhor sua trama para alcançar um resultado mais marcante.
No fim, Atômica deixa claro que, em um mundo de espiões, a aparência pode enganar, a confiança pode custar caro e sobreviver nem sempre significa vencer. Às vezes, a pessoa mais perigosa da sala é justamente aquela que todos subestimaram.
#Atômica #AtomicBlonde #CharlizeTheron #JamesMcAvoy #SofiaBoutella #DavidLeitch #FilmeDeAção #Espionagem #Suspense #GuerraFria #Cinema #CríticaDeFilme #ResenhaDeFilme #FilmesDeEspionagem #CinemaDeAção #ValeAPenaAssistir #Nota65
Título original: Atomic Blonde
Gêneros: Ação, espionagem, suspense e thriller
Ano de lançamento: 2017
Duração: 1h55min
Direção: David Leitch
Elenco principal:
Charlize Theron como Lorraine Broughton, agente do MI6
James McAvoy como David Percival, chefe da estação britânica em Berlim
Sofia Boutella como Delphine Lasalle, agente francesa
Eddie Marsan como Spyglass, agente com informações secretas
John Goodman como Emmett Kurzfeld, agente da CIA
Toby Jones como Eric Gray, representante do serviço secreto britânico
Estória
Ambientado em Berlim, nos últimos dias da Guerra Fria, Atômica acompanha Lorraine Broughton, uma agente britânica enviada para recuperar uma lista secreta que contém informações capazes de comprometer diversos espiões. Em uma cidade dividida por tensões políticas, muros e interesses internacionais, Lorraine precisa descobrir quem está do seu lado e quem está preparando sua queda.
A missão parece relativamente simples, mas rapidamente se transforma em um jogo perigoso de mentiras, traições e alianças duvidosas. Ao lado de David Percival, um agente cuja conduta desperta desconfiança, Lorraine mergulha em uma rede de espionagem na qual qualquer informação pode ser uma armadilha.
O filme apresenta uma protagonista que não depende de salvadores nem precisa ser protegida pelos homens ao seu redor. Lorraine é inteligente, calculista e extremamente habilidosa, mas também é humana: apanha, sente dor, se machuca e precisa encontrar forças para continuar. Essa característica torna suas lutas mais físicas e convincentes do que aquelas em que o protagonista parece invulnerável.
Atuações
Charlize Theron é o grande destaque da produção. Sua interpretação combina frieza, sensualidade, inteligência e brutalidade, construindo uma espiã que domina a tela sem precisar de discursos grandiosos. Sua preparação física fica evidente nas sequências de combate, especialmente nos confrontos prolongados, nos quais o cansaço e os ferimentos fazem parte da luta.
James McAvoy acrescenta ambiguidade ao personagem David Percival. Nunca sabemos completamente até que ponto podemos confiar nele, e essa incerteza fortalece a atmosfera de paranoia. Sofia Boutella também contribui para a dimensão emocional da história, enquanto Eddie Marsan e John Goodman ajudam a construir o universo de interesses conflitantes dos serviços secretos.
Ação, fotografia e trilha sonora
David Leitch, que possui experiência como dublê e coordenador de cenas de ação, imprime ao filme uma identidade visual marcante. As lutas são brutais, os golpes parecem ter consequências reais e a protagonista não vence todos os confrontos com facilidade. Em alguns momentos, a violência é tão intensa que sentimos o desgaste físico de cada movimento.
A fotografia utiliza luzes neon, tons frios e cenários urbanos para retratar uma Berlim sombria, dividida entre o glamour noturno e a tensão política. A cidade não funciona apenas como pano de fundo: ela representa um mundo em transformação, no qual as antigas certezas estão prestes a desaparecer.
Outro grande acerto é a trilha sonora, que recupera músicas marcantes da década de 1980 e combina com a atmosfera da época. As canções não estão ali apenas para preencher o silêncio; elas ajudam a criar contraste entre a elegância visual e a brutalidade dos confrontos.
易 O que o filme nos faz pensar?
Atômica mostra que, no universo da espionagem, a verdade raramente aparece de forma simples. Cada personagem possui interesses próprios, cada informação pode ser manipulada e cada aliança pode esconder uma traição.
A lista procurada por Lorraine simboliza algo maior do que um documento secreto: representa o poder que a informação exerce sobre governos, organizações e indivíduos. Em um cenário no qual todos tentam controlar o que os outros sabem, confiar se torna um risco tão grande quanto enfrentar um inimigo armado.
Por outro lado, a trama pode exigir bastante atenção. As reviravoltas, os diferentes agentes e os jogos de interesses tornam o enredo menos direto do que a ação sugere. Em certos momentos, o estilo visual e as sequências de combate acabam sendo mais memoráveis do que a própria história.
⭐ Vale a pena assistir?
Sim! Minha nota é 6,5/10.
Atômica é um filme que possui qualidades evidentes, principalmente na atuação de Charlize Theron, na brutalidade das lutas, na fotografia e na trilha sonora. A protagonista demonstra que uma personagem feminina pode carregar um filme de ação com força, inteligência e presença, sem precisar ser transformada em alguém invencível.
Entretanto, o roteiro de espionagem nem sempre acompanha a qualidade técnica da produção. A quantidade de informações, as traições e as mudanças de perspectiva podem tornar a narrativa confusa, diminuindo o impacto de algumas revelações.
Minha nota de 6,5 de 10 reflete justamente esse equilíbrio: é uma produção estilosa, com excelentes momentos de ação, mas que poderia desenvolver melhor sua trama para alcançar um resultado mais marcante.
No fim, Atômica deixa claro que, em um mundo de espiões, a aparência pode enganar, a confiança pode custar caro e sobreviver nem sempre significa vencer. Às vezes, a pessoa mais perigosa da sala é justamente aquela que todos subestimaram.
#Atômica #AtomicBlonde #CharlizeTheron #JamesMcAvoy #SofiaBoutella #DavidLeitch #FilmeDeAção #Espionagem #Suspense #GuerraFria #Cinema #CríticaDeFilme #ResenhaDeFilme #FilmesDeEspionagem #CinemaDeAção #ValeAPenaAssistir #Nota65
Com várias sequências alucinantes de muita ação, o filme é envolvente, tem uma trilha sonora marcante e visual chamativo.
O filme tem um trama interessante , é muito bem dirigido , um bom elenco! ..,as cenas de ação são muito boas! outro destaque também é a trilha sonora , toda dos anos 80 , muito legal!! Fantástico , Mas o roteiro é bem clichê , é mais do mesmo.., e isso fez o filme se tornar mais um filme de ação bem feito, mas ainda assim , vale pelas qualidades que citei acima.
Não escutem os comentários negativos, se tivesse lido antes nem teria assistido. Filme ótimo, bom roteiro e atuações.
Ou a história é muito dificil de entender, ou eu não prestei atenção, ou prestei atenção mas não fui inteligente pra entender a história. Eu naõ entendi nada do inicio ao fim, o que salvou foi a ação bem "humana" onde ela apanha mais do que bate, a cena de combate no prédio perto do final salvou o filme. Esperava mais pra um filme que é chamado de John Wick Mulher
Muita cenas de ação; reviravolras inesperadas; suspense; lutas sensacionais; mas atenção: nada é o que parece, a não ser a atuação soberba e a beleza e o charme de Charlize Theron. Algumas coisas não são bem esclarecidas, mas no fim... Vale! Muito bom! Quatro estrêlas!
Imagina achar que o filme 'Atômica' teria a Debbie Harry de Blondie e no fim é um filme de ação da tela quente?
Com ação ao som de tudo menos Blondie, decepcionante o filme tentou ser um 006, Sherlock Holmes e falhou com clímax previsíveis o filme tinha tudo para dar certo, porém não deu, e sem falar que o roteiro poderia ter uma abordagem em relação a música 'Atomic' ou menos fosse um filme biográfico de Debbie Harry que contasse uma história baseado nas músicas, a execução deixou a desejar.
Mesmo com efeitos, brigas, tiros, coisas comuns nesses filmes, foi quase que jogar o legado de Debbie Harry na lama, pontuo que o erro foi ligar duas coisas nada a ver com a outra, 'Música' e 'Filmes de Ação' se tivesse tirado o 'Atômica' do título talvez vingasse, mas mesmo assim é uma produção mediana.
Com ação ao som de tudo menos Blondie, decepcionante o filme tentou ser um 006, Sherlock Holmes e falhou com clímax previsíveis o filme tinha tudo para dar certo, porém não deu, e sem falar que o roteiro poderia ter uma abordagem em relação a música 'Atomic' ou menos fosse um filme biográfico de Debbie Harry que contasse uma história baseado nas músicas, a execução deixou a desejar.
Mesmo com efeitos, brigas, tiros, coisas comuns nesses filmes, foi quase que jogar o legado de Debbie Harry na lama, pontuo que o erro foi ligar duas coisas nada a ver com a outra, 'Música' e 'Filmes de Ação' se tivesse tirado o 'Atômica' do título talvez vingasse, mas mesmo assim é uma produção mediana.
Esperava mais! Trama meio confusa. Para um filme do gênero ação foi muito parado, do início ao meio é cansativo.
Não prende sua atenção, porque o filme não é empolgante. Achei mediano para fraco. A atuação impecável da Charlize Theron e algumas boas cenas de ação são literalmente o que salvam o filme.
Não prende sua atenção, porque o filme não é empolgante. Achei mediano para fraco. A atuação impecável da Charlize Theron e algumas boas cenas de ação são literalmente o que salvam o filme.
Cenas de ação sensacionais (umas muito trabalhadas, e SEM CORTE), maquiagem maravilhosa, atuação perfeita, elenco show demais! muito bom
Ah, na boa? Filme super-legal! Charlise está ótima em tu-do! Linda, super-convincente como uma espiã boa de porrada e conduzindo a trama, e coadjuvantes, com maestria. Suspense e cenas de ação muito bem coordenadas, deixando o expectador sempre aguardando "o que viria depois". Leva quatro estrêlas!
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