Média
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Excelente filme, faz a gente refletir sobre as várias faces da sociedade e que muitas vezes tentamos esconder ou fingir que não acontece…
Uma bosta !! Perda de tempo.
como sentir nojo e odio a um cadeirante.
não achei que isso seria possivel, e isso é muito desconfortante.
não achei que isso seria possivel, e isso é muito desconfortante.
⭐️⭐️⭐️ 1/2 - UMA GAROTA DE MUITA SORTE (2022) Ani FaNelli (Mila Kunis/Chiara Aurelia, ótimas) tem tudo o que sempre desejou: um bom partido (Finn Wittrock), um bom emprego numa revista feminina e dinheiro o suficiente para desfilar com roupas caras pelas ruas de Nova York - uma atração à parte, mesmo com suas paisagens mais que vistas.
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A filmagem de um documentário, no entanto, vem tirar a paz da moça, fazendo-a voltar a 1999, quando era uma garota bolsista numa escola de elite do interior. Ali, a garota vivenciou experiências traumáticas, que voltam a assombrá-la - ou nunca deixaram de fazê-lo - na vida adulta.
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Até certa parte - e sem muita ética -, Ani soube transformar em limonada os limões que lhe foram dados, mas à custa da contenção de uma raiva que faz mal apenas a si mesma e a partir da construção de uma bela aparência que em nada corresponde aos seus sentimentos sombrios.
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Indo ao passado, voltando ao presente, o diretor Mike Barker constrói uma história de início confusa, mas que tem muitas camadas nas reflexões que propõe: sobre abuso sexual, sobre culpa, sobre status, sobre bullying, sobre virar a chave e seguir em frente. O filme é baseado no livro de Jennifer Knoll, que li e recomendo. Onde ver: Netflix
Siga: @faroestegoiano
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A filmagem de um documentário, no entanto, vem tirar a paz da moça, fazendo-a voltar a 1999, quando era uma garota bolsista numa escola de elite do interior. Ali, a garota vivenciou experiências traumáticas, que voltam a assombrá-la - ou nunca deixaram de fazê-lo - na vida adulta.
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Até certa parte - e sem muita ética -, Ani soube transformar em limonada os limões que lhe foram dados, mas à custa da contenção de uma raiva que faz mal apenas a si mesma e a partir da construção de uma bela aparência que em nada corresponde aos seus sentimentos sombrios.
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Indo ao passado, voltando ao presente, o diretor Mike Barker constrói uma história de início confusa, mas que tem muitas camadas nas reflexões que propõe: sobre abuso sexual, sobre culpa, sobre status, sobre bullying, sobre virar a chave e seguir em frente. O filme é baseado no livro de Jennifer Knoll, que li e recomendo. Onde ver: Netflix
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Filme inteligente! Apresenta a forma com que uma garota vive seus traumas e ao mesmo tempo tenta supera-los tentando ser outra pessoa, alguém que a sociedade respeite. O filme nos mostra duas versões de uma mesma mulher, onde no inicio ficamos intrigados e desconfortáveis com as mentiras e falsidades de uma mulher que esconde o que sente. No andamento da história entendemos que suas mentiras são formas que ela encontra para lidar com seus traumas e seus sentimento de inferioridade, o que explica, mas não resolve seu drama, até que ela ao ser encorajada a compartilhar seus medos, revelar todo o drama que viveu no passado, isso a ajuda a se sentir livre novamente e a olhar para si mesma com admiração, por reconhecer quem ela de fato se tornou!
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