Não se engane com a simplicidade deste filme (porque ele é bem simples). Seu jogo de cintura rápido, suas gags ligeiras – metade ruim, metade interessante – seus conceitos um tanto esquizofrênicos – uma hora algo é importante, depois é outra, depois volta de novo – e os diálogos expositivos de tudo que está acontecendo – principalmente da boca do filho de um casal super-ocupado – parecem obra de um amador. Parece tanto, mas tanto, que não é possível que ele seja. Há algo escondido nesse roteiro com uma produção de animação decente, com trilha grandiosa e fotografia competente. É um filme que parece zombar das produções Disneyanas, que insistem em mensagens de amor destacadas da realidade. E mesmo que você diga que os motivos por trás dessa atração é a fofura dos bebês, mesmo retirando-os de campo, fica difícil não gostar do resultado final.
Cegonhas – A História Que Não Te Contaram é uma animação que pode demorar mais que o desejado para engrenar, entretanto, quando encontra e acerta seu próprio ritmo, é de uma vitalidade intensa. Descobrindo a lógica em meio a uma narrativa recheada de elementos surreais, é uma obra extremamente catártica, balanceando perfeitamente seus momentos extremamente cômicos com uma história comovente. Quando a temática de seus realizadores é finalmente atingida em plenitude, a animação se mostra deveras funcional, e acaba por conseguir ser delicada e sensível quando precisa, cômica e sagaz quando quer.
Muitas são as lendas que antigamente serviam para entreter o público mais jovem, sendo uma bem curiosa e eficaz a que diz respeito às cegonhas, cuja maior função era de entregar bebês para os pais solicitantes. Com essa premissa em mãos, os roteiristas Nicholas Stoller e Doug Sweetland montaram uma estrutura narrativa na qual essa função deixou de ser válida para manter uma mega corporação do ramo de entregas. Mas a coisa muda por completo quando um bebê traz a tona antigas responsabilidades.
Recheado de ótimas piadas que envolvem os pássaros e outros animais que se organizam, como é caso de lobos, o filme é um passeio para o bom entretenimento, não somente pela tonelada de risos, mas também pela grande capacidade em demonstrar a importância da relação familiar, responsabilidades e apreço pelos animais. Existem muitas referências ao cotidiano de pais com filhos recém nascidos, crianças e a adolescência, tudo muito fluído e amarrado.
Com um visual de cair o queixo, principalmente quando ilustra grandes ambientes, CEGONHAS - A HISTÓRIA QUE NÃO TE CONTARAM surge como uma animação divertidíssima, tanto para os pequenos quanto para os maiores, sendo que estes últimos vão aproveitar bem mais do contexto tratado.
E um filme com conteúdos novos que nos da a sensação de quero mais , personagens chamativos e divertidos , em um ano de decepção em animação cegonhas nos trás esperança de um futuro promissor para as animacoes , claro os erros estão a vista porem e muito bem feito e planejado sendo uma das melhores animações de 2016
Esse filme é demais, muito divertido e com uma história muito criativa para o tão famoso conto das Cegonhas. Eu particularmente achei incrível a adaptação. Muito colorido e animado. Com certeza é uma ótima pedida para os finais de semana. É só juntar a família que a diversão esta garantida!
A pergunta chave de toda criança é:"De onde vem os bebês?" e é numa bem humorada e divertida aventura que "Cegonhas - A história que não de te contaram" te responde essa e muitas outras questões relacionadas ao universo dos bebês.
Ser pai é sem dúvida uma das mais gratificantes tarefas que existe, melhor do que torcer para o Bahia. É muito bom quando sentimos que agradamos aos filhos, seja em uma tarefa rotineira, mas especialmente naquelas inusitadas como ir tomar banho de piscina 9:00 da noite, ver o sorriso no rosto da garotada não tem preço. Nem preciso falar como é bom receber um sorriso ou um abraço do filho depois se uma dura reprimenda.
Pois bem, hoje fui levar meu filho no cinema nesta de cumprir a obrigação paterna. O filme escolhido foi Cegonhas, mesmo com uma indicação de um colega, não tinha grande expectativa, achei que seria mais um filme esquecível e para cumprir tabela como Frozen, Os Minions, Pingüins de Madagascar, ou as intermináveis sequências da Era do Gelo. Contudo, para minha grata surpresa, o filme é excelente, daqueles que vale assistir diversas vezes, é um filme da estirpe dos primeiros Era do Gelo e Monstros SA. A aventura da cegonha e da adolescente com o bebê é para se guardar na mente por muito tempo. Para quem tem filho é impossível não lembrar dos duros aprendizados e das noites mal dormidas que nos levavam à loucura, mas que hoje nos enche de orgulho. Ver o garoto conquistar a ajuda dos pais Workalcholics para construir o campo de pouso da cegonha é de fazer repensar muito dos nossos conceitos. O momento que a bebê, já no colo da mãe, toca no bico da cegonha e ver a trajetória de sua vida é significativo e marcante. A cena final com a adolescente sendo recebida pela família que não conhecia, foi um fechamento de ouro para este novo clássico da animação.
A matilha de lobos também tem seu lugar, dando os velhos pitacos de aventura e humor que este tipo de filme necessita. Para encerrar, tem a clássica derrota do capitalista insensível e do inseparável puxa-saco.
Enfim, foi uma experiência para se guardar. Ver meu filho tão especial vidrado e concentrado durante 1,5 hora, coisa tão rara ultimamente, me fez ter a certeza que este momento tinha de ser registrado, por isto este post.
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