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Ellen S.
1 crítica
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2,0
Enviada em 21 de fevereiro de 2016
Ficou confuso o final... N diz se foi baseado em fatos reais... E depois muda todos os personagens ... No fim deixar muitas duvidas. . seria bom se houvesse um final ele sendo bom ou ruim...
Qual é a fase de nossas vidas da qual somos imortais, sempre temos a razão, nada irá acontecer conosco e se sim, aguentamos tudo? E para ser o maioral, tem que ser rebelde? Estes sentimentos pertencem à adolescência e me sinto velho escrevendo isso e minha parte do passado está me criticando sobre, mas o tempo passa, o tempo voa e nem a Poupança Bameridus continuou numa boa..... A maioria de nós fizemos (ou deixamos de fazer) coisas que nos arrependemos, mas é o normal, pois é uma fase de descobrimento, de saber ou não qual rumo tomar nesta longa estrada da viiiiida (já cantarolavam Milionário & José Rico). Neste período, temos acertos e erros (dependendo do ponto de vista) e focado neste último, o diretor/roteirista Allison Burnett (já dirigiu 12 HORAS de 2012, ANJOS DA NOITE: O DESPERTAR de 2012, SEM VESTÍGIOS de 2008 entre outros) fez uma adaptação de um livro de sua própria autoria chamado Undiscovered Gyrl (Garota não Descoberta em português) e narra o fim da adolescência e o começo da fase adulta da personagem que se autonomeia Katie Kampenfelt (interpretada pela atriz Britt Robertson que já atuou em TOMORROWLAND - UM LUGAR ONDE NADA É IMPOSSÍVEL de 2015, UMA LONGA JORNADA de 2015, PÂNICO 4 de 2011 e outros), uma garota arrogante que sente atração por homens mais velhos, que não sabe o que fazer da vida e vive mentido para todos, inclusive para ela mesmo, mas aparenta não se importar e para lidar com isso, cria um blog e resolve contar suas aventuras de uma maneira que não seja julgada. Um filme para adolescentes, especialmente para as meninas, tem tudo o que a maioria gosta.....ou não. É um enredo bem americano que fala sobre assuntos sérios como a depressão, alcoolismo, drogas, gravidez, desilusão, paixão, traição, abuso sexual, mas tudo superficialmente, como se fosse na visão da protagonista. Eu estava assistindo por assistir, confesso, pois achava bobinho até então, eis que chegou em seu desfecho e eu mudei de ideia.....achei o o seu arco final sensacional!!!!! Não é nenhum suspense mas surpreendeu. Ainda acho o restante muito besta, mas termina de uma maneira bem inteligente, na minha opinião. Outro ponto que eu posso estar certo ou não, é que Burnett poderia estar convencido que seu trabalho prenderia a atenção das mulheres, mas para prender a atenção dos homens, deixou Katie quase sempre seminua, quando não nua (não que eu tenha problemas com isso, pelo contrário, mas isso mostra o quanto é fraco o seu arco inicial e só vai melhorar em seu final). Mas ao chegar em seu fim, pode não agradar a maioria, pois fica um mistério que só o Batman poderia resolver..... Recomendo o entretenimento se tiver uma santa paciência com a "aborrecência"...
O filme e narrado pela protagonista como se fosse seu blog,conta sobre seus relacionamentos presentes e passados e nos espectadores somos mais alguns leitores para ela e o final sugere livre interpretacao.
Parece um pouco bobo no início mas no decorrer se revela ser um bom drama para se ver e refletir. O elenco é perfeito e a atuação da atriz é rasoávelmente boa. Faltou um pouco mais de aprofundamento no passado de Katie como a separação de seus pais, os abusos sexuais na infância e o relacionamento adúltero dela com o Dean. Me identifico muito com a personagem e adoraria que houvesse uma continuação da sua jornada. A dublagem é maravilhosa e me passou verdade. Em outras palavras, “bótimo”. Recomendo
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