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marcelo
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181 críticas
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0,5
Enviada em 28 de fevereiro de 2012
Eu não sei o que esses executivos de Hollywoodestão pensando... Colocar esta merda em cartaz foi demais! Este é um dos piores filmesque eu já vi, o filme é tão ruim que parece mais um filme feito pra TV! Na verdadepoderia ser a terceira continuação de "O Fugitivo", já que Tommy Lee Jonesfaz o mesmo papel de "O Fugitivo" e "U.S. Marshalls". O roteiro dofilme apresenta falhas e mais de falhas, até chegar num final previsível. Que tremendamerda!
Arrependimento. Essa palavra define o sentimento de não ter olhado as críticas ao filme antes de assistir. A sensação de perca de tempo assistindo ao filme foi inevitável. Vamos aos fatos: o filme possui um péssimo roteiro, com diversos pontos incongruentes, forçando muito a capacidade intelectual do telespectador ao 'empurrar' situações desnecessárias ou sem lógica. Nesse desastre, nem os atores salvam, atuações ruins de Ashley Judd, um papel sem importância de Tommy Lee Jones, que pouco se esforçou em reprisar o típico policial, no caso agente de custódia, que persegue o fugitivo. O filme poderia ter acabado com menos de 1h00. Esquecível. Só espero que eu não me esqueça de ter assistido essa pérola, pois não desejo assistir novamente. spoiler: SPOILER:
1 - O filho da protagonista poderia ser um bebê, porque o menino iria crescer e descobrir que a mãe foi presa por causa do homicídio do pai, que está vivo!! Forçado demais.
2 - A premissa era ir atrás do marido. Mas ela decide realizar outros delitos: Invasão de propriedade (escola); falsidade ideológica (na concessionária e na loja de roupas no hotel); dano (carro do Tommy, hidrante, placas na via); descumprimento do regime semi-aberto.
3 - De acordo com o filme, não é preciso apresentar documentos em nenhum local nos EUA! Você pode conseguir informações sobre endereço em qualquer lugar só dizendo o número do seguro social (tipo nosso CPF) numa consulta de crédito; pode fazer compras em lojas, dizendo apenas o nome e quarto do hotel (falsidade ideológica); pode entrar em festas restritas, apenas conversando com um casal convidado (para quê convite, né). Tudo muito fácil.
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