O Círculo
Média
2,5
426 notas

47 Críticas do usuário

5
1 crítica
4
7 críticas
3
14 críticas
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15 críticas
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7 críticas
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Andrei Andrade
Andrei Andrade

10 seguidores 59 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 14 de janeiro de 2019
O filme tem uma premissa até que interessante, mas se perde em um roteiro fraco, personagens mal construídos e atuações sofríveis...
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 13 de julho de 2017
Fazendo um paralelo com o nosso mundo real, a maior empresa de tecnologia do mundo que dá nome ao filme O Círculo, dirigido e co-escrito por James Ponsoldt, é como se fosse uma espécie de rede social, na qual os usuários se unem em grupos de interesse comum e compartilham as suas experiências com os demais integrantes de sua rede. A máxima para entender O Círculo é muito fácil: quanto mais você compartilhar, quanto mais você interagir, quanto mais você estiver envolvido no que a rede social engloba, mais você terá visibilidade, mais você será um usuário de influência, mais você será alguém dentro dessa rede.

Para jovens como Mae (Emma Watson), uma empresa como O Círculo é fascinante e, ao mesmo tempo, um sonho de consumo por parecer ser um daqueles locais em que é maravilhoso trabalhar. Por isso mesmo, ela agarra com unhas e dentes a oportunidade que a amiga Annie (Karen Gillan) arruma para ela e, ao conseguir o tão sonhado emprego, Mae vê sua vida mudar completamente, na medida em que ela ascende rapidamente de atendente de suporte do Círculo e passa a ser a cara do SeeChange, uma pequena câmera que permite aos usuários compartilharem detalhes de suas vidas com o mundo.

Pela sua temática central, já dá para perceber que O Círculo é bastante atual e o roteiro escrito por James Ponsoldt e Dave Eggers (tendo como base o livro escrito pelo próprio Eggers) faz reflexões bem interessantes a respeito desse mundo virtual em que estamos inseridos. Será que existem limites no tipo de conteúdo que podemos compartilhar numa rede social? Será que seria interessante a possibilidade de termos a nossa vida totalmente capturada, perdendo o mínimo de privacidade que possuímos? E quanto àqueles que preferem se manter longe da exposição? Sua vontade deve ser respeitada? Existe espaço para a “invisibilidade” num mundo de alta exposição? Será que chegaremos, um dia, a termos nossa vida inteira controlada pela rede?

Mesmo tendo uma boa premissa e levantando questões muito inerentes à nossa realidade, O Círculo peca pela sua mediana execução. Apesar de ter bons nomes na frente e atrás das câmeras, a verdade é que o filme nunca chega a decolar na discussão em que levanta – muito em parte por causa do roteiro, que tem alguns furos. Está claro que a grande influência por trás de O Círculo foi o filme A Rede Social, só que um detalhe significativo separa os dois filmes: James Ponsoldt e Dave Eggers não são David Fincher e Aaron Sorkin.
Marco Silva
Marco Silva

132 seguidores 185 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 17 de agosto de 2018
Interessante. Uma meditação sobre o desenvolvimento das mídias eletrônicas e os efeitos na privacidade humana em cotejo com ganhos de segurança pública e acesso à informação. Mas não passa muito disso. Divertimento mediano porquanto previsível. Desfecho clichê. Sempre vale ver Hanks.
Benedicto Ismael C. Dutra
Benedicto Ismael C. Dutra

92 seguidores 145 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 1 de julho de 2017
O Circulo mostra que jã é possível saber o que cada pessoa quer e ate mesmo orientar o querer dos indivíduos para um fim especifico, seja aceitar um novo conceito ou escolher um candidato ou produto. O lado bom seria o da transparência eliminando a atuação dos mentirosos e enganadores. No entanto, sem que haja mudança no foco dos seres humanos voltado prioritariamente para interesses específicos e finalidades materialistas como o principal objetivo da vida, poucas serão as possibilidades de alcançarmos continuada melhora geral. O filme sinaliza o que vem por aí.
Luiz Antônio N.
Luiz Antônio N.

30.873 seguidores 1.298 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 19 de julho de 2017
Funcionária de uma companhia tecnológica vive um dilema moral ao se envolver em um projeto que deixa vulneráveis os limites de privacidade de usuários.

muitos criticaram e falaram que o filme foi uma porcaria mas eu não concordo primeiro que parece mais um episódio de black Mirror e outra este filme nada mais é do que um aviso do que irá acontecer daqui algum tempo pois se formos pensar é só analisarmos os fatos e ver que já não estamos tão longe disso da minha parte eu gostei achei inteligente ⭐
Nelson J
Nelson J

51.036 seguidores 1.978 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 28 de junho de 2017
Filme tem roteiro bem elaborado para discutir a privacidade versus o domínio público de informações, além da questão que a publicidade é boa para os outros, pois os líderes da empresa guardam as suas informações a 7 chaves.
Filme cai bem nesta época de redes sociais e discussão dos limites entre o público e o privado, mas um pouco raso.
anônimo
Um visitante
3,5
Enviada em 2 de julho de 2017
O Círculo é um filme com uma forte crítica á falta de privacidade nos dias atuais, parecido com a série Black Mirror, que também se trata de temas do gênero e assim como a série o filme trabalha esses temas de forma muito impactante e inteligente. Além de também trazer boas atuações, principalmente a de Emma Watson
Como em quase todos os filmes, O Círculo tem alguns erros como: a previsibilidade da história e o fim que dá uma sensação de uma história inacabada
Para mim o Círculo não é um filme ruim como as críticas andam dizendo, pois que ele me satisfez o suficiente
Jairo D.
Jairo D.

1.348 seguidores 305 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 11 de novembro de 2017
Até que ponto deixamos a influência das redes sociais dominar nosso dia à dia e nossas vidas? 

"O Círculo" propõe sua utopia às avessas através de um fenômeno bastante contemporâneo e palpável – a diminuição do espaço íntimo, através dessa servidão voluntária às redes. Através das redes sociais desfilamos nossas vidas antes privadas aos olhares alheios. As empresas estimulam esse comportamento e lucram com ele. A vida transformou-se em espetáculo público em tempo integral. Como toda droga, essa também perde seu efeito com o tempo. E, assim, as empresas são desafiadas a inventar novas emoções – todas em benefício do público e com o consentimento deste, é claro.
Distopias são interessantes quando conseguem impregnar nosso imaginário com cenários consistentes e por isso assustadores. O clássico é 1984, de George Orwell, já amplamente superado pela realidade, mas que ainda mantém seu valor simbólico como pioneiro. As telas do Grande Irmão, instaladas às escondidas nas casas dos cidadãos, parecem brinquedos de criança se comparadas aos fatais algoritmos, que decifram nossos gostos e tendências mais recônditos e os colocam a serviço do mercado. "O Círculo" poderia ter ido mais fundo nessa questão. Mas já é um BOM começo.
Diogo Bitencourt
Diogo Bitencourt

2 seguidores 5 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 1 de julho de 2017
Filme razoável, esperava um enredo melhor e mais definido. A reviravolta foi bacana e a mensagem que o filme quis passar também, porém, achei bem fraco a construção da história. Dei nota 3. Se tiver outro filme na dúvida vale a pena ver o outro, mas se apenas está na dúvida de assistir esse ou não, ainda Vale!
BruMAraujo
BruMAraujo

2 seguidores 10 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 23 de julho de 2017
O filme trás muito do Show de Trumman (Jim Carrey) sobre ser controlado e vigiado o tempo todo, e o mundo como uma mentira. Posso dizer que vi até mesmo certa semelhança na fuga pela ponte de Mercer com a do Trumman. Também é notória a crítica as redes sociais hoje existentes como o Facebook, e da forma que tentam controlar as pessoas, há certa semelhança com GAMER, ou seja, tudo para o entretenimento. O filme poderia ser melhor, a narrativa e o envolvimento do criador do Círculo mais explorado. Mas é isso o filme nos mostra que estamos cada vez mais próximos de viver a era das automações, com máquinas por todo canto e a privacidade extinta.
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