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Millena Pessanha
1 crítica
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5,0
Enviada em 3 de janeiro de 2026
Bom demais, por mais que não seja inteiramente fiel a história real, é um longa carregado de emoções, boa música, cenas marcantes e atores sensacionais. Vale muitoooo a pena!
poderia ter se aprofundado mais em questões políticas e estruturais da escravidão e arriscado mais na forma narrativa mas em um todo o filme é muito bom, prende a atenção até o final.
Que espetáculo de filme! Soberbo, emocionante, extraordinário! Fotografia; roteiro ; figurino; atuações, tudo digno de aplausos. A personagem-título, figura histórica dos EEUU, Harriet Tubman, é, além de todos os merecidos adjetivos, uma personalidade cativante. Cinco estrêlas!!
Excelente atuação de Cynthia Erivo. O filme é muito bem editado de forma a compilar uma história que se passa em um longo período de tempo dentro de um filme de duas horas, mas sem que a narrativa fique corrida.
Conhecer, pelo menos superficialmente, a história de Harriet/Araminta, vale a experiência de ver o filme. Mas há pouco além disso: a temática fundamental, a necessária reafirmação do horror da escravidão, o bom desempenho de Cynthia Erivo e belas paisagens - de resto, é um apelo a emoções fáceis e um roteiro mal estruturado, incapaz mesmo de transmitir o tamanho da personagem. Cinebiografia são difíceis, nós sabemos, ainda mais quando se tem o desafio de trazer o contexto histórico como um elemento narrativo. Dessa vez, não funcionou como mereceria.
História não apenas de afirmação, mas de SUPERAÇÃO. Mulher forte e guerreira, que dá uma virada na sua vida e transforma o mundo ao seu redor. Filme com valores, edificante e que faz muito bem à alma assistir! Há um detalhe que pode passar despercebido a vários espectadores. Este filme propõe uma importante inversão de valores e até de estética em relação ao que geralmente o cinema estadunidense nos apresenta, com a glamourização do "velho sul". A "sinhá" da fazenda onde Harriet é escravizada é uma "Jéca" (caipirona), endividada até a alma e, em contrapartida, a senhoria de Harriet na Filadélfia, é negra, linda, rica e extremamente elegante, fina e educada! A casa da fazenda não é, como habitualmente se mostra nestes filmes, um palacete neoclássico branco, com colunata greco-romana na frente, mas sim uma casa de madeira com alpendre de pé-direito baixo. A hospedaria para mulheres negras, ao contrário, é um palacete elegante em estilo vitoriano e ricamente decorado, com obras de arte no seu interior. E assim vai... A plástica do filme e reconstituição de época são simplesmente deslumbrantes!
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