Não recomendado para menos de 16 anos
Três homens de uma mesma família são obrigados a viver sobre o mesmo teto na Cidade Eletro-Nuclear, um empreendimento cubano e soviético ambicioso para construir a primeira usina nuclear, que ainda não foi concluído por sofrer com o fim da união Soviética. Otto (Mario Balmaseda) está obcecado com suas poucas posses materiais; já Rafael (Mario Guerra), seu filho, está desempregado e sem qualquer perspectiva de trabalho desde a construção da estação de energia interrompido. E por fim, o neto Leo (Leonardo Gascón) só voltou pra casa porque terminou com a namorada.
2,0
Fraco
A Obra do Século
A ficção contra o documentário
por Bruno Carmelo
No mesmo dia em que o festival Cine Ceará 2015 apresentou uma releitura nonsense da história espanhola com o divertido Estrela Cadente, outro filme propôs uma representação inusitada do passado nacional. O cubano A Obra do Século, de Carlos Quintela, apresenta a Cidade Electro-Nuclear, criada décadas atrás na intenção de receber uma usina nuclear que nunca foi concluída no país.
Cinematografias como a brasileira estão acostumadas com a permeabilidade entre ficção e documentário, que tem dominado as produções do circuito de arte. Mas A Obra do Século mostra que nem sempre os dois registros se somam muito bem: neste caso, não temos uma ficção dotada de estética documental, ou trechos históricos reencenados de maneira fictícia, e sim uma trama que coloca lado a lado, sucessivamente, materiais de arquivo e uma ficção destinada a comentar o tema. O mecanismo é portanto didático, como o show a
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Nacionalidades
Argentina,
Cuba,
Alemanha,
Suiça
Distribuidor
-
Ano de produção
2015
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
-
Orçamento
-
Idiomas
Espanhol
Formato de produção
-
Cor
Preto & Branco
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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