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Dudu S.
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4,0
Enviada em 27 de janeiro de 2026
Bom! Alguns anos atrás foi lançado no cinema o filme Kingsman: O Serviço Secreto, agora Matthew Vaughn, o diretor dos dois longas, nos traz o filme kingsman: O Círculo Dourado. Ele usa o mesmo estilo nos dois longas mas o primeiro foi um longa de maior qualidade do que o segundo, por ter uma história melhor, o que não quer dizer que o segundo não tenha qualidade. Ele é bom. A história do filme é boa, a trilha sonora também e as cenas de ação são insanas, principalmente a primeira onde Charlie ameaça Eggsy com uma faca para ele abrir o carro e poder copiar dados da Kingsman. Quando Eggsy abre a porta, começa a luta. Outra cena de ação insana é a uma que Eggsy, Harry Hart e Merlin invadem a base da Poppy Adams. O humor nesse filme funciona muito bem, fazendo o espectador rir bastante, melhor do que no anterior. No filme explica bem como Harry Hart sobreviveu o tiro que tomou e Eggsy e Merlin ficam surpresos quando descobrem que ele está vivo, apesar de não estar totalmente recuperado. Ao longo do filme ele vai melhorando aos poucos, primeiro ele recupera sua memória e aos poucos vai recuperando suas habilidades como agente. A vilã do filme não é muito boa, ela não tem bons motivos para estar agindo do jeito que está. Com a destruição da Kingsman, Eggsy perde bastante coisa. Merlin e Eggsy terão que contar com a ajuda da Statesman, que é uma organização bem parecida com a Kingsman, só que invés de ser inglesa é americana. Eggsy perde muitas pessoas com quem ele se importa nesse longa, mas consegue se vingar da pessoa que tomou isso dele, a cena que ele se vinga é demais. Os atores trabalham muito bem, principalmente Taron Egerton, Colin Firth, Mark Strong e Pedro Pascal. O ator Taron Egerton se encaixou muito bem no seu personagem. No longa tem participações do músico Elton John, dos atores Channing Tatum e Jeff Bridges. Se esse filme tiver uma continuação queremos ver uma participação maior desses dois atores. Eu gostei desse filme, recomendo!
Continuação com ótimos atores e o retorno de Galahad. Com a destruição das sedes dos Kingsman, os remanescentes se juntarão a Statesman que é a versão americana. Ótimas piadas e boas sequências.
Bem inferior ao primeiro, porém muito melhor que o terceiro, esta é a classificação de Kingsman: O Círculo Dourado. Filme que tem ótimos atores e personagens, como também alguns não atores com personagens ruins. Agora o pior do filme foi o cantor, muito deslocado para a obra e com nenhum significado sua participação. Os efeitos especiais também são falhos, um dos grandes defeitos do filme. Trilha sonora é ótima, e o núcleo dos cowboys foi bem inserido ao filme, eis o maior fator positivo. No mais, não espere muita coisa, apenas um filme regular.
O diretor Matthew Vaughn retorna para o comando de um dos seus maiores sucessos: KINGSMAN - O CÍRCULO DOURADO. Aqui a essência do primeiro filme é expandida para uma nova instituição que combate secretamente a criminalidade, gerando a aparição de diversos novos personagens e elementos megalomaníacos que visam sustentar grande parte do roteiro.
A história por si só não rende um bom espetáculo, já que é pretensiosa em demasia e desenvolvida rasamente para manter a atenção devida nas sequências de ação. Este último item funciona bem e faz jus ao filme anterior, sempre violento e não economizando na ousadia gráfica.
Diverte e entretém, mas foi um passo em falso para uma franquia que havia começado de maneira expressiva e bem atraente.
O filme segue a mesma linha do primeiro com muita ação, por sinal a cena inicial é espetacular, muita luta, perseguições, equipamentos modernos e várias situações engraçadas, mas peca no roteiro. A história é arrastada demais e fantasiosa ao extremo. A trilha sonora é bacana e segue a onda dos novos filmes americanos de apostar em boas músicas, para dar dinâmica aos filmes. Em muitos momentos fica uma comédia escrachada e forçada e isso faz com o elenco de renome não brilhe o que poderia. Ainda temos uma participação bem esquisita do cantor Elton John e um Colin Firth muito mau aproveitado. É um filme divertido, mas poderia ser muito melhor do que é.
Filme: Kingsman: O Círculo Dourado Assistido: 18-8-24 Elenco: @colinfirthie @taron_.egerton @taron.egerton.official_ @mrmarkstrong @juliannemoore @eltonjohn @poppydelevingne @halleberry @thejeffbridges @pascalispunk @channingtatum @adholcroft_ @markhamill @hannaalstrom @cookie_soph Modelo: #agentesecreto #espionagem #ação #comédia #trash Duração: 2h 21m Ano: 2017 Minha opinião: Se no 1º filme já teve uma constelação, aqui é vezes 2, temos Tatum, Pascal, Bridge, Berry, Moore e também elton John. Mas uma pena por não ter uma estoria ótima para este time de atores. Achei mais fraco que o 1º e não suberam usar os atores como Tatum que só ficou encamado e na criogenia, Berry uma atriz de muitas possibilidades e Jeff Bridges. Realmente uma pena e olha que o filme tem 2 h 20 min, daria para trabalhar melhor os atores e trazer uma estoria muito melhor, além dos diálogos. Neste filme temos Poppy (Moore) que seu próprio mundo de Narnia e quer que as drogas sejam liberadas em todo Mundo e para isso Poppy alastrou pelo Mundo sua droga que pode levar milhões de pessoas a óbito. E temos de volta Charlie (Holcroft) neste 2º filme sendo um dos vilões que consegue a localização de todos agentes da Kingsman e matam a todos, sobra somente Gary (Egerton e Merlin (Strong) que agora tem uma parceira Gingeer (Berry). E os 2 com a Kigsman destruída vão para EUA Statesman que tem Caine, Tatum, Berry, Pascal e Bridges para socorre-los, mas para surpresa deles reencontram com Galahad (Firth) que achavam que estava morto no 1º filme. E neste filme não senti a química entre Taron e Galahad. Poppy da ao Mundo e presidente dos EUA para que liberem as drogas e que deem imunidade a ela. Mas o presidente gostou da idéia de matar todos os uários de drogas do Mundo e assim também eliminar os traficantes de drogas. Porém existe, porque a nomarada de Gary esta contaminada pela droga e também Tequila (Tatum) também esta infectado e eles devem salvar mais uma vez o Mundo. Atuações medianas, que não convence o publico. Na verdade tudo é mediano filme. As falas, CGIs, as lutas e tiros,... Roteiro e enredo tudo meia boca. Vale apena assistir? Se não tiver outra opção Nota: 5
Em "Kingsman: Serviço Secreto", o mundo foi apresentado a Kingsman - uma agência independente de inteligência internacional operando no mais alto nível de discrição, cujo objetivo final é manter o mundo seguro. Em "Kingsman: O Círculo Dourado", nossos heróis enfrentam um novo desafio. Quando seu quartel-general é destruído e o mundo é mantido como refém, sua jornada os leva à descoberta de uma aliada organização de espionagem nos Estados Unidos chamada Statesman, apresentando o dia em que ambos foram fundados. Em uma nova aventura que testa a força e inteligência de seus agentes até o limite, essas duas organizações secretas de elite se unem para derrotar um implacável inimigo comum, a fim de salvar o mundo, algo que está se tornando um hábito para o Eggsy...
eu gostei do primeiro eu também achei muito bom segundo uma pena que toda vez que eu começava a assistir o sono pegava forte parece que o filme tinha sonífero mas é um bom filme
Foi mais do mesmo, além disso expandiu demais a história o que levou a ficar muito arrastado em algumas partes, mesmo assim a ação e o humor ainda compensam.
Critica completa no blog parsageeks.blogspot.com.br
Sem mais e sem mimimis - h t t p s : / / rezenhando . wordpress . com /2017/10/16/rezenha-critica-kingsman-o-circulo-dourado-2017/
O filme teve duas grandes cartadas, o primeiro foi manter o mesmo ritmo frenético do anterior com aquela trilha sonora marcante e claro o que mais foi foda do anterior, um ator de peso como vilão, com um propósito que está em nossa cara nos noticiários do dia a dia… a periculosidade que isso pode ocasionar caindo em mãos erradas de algum megalomaníaco como é o caso de ambos, neste temos nada mais nada menos que Julianne Moore como vilã, toda caricata e exageradamente ensandecida de acordo com a proposta que esta alucinante aventura clama interpretando uma das maiores traficantes de drogas do mundo e que a partir da sua “logística perfeita” dissemina um vírus mortal sem cura pela humanidade, onde apenas ela tem o antídoto (quer coisa melhor que isso? Se fosse em outra franquia estaria fadado ao fracasso, não na ambientação de Kingsman!!!), sem contar a sua forma única e bizarra de penalizar seus funcionários desobedientes.
A segunda cartada e a que acho que ninguém esperava foi além de brincar com os filmes de espionagem inglês e que deu muito certo no primeiro, foi trazer a cultura sulista norte americana com mais uma agência de espionagem secreta, a Statesman, localizada no sul dos Estados Unidos em Kentucky, com direito a todos os costumes e piadas prontas da região, inclusive da diferença entre os costumes ingleses e dos sulistas americanos, todas muito bem encaixadas fazendo todo mundo raxa o bico de rir no cinema. Algumas são piadas mais internas, principalmente envolvendo bebidas, que só bons degustadores das coisas boas da vida pegam no ar e dão risada! E nada me tira que usaram o Jack Daniels como exemplo e a cidade de Tenesse onde é fabricado hehehehe!
O filme possui cenas de ação memoráveis tão boas quanto o primeiro, não tão melhores porque foram utilizados os mesmos recursos e o que diminui foi o fator surpresa do primeiro, neste quesito foi mais do mesmo, mas quem liga? Foram novamente muito bem dirigidas por Matthew Vaughn. Tanto que o filme já começou de uma forma que adoro, alucinante, numa correria ensandecida com uma sequência de tirar o fôlego.
Outro fator memorável é terem incluído no filme Elton John. Cara foi a válvula de espape do filme, e isso sim foi um fator surpresa se é isso que nego fica utilizando de desculpinha. Sensacional… o bichinho estava com sangue no zóio no filme!
Única coisa que incomodou foram os objetos ultra tecnológicos que inseriram, mas tratando-se de Kingsman é compreensível.
E que elenco amigos, que elenco!
Assim como a franquia John Wick (Confiram “rezenhas” aqui), disparado as melhores do gênero depois de muito tempo o gênero ação brucutu ficar esquecido no cenário Mainstream!
Não é tão bom quanto o primeiro, mas diverte. Ele possui algumas boas ideias que estão a serviço da história e do trash, muitas ao mesmo tempo. Mas ele não possui alma, apenas personagens fazendo graça. Ele tenta ser mais do mesmo em uma versão americana, mas tudo soa fake demais. Tentando agradar o público ele parece descer do pódio das grandes paródias de filmes de espionagem.
Kingsman: O Círculo Dourado já começa fazendo graça no seu subtítulo (e a graça continua em um show onde o conceito de traição do puritanismo norte-americano dá um passo… à frente). Iniciando com uma cena de ação dentro de um táxi de perder o fôlego, é divertido acompanhar o ritmo frenético que o diretor Matthew Vaughn (do Kingsman original e Kick-Ass) utiliza em suas cenas. Abusando dos planos-sequência montados (não reais, com a câmera na mão, mas computador faz tudo hoje), Vaughn foi um dos pioneiros que iniciou essa tendência nos filmes de ação. Hoje até os filmes do Liam Nesson têm (como seu último, O Passageiro). A cena da igreja do original teve, e foi demais.
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