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Kleber Viveiros.
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81 críticas
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3,0
Enviada em 30 de novembro de 2023
fotografia linda, protagonista super simpática, e o roteiro é bonito mas pra mim faltou alguma coisa no desenrolar, achei que tudo ficou muito vago, mas vale a pena!
A Livraria teve indicação a 32 prêmios e levou 12, como pode ter tão baixa pontuação? Não é um filme de ação, é lento, mas contém emoção, para quem gosta de livros e observar as relações é um deleite, principalmente observar a garra de quem segue seu propósito. Florence Green (Emily Mortimer), é viúva há 16 anos, sem filhos, mudou-se para uma pequena cidade costeira na Inglaterra, onde o clima e os moradores são muito instáveis, nada confiáveis ! Florence ama ler e decide refazer sua vida instalando uma livraria, sem muita perspectiva de sucesso, ela batalha por empréstimo bancário e adquiri uma velha casa abandonada já há 7 anos, transformando no seu lar e trabalho. Após realizar seu sonho solitariamente segue trabalhando, tem sucesso, incomoda pessoas poderosas que ditam a vida de todos moradores. Sendo ostilisada, todos criam artimanhas para despeja-la. Possui uma ajudante, uma menina pré adolescente, que diz odiar ler, com quem ela nutre certo afeto maternal. A Livraria começa a ter movimento, até que surgem as primeiras sabotagens. Há um único morador, solitário que raramente sai de casa, que lhe é amigável e gentil; sendo grande leitor e conhecedor dos moradores locais, faz amizade com Florence e alerta a respeito de certas pessoas. O final é óbvio e ao tempo surpreendente.
Eu realmente nao entendi o porquê da critica falar tao mal fesse filme. spoiler: O filme conseguiu quebrar a expectativa de final feliz que tornaria ele previsível e ensinou uma lição valiosa: mesmo nas derrotas podemos tirar coisas boas. No final a derrotas da viúva serviu pra inspirar a paixão da garotinha pelos livros, o que fesse o inicio era o intuito dela . A diretora também merece os parabéns por não pautar o filme em dialogos mastigados.
Uma história bem ambientada. Mostra como seria se nos tentassemos abrir uma livraria numa década com tantos tabus a quebrar. Com tantos preconceitos. Com tanto convencionalismo besta. O filme tem uma boa história q poderia ser melhorada. Peguei um cadernopra anotar os livros q seriam citados e só tem 2. Lolita e 451. A trama mostra ela sendo humilhada e vencida pelo cansaço. Até eu cancei olhando a inércia dela diante de tanta pancada dos moradores q não mereciam ter o privilégio de ter uma livraria. E a sebosa q boicotou a empreitada. Aí q ódio. Mas, poderia ter mais ação ou os atores serem melhores. Foi só ok. Nem o livro vou comprar mais de tão ruim q achei o filme.
O CRÍTICO DA ADOROCINEMA DO FILME A LIVRARIA É MUITO FRACO, NÃO GOSTOU DO FILME POIS NÃO APARECEU A LIVRARIA CONCORRENTE NEM COMO A MULHER COMEÇOU A VENDER LIVROS, ACHO QUE NUNCA OUVIU FALAR DE LICENÇA POÉTICA, E TAMBÉM FOI JUSTAMENTE PELA CIDADE NÃO TER UMA LIVRARIA QUE ELA ESCOLHEU, (VISÃO EMPREENDEDORA) E COMO O POVO DA CIDADE VIU O INTERESSE DO ÚNICO E FAMOSO LEITOR DA CIDADE, COMEÇARAM A IR.A LIVRARIA. EU PODERIA DIZER MUITO MAIS COISAS, MAS TENHO UM CONSELHO PRA ALGUNS CRITICOS DESTE SITE: LEIAM MAIS LIVROS E NÃO FIQUEM SÓ VENDO FILMES.
Um filme leve e emocionante, de cara a gente simpatiza com a personagem principal. Ao longo da trama acabamos por nos envolver com sua jornada pelo amor a leitura em um lugar que não se abre para essa experiência. Os personagens secundários também tem traços muito interessantes. É um filme que dá um pouco de esperança se pensarmos nos dias atuais e em quanto a nossa sociedade parece um pouco com os habitantes da cidade do filme. Uma viúva nos anos 50 devia sofrer muitos preconceitos, e ela foi valente frente a todos que não aprovavam sua livraria e assim inspirando outros a coragem.
Baseado no livro escrito por Penelope Fitzgerald, A Livraria, filme dirigido e escrito por Isabel Coixet, se passa numa pequena cidade da Inglaterra, onde uma viúva (Emily Mortimer) apaixonada por livros decide abrir uma livraria em uma casa histórica – e abandonada.
O roteiro enfoca justamente as mudanças que a instalação da livraria causa na cidade e em seus habitantes. Ao tomar a decisão que mudaria o curso de sua existência, Florence Green acaba, ao mesmo tempo em que inspira outras pessoas, também enfrentando o caráter retrógrado da cidade, as resistências internas de pessoas que não a apoiam, assim como mexe também com os planos de cidadãos mais ambiciosos.
A diretora espanhola Isabel Coixet é perfeita para histórias sensíveis como as que são retratadas neste filme. A Livraria é uma ode de amor aos livros e, principalmente, à maneira como eles nos fazem sentir.
Gostei demais! Adoro filmes simples e bonitos, e A Livraria é tudo isso. Talvez meu amor por livros possa ter me influenciado, mas eu realmente gostei desse filme ao qual comparo à outro filme também simples e bonito chamado "Chocolate".
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