O Círculo
Média
2,5
426 notas

47 Críticas do usuário

5
1 crítica
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Leandro M.
Leandro M.

49 seguidores 79 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 15 de setembro de 2017
O filme toca num tema bastante atual e delicado, que é a real importância da privacidade. E até desenvolve bem o tema, mas chega no final e o desfecho da parte corporativa fica sem um sentido claro e de fato a cena final é confusa. Poderia ter sido melhor.
Jackson A L
Jackson A L

13.703 seguidores 1.243 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 11 de julho de 2018
A premissa é interessante, mas a trama em si é muito fraca. Não acontece nada relevante praticamente durante todo o filme. Um desperdício total de uma ideia que havia potencial. Faltou criatividade e emoção. Uma lástima para a carreira de Tom Hanks, que considero um magnifico ator.
Artur Ian I.
Artur Ian I.

35 seguidores 15 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 26 de junho de 2017
praticamente nao tem final , história mal elaborada e com pouco suspense. tudo é muito exagerado , nao valeu o valor do ingresso
Carlos Henrique S.
Carlos Henrique S.

13.790 seguidores 809 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 7 de setembro de 2019
A internet cada vez mais é importante para a humaniade e as vezes ela pode assumir um papel tóxico na sociedade impondo limites e até uma falta de humanidade,esse é o tema a ser retratado nesse filme que também tem um estrelado elenco,mas isso é prova de que será um bom filme ?.O círculo é uma adaptação do livro de mesmo nome e tem um tema bastante interessante e atual relacionado a web, a internet em si,mas todos esses questionamentos são pouco bem utilizados pelo diretor James Ponsoldt que tem o bom o maravilhoso agora no currículo mas aqui sofre com pouquíssimo desenvolvimento de personagem e pouca inspiração além do fraco roteiro.O casting é muito bom mas são mal utilizados: Tom Hanks está no piloto automático e não tem um bom desenvolvimento,O John Boyega é muito unidimensional e a Karen Gillian e o Bill Paxton são muito mal usados e estão totalmente descartáveis mas quem mais sofre é a Emma Watson que tem uma atuação genérica e fraca que é muito afetada graças ao pouco material para trabalhar.O rotwiro do filme tenta investir em sub tramas que não funciona em momento algum e pouco acrescentada no material principal além da inconsistência narrativa e do fraco desfecho.O círculo tinha um rico material de questionamentos sobre os tempos atuais,mas o roteiro e a direção pouco se esforçam e nos entregam uma história vazia e decepcionante.
Gerson R.
Gerson R.

83 seguidores 101 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 27 de julho de 2017
A Rede Social, Snowden, Batman – O Cavaleiro das Trevas, 1984 (de George Orwell), 007 – Operação Skyfall – estes filmes são apenas exemplos de produções que já abordaram as questões de armazenamento de informações pessoais de usuários de redes sociais, bancos ou simples aparelhos de celular. Qual o correto a se fazer com relação a empresas ou organizações que tem acesso aos dados de qualquer ser humano da face da terra? A tecnológica, nesse caso, sempre será algo ruim? Será que o O Círculo tem capacidade de inserir mais questões pertinentes sobre este tema? Se depender da direção rasa de James Ponsoldt (do bacana O Maravilhoso Agora) e do roteiro escrito por ele e o autor do livro que deu origem a este longa, Dave Eggers, a resposta é não.

Aliás, muito me espanta que uma atriz versátil como Emma Watson aceite um papel tão equivocado e unidimensional – sem considerar o cachê, é claro – ela interpreta Mae, que tem um emprego de cobradora por telefone, onde ganha mal e não consegue dar assistência ideal em casa, já que seu pai (Paxton) sofre de esclerose múltipla e ela não garante dinheiro para pagar os remédios. Através de uma indicação de sua amiga Annie (Gillian), ela consegue uma vaga na empresa “O Círculo”, responsável por trazer grandes interações entre e-mails e demais redes sociais, além de tentar facilitar acesso a informações bancarias, noticias e imagens ao redor do mundo em tempo real e com extrema qualidade, com minúsculas “câmeras escondidas”. Fascinada inicialmente com a atenção que o dono da empresa, Eamon Bailey (Hanks), dá a todos os funcionários, logo Mae começa a estranhar os abusivos métodos de coleta de dados dos trabalhadores da empresa, principalmente, depois que o programador Ty (Boyega) lhe alerta sobre o lado obscuro do Círculo.

Quando digo “inicialmente”, na verdade, estou sendo modesto, já que Mae leva quase dois terços do filme para realmente começar a desconfiar das intenções (obvias, é claro) do personagem de Tom Hanks – que nada mais pode fazer do que criar um tipo de Steve Jobs caricato, já que o roteiro incrivelmente superficial não consegue compor nada além disso – lamentável ter que ver um dos maiores atores de sua geração em cenas onde é obrigado a imitar o falecido dono da Apple, através de poses e pelo modo como discursa para uma plateia segurando uma caneca de chá. E o mesmo caminho fica para a participação meramente estrutural do personagem de John Boyega – que deveria ser uma deixa para o filme se aprofundar mais no tema, mas, ao que parece, estamos diante de autores com pouquíssima consciência sobre o tema que tentam debater – é quase patética a forma como aborda questões politicas – na cena onde uma senadora tenta se declarar “transparente” para todos ao utilizar um serviço da empresa – ou quando criam um software que tenta localizar criminosos ao redor do mundo, com Emma diante de uma tela, que mais lembra uma interação do Datena em alguma perseguição policial, que seu sensacionalista programa costuma exibir – provavelmente, uma das cenas mais ridículas do ano!

Vitima de um roteiro extremamente esquemático, a personagem (e a atuação) de Emma é tão deslocada e involuntariamente ingênua, que nem sequer questiona quando uma médica da empresa lhe pede para ingerir uma substância, revelando, só depois que ela a bebeu, que o liquido serve para rastrear os movimentos da moça – que, mesmo desconfortada com o raciocínio do líder da empresa, aceita sem questionamento demonstrar a eficiência do Círculo, colocando uma câmera sobre seu peito, para mostrar seu dia a dia na internet para o mundo todo – essa forma manjada de tentar construir um arco emocional fica escancarada com o personagem de Ellar Coltrane (o menino de Boyhood), criado para ser um tipo de critica a interpretações erradas que postagens na internet tendem a causar – mais uma vez, de maneira bem supérflua e apelativa, como a saída de seu personagem mostra próximo ao fim – sem, em nenhum momento, conseguir, de fato, emocionar. E a eficiente Karen Gillian (de Guardiões da Galáxia) é obrigada a interpretar uma mulher capaz de mudar de opinião de uma hora pra outra sobre a empresa em que trabalha – numa hora ela se conforma com o abuso que lhe proporcionam, ao ter que viajar inúmeras vezes a trabalho, em outra, se mostra totalmente acabada e querendo, finalmente, alertar a (praticamente) “cega” Mae. Fora termos que acompanhar um quase irreconhecível Bill Paxton como o pai de Mae, ator falecido no começo deste ano – triste saber que seu último trabalho foi em um filme tão limitado – ainda assim, sendo um dos poucos destaques do longa.

Repleto de situações irrelevantes para exemplificar as questões de invasão de privacidade (como o “flagra” da cena de sexo entre os pais de Mae), arcos dramáticos forçados e diálogos incrivelmente expositivos, ingênuos e saídos de um livro de autoajuda fajuto – até mesmo o slogan do longa: “Saber é bom. Saber tudo é melhor ainda” – O Círculo, nem de longe, consegue trazer algo pertinente ao tema que se propõe a abordar – fora que como thriller de suspense sua única consequência sobre o espectador é o sono.

Melhor rever os filmes que citei lá em cima.
Rafaela
Rafaela

6 seguidores 53 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2021
Filme sobre redes sociais e como temos que viver movidos pelas redes com a necessidade de postar tudo na internet, é um tema interessante mais não me prendi muito a historia talvez seja as atuações, não é um filme que recomendo não apesar de ter nomes renomados como Emma Watson e Tom Hanks. Mas eu sempre digo assistam e tire suas conclusões, pois pessoas tem gostos e ideias diferentes.
Louis N.
Louis N.

2 seguidores 3 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 18 de junho de 2017
Ótimo e atual tema (rede social, privacidade e exposição, informatica e totalitarismo virtual, democracia e big data). Mas como trata-se de algo complexo e abrangente deveria ter focado em apenas um tópico em específico (como fez o Spike Jonze com o magnífico "Her"). Além de ter um roteiro pífio e infantil, diretor apenas extraiu de dois bons atores protagonistas apenas caras e trejeitos automatizados.
Victor E.
Victor E.

1 seguidor 9 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 11 de julho de 2017
Propõe uma reflexão interessante sobre a socialização digital e seus efeitos, mas através de uma história rasa, sem profundidade. O final é pouco criativo, sem sequer instigar o espectador a imaginar as consequências do desfecho.
Brunno V.
Brunno V.

7 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 17 de junho de 2017
Extremamente fraco na minha opinião. Bem forçado em alguns momentos, história mal explicada, personagens mal explorados, como se não bastasse o final que é bastante ruim. Tinha expectativas boas, mas nenhuma delas foi alcançada.
Matheus P.
Matheus P.

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 24 de junho de 2017
Assistido na pré-estreia. O filme se passa num futuro não muito distante e conta a história de Mae (Emma Watson), uma menina que tem uma vida normal até que começa a trabalhar numa empresa de tecnologia chamada “O Círculo”. A partir daí sua vida muda drasticamente, na medida em que ela mergulha nas nossas tecnologias. O filme traz uma crítica relevante a vida pós-moderna, em que as pessoas são reféns do mundo virtual, das redes sociais, etc. no entanto, apesar de começar muito bem, o enredo vai se perdendo com o transcorrer do filme, culminando num final de difícil compreensão. Afinal, o telespectador fica sem saber se o bem ou o mal vencem. Além disso, o personagem Ty (John Boyega) tem uma função de mera “muleta” na história, uma vez que apenas existe para auxiliar Mae na construção de sua visão crítica do Círculo e em sua vingança. Por fim, Tom Hanks tem boa atuação, sendo uma espécie de mix de todos os pop stars do Vale do Cilício. O filme é bom, mas deve ser assistido sem expectativas.
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