Café Society
Média
3,9
305 notas

31 Críticas do usuário

5
3 críticas
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Júnior S.
Júnior S.

1.193 seguidores 269 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 1 de janeiro de 2018
Do recente cinema tateante e acomodado de Woody Allen, este é certamente o exemplar mais formidável.
Bruno Campos
Bruno Campos

630 seguidores 262 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 4 de setembro de 2016
Excelente. O melhor Woody Allen desde "Meia-Noite em Paris". História interessante, várias frases com a inconfundível marca do diretor ("Viva cada dia como se fosse o último. Um dia você acerta.").
Juarez Vilaca
Juarez Vilaca

2.918 seguidores 393 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 3 de outubro de 2016
Um filme muito bem feito. Woody Allen continua o mesmo excelente Diretor romântico. Um romance açucarado e inocente, de época. O enredo é um pouco monótono. Os atores, de primeira grandeza, dão qualidade ao filme. Kristen Stewart está perfeita no papel de Vonnie. Na verdade o filme não é só uma volta ao passado, pelos cenários dos anos 30 do século passado, também pelos rígidos costumes e comportamentos dos homens e mulheres, pelo menos no imaginário de Woody Allen.
Emanuel
Emanuel

10 seguidores 30 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 2 de janeiro de 2020
Woody Allen se reinventa mais uma vez, em seus oitenta e tantos anos, é incrivel perceber as infindáveis mensagens que o diretor consegue passar, mais uma vez em ‘Café Society’.

A criação de arquétipos de Woody Allen é imbatível, ele não usou de novas fórmulas no longa, que retrata um jovem em uma altíssima sociedade, em busca do seu lugar ao sol, tal qual um dos protagonistas de algum romance de F.Scott Fitzgerald.

Não há como negar que Woody Allen aproveitou alguns dos elementos do mais famoso romance de Fitzegerald, ‘O Grande Gatsby’- glamour, elegância, sedução, jogos de interesse, poder e vaidade em seu longa, para poder construir o ambiente e o psicológico de seus personagens.

Todos eles estão em Café Society, que aponta no cinema Woody Allen, uma homenagem as raízes do cinema norte americano, retratado com nostalgia, através do figurino, da trilha sonora jazzistica clássica do diretor, e de todo o romantismo que pairava no ar na América dos anos de 1930, os anos dourados de luxuosa alta sociedade americana.

Já que não se importa mais com as críticas, Woody Allen faz o que quer. A cada longa, está cada vez mais próximo da simplicidade, não restam mais tantas dúvidas existenciais pairando sob sua cabeça, sua mensagem é simples: A vida é uma só, portanto, tire o máximo de proveito dela!

Pela primeira vez um filme clássico, uma história de amor, sem questionar padrões, sem querer enxergar além do necessário, criando filosofias mirabolantes em qualquer atitude banal. Não existem tantos dilemas dos clássicos filmes de Woody Allen, agora, relembrando com excelência o clima do cinema dos anos dourados, fazendo de Jesse Eisenberg, seu Cary Grant.

Kristen Stewart (a Bella de ‘Crepúsculo’) nunca atuou tão bem quanto neste filme.

Toda a graça da época foi retratada pelas lentes do diretor neurótico, que pela primeira vez filmou com uma camera digital. De todo o filme, a única situação nova, seja a câmera. Woody nos provou: A vida é uma só, enquanto um filme é um filme. E só.
Heitor L.
Heitor L.

25 seguidores 5 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 19 de janeiro de 2017
Café Society é típico filme Wood Allen, ótimo, despretensioso, bem humorado, ambientado entre pessoas ricas em cidades maravilhosas.

Como sempre, o mais interessantes são os personagens, reais, mas como são olhados com pouca hipocrisia são falhos, e que incomodam um pouco ao nos fazer olhar as suas loucuras e percebê-las em nós mesmos. A traição naturalizada dentro dos relacionamentos convencionais heteronormativos, sempre colocando no traidor a busca pelo romântico e instável, e depois o engessamento do romantismo dando lugar ao previsível é dessas verdades que o filme passa com uma leveza que desilude e convence.

Você termina o filme com aquele riso de canto de boca, mas no fundo pensativo pela história que acabou de ver.
Nelson J
Nelson J

51.030 seguidores 1.977 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de agosto de 2016
Bons atores em uma história dos tempos glamorosos de Hollywood. A paixão, o poder, os gangsters, tudo misturado. O amor não concretizado, como fantasma que paira no ar.
jrcampos
jrcampos

10 seguidores 54 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 6 de setembro de 2016
Muito bom, Woody Allen é realmente um gênio. Uma comédia muito divertida, produzida em meio a lindos cenários. Precisa ser visto, não percam!
Gabriella Tomasi
Gabriella Tomasi

128 seguidores 106 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 26 de agosto de 2016
(...)Um roteiro sólido e muito bem estruturado mostra a evolução do caráter do protagonista. Hollywood é sempre ensolarada, apresentada em tons quentes e fortes. E, naturalmente, já que estamos no contexto do cinema, encontramos aí também várias referências a atores e diretores como Barbara Stanwyck, o descobrimento de Judy Garland, Billy Wilder, William Wyler, entre outros nomes que todo cinéfilo deve conhecer. Lá, Bobby é o alter ego de Woody Allen, e aí, Jesse Eisenberg foi a escolha mais do que acertada: ele é neurótico, inseguro, e tímido.

Em Nova York, por sua vez, seus edifícios imensos e localizações impressionantes, apresentadas em tons de azul e cores mais frias. É lá que, paralelamente, nós conhecemos os demais membros de sua família e sua dinâmica. Seu irmão Bem, o gangster da família, é o destaque. Ele é o personagem que traz a maior parte da comédia do filme. A maneira tão cômica como é retratada a violência e a intolerância de um gangster perigoso, é fora do comum. Até seu desfecho não deixa de ser engraçado.

Ainda, é nesta cidade que o protagonista evolui e supera a insegurança, se transformando em um empreendedor determinado e confiante. Ele sabe o que quer e não espera um segundo para ir atrás. Dessa forma, ele consegue conquistar o amor de Veronica (Lively), uma mulher que trabalha para a prefeitura e, que – “coincidentemente” – tem o mesmo nome de sua ex-namorada. Não bastasse isso, Bobby a chama ocasionalmente de “Vonnie”.

E quando a vida que construiu parece ter se completado e estabilizado, tudo muda quando Vonnie aparece em seu bar, acompanhada de seu marido.

A narrativa é desenvolvida de uma forma bastante natural, mas, se fizermos uma análise mais profunda, a história é muito mais complexa do que ela aparenta ser. Ela faz um reflexo sobre vários temas diferentes: a maturidade e a evolução do caráter de uma pessoa; as relações de família; as relações amorosas: aquela pessoa que fugiu das suas mãos, e o amor que permanece com o tempo o suficiente para questionar certas escolhas da vida.

Por fim, o filme ainda presta homenagem aos anos 30 de uma maneira nostálgica – utilizando, inclusive, musicas em vinis originais que compõem a trilha – e, ao mesmo tempo, traz um olhar crítico sobre o glamour ilusório da indústria do cinema naquela época: as fofocas, as traições, a troca de favores.

É um filme inteligente, encantador e visualmente muito bonito.

É Woody Allen sendo Woody Allen.
Ari Willians
Ari Willians

8 seguidores 137 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 3 de janeiro de 2024
Um filme muito bonito de Woody Allen, totalmente colorizado em um tom vintage e cenários e figurinos impecáveis retratando a década de trinta. Um romance muito poético com toques de um humor sutil muito próprio do diretor. Um jovem romântico e sensível apaixona-se em meio á superficialidade e futilidade do mundo do cinema que o separa de sua paixão. Muito bom.
Rodrigo F.
Rodrigo F.

37 seguidores 2 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 27 de setembro de 2016
O filme é um dejá vu de outras produções do diretor, mas mesmo sem ter o fôlego de antes Woody Allen é acima da média. Seus diálogos são incríveis e o desfecho foge do clichê. O ritmo as vezes se perde pelo excesso de personagens. Figurino e direção de arte estão impecáveis. O diretor arriscou em planos menos usuais e acertou em várias cenas.Vale o ingresso.
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