De Volta ao Baile
Média
2,8
126 notas

19 Críticas do usuário

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Jackson A L
Jackson A L

13.705 seguidores 1.245 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 8 de junho de 2022
O filme tem como ponto positivo algumas referências dos filmes dos anos 90 e 2000. Porém, para se "tornar" engraçado Rebel Wilson precisa apelar, que acaba tornando um filme chato e enfadonho.
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 10 de junho de 2022
Sabe aquele filme que te dá uma sensação de nostalgia gostosa, como se você estivesse assistindo a uma daquelas comédias adolescentes dos anos 80/90? “De Volta ao Baile”, dirigido por Alex Hardcastle, é uma dessas obras. Neste filme, Rebel Wilson interpreta Stephanie, uma líder de torcida extremamente popular no colégio, que acorda após um coma de 20 anos.

Ou seja, enquanto as pessoas que estavam ao seu redor cresceram e a realidade que ela conhecia modificou-se por completo, Stephanie acorda com a sensação de que o seu mundo ainda é o mesmo. Por isso, ela retorna ao colégio onde estudava para, não só concluir o ensino médio, como alcançar o seu grande sonho: o de ser a rainha do baile de formatura.

Boa parte da graça de “De Volta ao Baile” está no confronto entre a realidade que Stephanie acredita viver - afinal, na mente dela, ela ainda está em 2002 -; e o mundo que ela encontra quando ela acorda, completamente dominado pelas redes sociais, pelo politicamente correto, pelos estereótipos, pelo combate ao bullying, dentre outros.

Em outras palavras, a adaptação de Stephanie terá que ser dupla: enquanto ela tenta se reencontrar na sua própria vida, ela tem também que aprender a conviver com uma realidade para a qual ela não se preparou.

Como disse no início desta resenha crítica, “De Volta ao Baile”, principalmente para quem, como eu, cresceu assistindo a filmes como “Quero Ser Grande”, “De Repente 30” e “17 Outra Vez”, traz uma sensação gostosa de déjà vu. A obra é extremamente divertida e conta com outro ponto importante a seu favor: Rebel Wilson e sua Stephanie sabem rir de si mesmas e têm algo que é fundamental em longas como este: elas se viram no 30. “De Volta ao Baile” é um filme que nos entrega tudo aquilo que ele promete.
Rodrigo Gomes
Rodrigo Gomes

6.171 seguidores 973 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 3 de junho de 2022
Humor pastelão e bastante clichê que não arranca gargalhadas, mas nem por isso deixa de ser divertido. É a comédia com a tradicional lição de moral.
José d
José d

5 seguidores 4 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 14 de maio de 2022
Péssimo filme com teor ideológico puro! Como todo filme da Netflix, antes os filmes da Netflix já começavam ruins, agora eles ficaram espertos, deixam o teor ideológico lá pro meio para conseguir fisgar quem está assistindo, até a moça acidentar o filme é ótimo, depois vira uma bosta!
Araquinha
Araquinha

5 seguidores 34 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 16 de maio de 2022
Deus do céu, eu nunca vi uma coisa tão ridícula como esse filme. A mulher parece q teve derrame, só fica com a língua pra fora, não consegue ser engraçada em nada, chega a dar vergonha de assistir. Quando ela era nova, não era tão idiota, aí ficou no coma e virou uma idiota completa, obscena e sem noção.
Péssimo! Não recomendo nem pra passar o tempo
jopema
jopema

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 22 de maio de 2022
De Volta ao Baile foge completamente dos cliches em relação a um "high school" estadunidense, com lideres de torcidas e jogadores de futebol; rei e rainhas do baile e várias características físicas do cenário que são comuns em diversos filmes americanos. O longa consegue trazer para o expectador a antagonia da sociedade antes da revolução dos celulares e das mídias sociais e da mesma escola nos dias atuais. É importante notar diversos aspectos que trazem um tom fábuloso de "moral da história" no final, como o que seria ser popular em 2002 – geralmente, ser superficial com cabelos bonitos, roupas bonitas, namorados bonitos, participar do grupo mais falado, cobiçado e "padrão"... porém naquele "mundinho" do ensino médio – e como seria ser tão popular quanto no ano de 2022, com o "boom" na mudança como nos comunicamos – ter mais seguidores, ter mais pautas sociais, ser mais democrático(mas nem tanto) e etc... porém agora em uma escala global com o instagram e o twitter, por exemplo.

Isso trás uma perspectiva de como estamos moldando nossa sociedade. Por um lado parece ser bom, pois há (ou parece haver) uma maior verticalidade em relação às hierarquias sociais dentro do ambiente escolar e mais pessoas parecem apoiarem causas sociais e ambientais que fazem diferença no mundo e na sociedade onde vivem – tendo uma maior sensibilidade com minorias sociais por meio de campanhas em prol da diversidade e a proibição do uso de certas palavras. Não obstante, a outra face da moeda parece exibir uma certa hipocrisia em relação às próprias pessoas que pregam verticalidade mas querem estar no topo, e um certo exagero de como uma escola de ensino médio deve ser organizada, por mais que eu particularmente concorde com ambientes mais confortáveis para os mais diversos tipos de pessoas.

Por fim, o filme trás uma lição sobre a mudança. As coisas mudam, as pessoas mudam, a sociedade muda. As relações mudam e precisam mudar, nada se mantém estático, muito menos a maneira como nos relacionamos uns com os outros. Assim, a superficialidade do mundinho escolar, os padrões e as comparações incessantes, não necessariamente mudaram tanto assim, mas atingiram uma maior escala e agora estão dentro dos nossos celulares.

Extra: Também gostaria de acrescentar duas coisas. A primeira seria a valiosa lição de que nada é perfeito, a vida não é esse mundinho no ensino médio e muito menos é um conto de fadas. Segundo, o longa foi muito felizardo em transpor a mudança nas questões de raça e gênero durante as décadas. O garoto popular não precisa mais ser o forte, alto e loiro capitão do time de futebol, ele pode ser um menino não-branco que dança com outros meninos no baile de formatura.
Tiago Da Silva
Tiago Da Silva

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 29 de maio de 2022
Fiz questão de fazer uma conta aqui só pra falar o quão HORRÍVEL é esse filme. Roteiro pavoroso que parece querer subestimar a inteligência do espectador (e vocês estão ouvindo isso de alguém que adora a franquia American Pie) Rebel Wilson está tão carismática nesse papel quanto uma capivara morta. O roteiro as vezes tenta fazer uma sátira à cultura Woke (Popularmente chamada de lacração por Bolsonaristas), mas é tão mal executada que é apenas irritante.
Tenho certeza que daqui alguns anos, ao lembrar de coisas terríveis que ocorreram em 2022, este filme estará lado a lado à Guerra da Ucrânia.
Não percam seu tempo assistindo essa hemorroida cinematográfica.
Kellen Fraga De Andrade Palmeira
Kellen Fraga De Andrade Palmeira

2 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 8 de junho de 2022
Até poderia ser bom se não tivessem enchido o filme de politicamente correto, é só mais um típico filme adolescente, só que com uma péssima atuação e "lacração" do início ao fim.
S M
S M

1 crítica Seguir usuário

1,5
Enviada em 10 de abril de 2023
O filme se propoe a ser de humor e a Rebel e boa comediante. Mas nao ha elemento no filme que faca ser divertido, apenas patetico e angustiante.
Kao
Kao

7 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 27 de dezembro de 2024
Filme fraco,
Dá uma volta ao mundo numa lacração inclusiva que buscando satisfazer a todos os grupos, infelizmente uma temática que se encaixa na mente dos adolescentes (particularmente não acredito que um filme desses não seja minuciosamente planejado para isso).
Até onde aguentei assistir só faltou drogas, mas duvido que não tenha aparecido.
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