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Nelson J
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1.978 críticas
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2,5
Enviada em 4 de março de 2016
Se o original é grotesco e só consegui assistir o trailer do filme que levou quase todas as framboesas de ouro, entendi que uma sátira poderia ser legal e foi. Os personagens leem trecho do livro 50 tons de cinza, comparam Apple e Dell, falam do trabalho escravo para a Nike e por ai vai. A dublagem é ruim, mas a maior parte das cópias é dublada.
assisti de teimoso que era mesmo com todas as críticas que tinha lido ainda quis arriscar e foi uma hora e meia de puro desperdício do meu tempo que poderia estar assistindo algum outro filme melhor, simplesmente um lixo não percam tempo
Ao ver o trailer desse filme fiquei extremamente empolgado com o tom da comédia-paródia aqui, que brinca com um filme ridículo (que nem é tão ruim assim) que explora as perversões sexuais de um jovem branco rico. Pois bem: aqui temos um negro que ficou rico praticando o estereótipo negro: tráfico de drogas.
Os irmãos Wayans possuem histórico cinematográfico quase 100% focado nas comédias conhecidas como pastelão. O humor debochado, escrachado e muito vezes apelativo sempre foi marca do grupo, haja vista produções como Todo Mundo em Pânico, As Branquelas, Vizinhança do Barulho, Inatividade Paranormal entre outras. Os estilo característico sem mantém neste 50 Tons de Preto.
Nitidamente satirizando outro filme (50 Tons de Cinza) que já é ruim por natureza, coube ao produtor, roteirista e protagonista Marlon Wayans a tarefa de criar uma paródia que se esforça para rebuscar ainda mais a produção em que se baseia. Wayans é Christian Black, um milionário sedutor que adora ter total controle de seus relacionamentos, inclusive abusando de "brinquedos" sado-masoquistas que nem sempre visam o prazer. A nova "conquista" de Black é Hannah Steele (Kali Hawk) uma inocente estudante que vai ao seu encontro para uma entrevista, mas acaba chamando a atenção do rico empresário.
O ponto de partida é o mesmo narrado nos tons de cinza, porém, fazendo uso de palavrões em absolutamente todas as frases. Não há praticamente nenhum momento que se vê uma tentativa de fazer piada sem usar expressões pejorativas ou de sentido dúbio. Isso sem contar que o escracho se baseia também no humor físico, pois não são poucos os momentos que envolvem pancadas, tapas ou tombos com a proposta de divertir. Sem contar as inevitáveis piadas envolvendo racismo e preconceito que transbordam a todo instante, com comentários típicos da trupe dos Wayans.
Apesar de muitas piadas de gosto duvidoso surgirem com frequência, algumas ainda são aceitáveis e capazes de provocar risos verdadeiros, a cena em que Black lê o livro como forma de tortura sadô é fenomenal; ou mesmo as referências bizarras a grandes filmes de temática racial; e porque não dizer, ao pesado Ninfomaníaca.
Certo da tentativa de agradar a seu público, Marlon Wayans volta a investir naquilo o que fez bem sucedido: comédias. 50 TONS DE PRETO não é nem longe um filme interessante, soa como pretensioso demais para debochar de uma fonte ruim em todos os aspectos. Encarado como zoeira pura pode ainda sim causar momentos de entretenimento e risadas casuais.
Filme pra quem gosta de humor escrachado e com forte apelo sexual. Só o que salvou foi a dublagem totalmente adaptada a nossa atualidade brasileira. Não ri.
Marlon Wayans é um grande ator. Nas paródias que o mesmo já fez (Todo Mundo em Pânico, Inatividade Paranormal 1 e 2) ele se saiu muito bem, e não podemos nos esquecer do sucesso As Branquelas. Mas "50 Tons de Preto" foi muito mais que um filme forçado. A ideia de satirizar o sucesso "50 Tons de Cinza" foi divertida e esperada, mas o filme ficou mais apelativo do que propriamente engraçado.
Embora o filme tenha uma boa proposta de fazer uma paródia ao filme original é muito apelativo a comédia fica perdida no meio do caminho. Não perca tempo, não vale a pena.
Amei o filme, tem seus problemas, primeiro deles é a dublagem, meu Deus que coisa horrível, já na primeira fala, nem pensei duas vezes e já troquei pro idioma original.
outro ponto incrível são as referências cinematográficas, exemplos: magic Mike whiplash. 12 anos de escravidão. e por aí vai sem dúvida são os pontos altos do filme. tirando isso é bem ruim kkk
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