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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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Chicago Sun-Times
O roteiro de Edgerton é extremamente eficaz: ele está interessado no que acontece com um casal supostamente feliz quando um terceiro traz dúvida, insegurança e segundos pensamentos ao casamento. É como um veneno invisível liberado na atmosfera, atuando de modos imprevisíveis e aterrorizantes.
Cinepop
Com plot twists de fazer inveja a M. Night Shyamalan, a história consegue te surpreender ao longo da projeção, até chegar a um final extremamente assustador e chocante. Além do roteiro bem desenvolvido e da fantástica direção de Joel Edgerton, o grande acerto de "O Presente" está em seu elenco.
Cineweb
Pode até ser previsível em alguns momentos, mas Edgerton, que também assina o roteiro, não toma caminhos óbvios. Desde a construção das personagens até seus desdobramentos, ele controla tudo com a segurança de um veterano, numa narrativa cujo impulso básico é um constante mal-estar social.
Collider
Edgerton cria um suspense sombrio que empolga o público pelo visual espetacular e pelas atuações poderosas, especialmente de Jason Bateman, em um papel fora do costume.
Gazeta do Povo
O filme cresce de forma surpreendente. As vítimas não são inocentes. As razões de cada movimento dos protagonistas, nunca ficam óbvias. Para o bem da reputação do público, dificilmente alguém saberá antecipar a solução do roteiro, uma vingança sórdida.
New York Times
Um exercício hitchcockiano de ilusionismo que expressa uma visão sombria da capitalista corrida de ratos. O mundo que retrata é uma arena cruel de vencedores e perdedores. Os vencedores farão de tudo para chegar à frente e, por uma emoção extra, exultam em torturar e pisar nos fracos.
O Globo
O diretor cria uma aura que sugere que o perigo está presente nas coisas mais simples do cotidiano. Tudo corroborado por belas interpretações do trio protagonista, que reforçam a ideia de que cada um precisa pagar suas dívidas e não há escapatória para o carma plantado.
Papo de Cinema
Tenso ao provocar, primeiro, desconforto pelas situações providenciadas por Gordo, e depois pelas consequências desses encontros, "O Presente" se mostra uma boa surpresa vinda de um artista que como ator há tempos tem se destacado cada vez mais.
Screen Rant
Nem todos os elementos narrativos são amarrados com a mesma aptidão, mas "O Presente" é um filme de estreia competente, ajudado pelas atuações sólidas e pelo conflito central intrigante.
The Guardian
Numa estreia na direção impressionante e enervante, Joel Edgerton aplica a mesma garantia de calma e atenção aos detalhes que exibe em seus projetos como ator.
The Hollywood Reporter
Levando em conta sua pouca pretensão e considerando seu cenário pouco original, o longa-metragem de estreia na direção de Joel Edgerton é uma agradável - ou agradavelmente desagradável - surpresa, que usa as marcas do gênero com firmeza, sem frescura e mostra suas asas ao longo da projeção.
The Playlist
Com uma embalagem justa e perfeita, assim como os presentes que aparecem misteriosamente à porta da casa, "O Presente" é um suspense psicológico clássico, que lembra os velhos tempos de Hollywood.
Variety
Um suspense friamente inquietante que começa como uma homenagem não irônica [...] a "Atração Fatal" e "A Mão que Balança o Berço", antes rumar em direção ao campo minado moral e existencial de "Caché", de Michael Haneke. Uma estreia na direção modesta e bem realizada.
Washington Post
Edgerton faz a sua presença. Atrás das câmeras, com um texto contido e altamente tenso, bom trabalho de elenco e clima de medo genuíno. Na frente dela, seu Gordo — o ferido, misterioso e possivelmente vingativo ex-colega de escola do personagem de Bateman — soa perturbadora e assustadoramente real.
Cineplayers
Um dos principais acertos de Edgerton se deve justamente à lentidão com que sua narrativa se desenrola, instaurando gradativamente o clima de suspense e trabalhando com detalhismo a dubiedade que irá se instaurar em meio à situação.
ScreenCrush
"O Presente" subverte as expectativas do espectador o tempo todo. Depois de uma introdução cheia de clichês, a história sai do caminho familiar, trocando as típicas saídas do filme de terror pela análise emocional e psicológica de cada um dos personagens.
Almanaque Virtual
Apesar de algumas falhas de roteiro e de os personagens, por vezes, esbarrarem em determinados estereótipos, a narrativa funciona muito bem, sustentando o ritmo e o interesse do público até o seu desfecho...
CineClick
O roteiro funciona, possui alguns pequenos furos e sustos preguiçosos com som alto e imagens aparecendo na tela de repente, ao menos Edgerton procura usar esses recursos com algum objetivo narrativo.
Omelete
Embora o filme facilite as coisas ao vilanizar um dos protagonistas de forma pouco sutil, Edgerton faz aqui um suspense envolvente que flerta com uma tradição muito particular no gênero, a do terror de maternidade.
Rubens Ewald
[...] policial /suspense de pouco elenco e uma situação não especialmente nova. Mas interessante. Este é daqueles filmes que realmente não se pode falar muito do enredo e menos ainda do desenlace...
Cinepop
A boa interpretação de Jason Bateman surpreende, consegue deixar seu personagem o mais enigmático possível. Os olhos do público voltam-se para Simon a todo instante. Pena que a história desse protagonista acaba decepcionando, principalmente por conta de um desfecho morno...