Café Society
Média
3,9
305 notas

31 Críticas do usuário

5
3 críticas
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14 críticas
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anônimo
Um visitante
3,0
Enviada em 24 de janeiro de 2020
Do recente cinema tateante e acomodado de Woody Allen, este é certamente o exemplar mais formidável.
Rogerio A.
Rogerio A.

3 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 12 de outubro de 2016
Woody Allen com roteiro médio e a técnica cinematográfica de sempre.
A direção dos atores também é muito boa. Kristen Stewart nem parece ela.
Sidnei C.
Sidnei C.

127 seguidores 101 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 3 de outubro de 2016
Café Society é o 47º filme de Woody Allen. Isto significa quase um filme por ano desde que começou sua carreira como diretor (e ator em muitos deles) de seus próprios filmes. Talvez não tão versátil, mas igualmente prolífico que seus conterrâneos e contemporâneos Steven Spielberg e Martin Scorsese, Allen já fez além de comédias, em sua maioria, alguns dramas, um autêntico conto-de-fadas (A Rosa Púrpura do Cairo) e até mesmo um falso “documentário” (Zelig), que praticamente deu origem a um novo gênero no cinema.

Seu novo filme começa como a maioria de seus filmes. Uma apresentação de créditos que se limita a apresentar os membros da equipe em letra branca sobre um fundo preto com a trilha de algum clássico do jazz, onde já é possível identificar mudanças em sua equipe principal. Neste filme, não são produtores Jack Rollins e Charles H. Joffe. Allen também não conta mais com a colaboração do fotógrafo Gordon Willis, recentemente falecido e substituído à altura pelo mestre Vittorio Storaro – aqui auxiliando Allen em seu primeiro filme digital. Mas um antigo colaborador de Allen marca presença: o diretor de arte e figurinista Santo Loquasto, com um trabalho notável de reconstituição de época.

Para aqueles desencantados com seus 2 últimos filmes, e que achavam que Allen já tinha perdido a mão, seu novo filme prova que não. Seus temas de sempre estão lá, e sua eterna missão de garimpar novos rostos para compor seu elenco. Pela primeira vez em um filme de Woody Allen, encontramos Kristen Stewart, Jesse Eisenberg e Steve Carrell como o triângulo amoroso da trama. Blake Lively (revelada no discreto sucesso A Incrível História de Adeline), no entanto, parece um desperdício de beleza e talento, não tendo muito o que fazer no filme. Por outro lado, o elenco de coadjuvantes, de nomes e rostos desconhecidos pela maioria do público, praticamente rouba a cena dos protagonistas. Allen demonstra muito carinho por estes personagens, que são apresentados como personagens com alma, completos. E é deles a maioria das cenas cômicas do filme.

Café Society se destaca muito mais pela direção de Woody Allen do que por seu roteiro. Uma ligeira desvantagem, já que Allen é o tipo de cineasta que estrutura seus filmes basicamente na história e diálogos, sem dar muita importância para a parte técnica - movimentos de câmera, montagem, etc. Woody Allen hoje não significa mais o que significou nas décadas de ´70 e ´80, quando era um dos pilares do cinema autoral americano. Allen deixou de ser relevante. Embora tenha proporcionado aos cinéfilos 2 gratas surpresas relativamente recentes (Meia-Noite em Paris, um inesperado sucesso junto ao grande público, e Blue Jasmin), seu novo filme se junta àqueles classificados como seus “pequenos filmes”. É possível desfrutá-lo, se sua expectativa estiver dimensionada às modestas pretensões do filme.
Flavio N.
Flavio N.

4 seguidores 6 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 2 de outubro de 2016
Uma excelente cinematografia e ótima direção são executadas perfeitamente neste longa, uma pena que mesmo assim o filme falhe no que diz respeito a história. Divido em dois atos onde o primeiro é completamente interessante e promissor e o segundo nos faz querer voltar para o primeiro.
oarapuka
oarapuka

29 seguidores 4 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 31 de agosto de 2016
"...O ponto forte do longa é a estética do filme, a fotografia é impecável, além de trabalhar com tons azulados, esverdeados e sépia, e através destas cores conseguir ressaltar na tela, contrapontos entre classes sociais e o glamoroso mundo das celebridades de Hollywood, abusa do uso dos enquadramentos clássicos e ainda faz vários enquadramentos interessantes que destacam os personagens em cena."

Confira a Crítica completa em:
gianpaulo
gianpaulo

8 seguidores 30 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 28 de agosto de 2016
Se não fosse um filme escrito e dirigido por Woody Allen, seria mais do mesmo, pois história em si não tem nenhuma empolgação, mas a ambientação, as interpretações, as locações, a fotografia e, principalmente algumas "tiradas" dos atores que certamente saiu da cabeça de Allen, são incríveis e valem o filme.
Marco G.
Marco G.

540 seguidores 244 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 26 de agosto de 2016
O elenco e os cenários são espetaculares, mas é um bom filme do aclamado diretor. Humor inteligente e crítico.
Hugo D.
Hugo D.

1.892 seguidores 318 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 16 de agosto de 2016
Temos aqui mas um bom filme de Woody Allen, ambientado na Nova York dos anos 50 com ótima trilha sonora, e que retrata os bastidores do cinema americano da época, a vida das celebridades e as reviravoltas do amor. Jesse Eisenberg muito à vontade no papel do ingênuo, romântico e deslocado Bobby, Kristen Stewart consegue desvincular a imagem de "crepúscula" e manda bem com a moça recatada Vonnie, que terá que fazer uma escolha que mudará para sempre sua vida. E até Steve Carell manda como o tio Phil, que completa o triângulo amoroso.
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