O Círculo
Média
2,5
426 notas

47 Críticas do usuário

5
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15 críticas
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Nelson J
Nelson J

51.035 seguidores 1.978 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 28 de junho de 2017
Filme tem roteiro bem elaborado para discutir a privacidade versus o domínio público de informações, além da questão que a publicidade é boa para os outros, pois os líderes da empresa guardam as suas informações a 7 chaves.
Filme cai bem nesta época de redes sociais e discussão dos limites entre o público e o privado, mas um pouco raso.
Luiz Antônio N.
Luiz Antônio N.

30.873 seguidores 1.298 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 19 de julho de 2017
Funcionária de uma companhia tecnológica vive um dilema moral ao se envolver em um projeto que deixa vulneráveis os limites de privacidade de usuários.

muitos criticaram e falaram que o filme foi uma porcaria mas eu não concordo primeiro que parece mais um episódio de black Mirror e outra este filme nada mais é do que um aviso do que irá acontecer daqui algum tempo pois se formos pensar é só analisarmos os fatos e ver que já não estamos tão longe disso da minha parte eu gostei achei inteligente ⭐
cinetenisverde
cinetenisverde

29.473 seguidores 1.122 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 17 de janeiro de 2017
Circle é um trabalho minimalista que resume o sistema de votos através de uma alegoria simplista, mas eficiente: alienígenas adbuzem 50 pessoas e as colocam dispostas em um círculo. Elas não podem sair de seus lugares nem tocar as pessoas ao lado, pela pena de serem mortas por um raio que sai do meio do círculo. Ah, mais um detalhe: de tempos em tempos uma pessoa é morta, escolhida através de todos.
Carlos Henrique S.
Carlos Henrique S.

13.791 seguidores 809 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 7 de setembro de 2019
A internet cada vez mais é importante para a humaniade e as vezes ela pode assumir um papel tóxico na sociedade impondo limites e até uma falta de humanidade,esse é o tema a ser retratado nesse filme que também tem um estrelado elenco,mas isso é prova de que será um bom filme ?.O círculo é uma adaptação do livro de mesmo nome e tem um tema bastante interessante e atual relacionado a web, a internet em si,mas todos esses questionamentos são pouco bem utilizados pelo diretor James Ponsoldt que tem o bom o maravilhoso agora no currículo mas aqui sofre com pouquíssimo desenvolvimento de personagem e pouca inspiração além do fraco roteiro.O casting é muito bom mas são mal utilizados: Tom Hanks está no piloto automático e não tem um bom desenvolvimento,O John Boyega é muito unidimensional e a Karen Gillian e o Bill Paxton são muito mal usados e estão totalmente descartáveis mas quem mais sofre é a Emma Watson que tem uma atuação genérica e fraca que é muito afetada graças ao pouco material para trabalhar.O rotwiro do filme tenta investir em sub tramas que não funciona em momento algum e pouco acrescentada no material principal além da inconsistência narrativa e do fraco desfecho.O círculo tinha um rico material de questionamentos sobre os tempos atuais,mas o roteiro e a direção pouco se esforçam e nos entregam uma história vazia e decepcionante.
Jackson A L
Jackson A L

13.705 seguidores 1.245 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 11 de julho de 2018
A premissa é interessante, mas a trama em si é muito fraca. Não acontece nada relevante praticamente durante todo o filme. Um desperdício total de uma ideia que havia potencial. Faltou criatividade e emoção. Uma lástima para a carreira de Tom Hanks, que considero um magnifico ator.
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 13 de julho de 2017
Fazendo um paralelo com o nosso mundo real, a maior empresa de tecnologia do mundo que dá nome ao filme O Círculo, dirigido e co-escrito por James Ponsoldt, é como se fosse uma espécie de rede social, na qual os usuários se unem em grupos de interesse comum e compartilham as suas experiências com os demais integrantes de sua rede. A máxima para entender O Círculo é muito fácil: quanto mais você compartilhar, quanto mais você interagir, quanto mais você estiver envolvido no que a rede social engloba, mais você terá visibilidade, mais você será um usuário de influência, mais você será alguém dentro dessa rede.

Para jovens como Mae (Emma Watson), uma empresa como O Círculo é fascinante e, ao mesmo tempo, um sonho de consumo por parecer ser um daqueles locais em que é maravilhoso trabalhar. Por isso mesmo, ela agarra com unhas e dentes a oportunidade que a amiga Annie (Karen Gillan) arruma para ela e, ao conseguir o tão sonhado emprego, Mae vê sua vida mudar completamente, na medida em que ela ascende rapidamente de atendente de suporte do Círculo e passa a ser a cara do SeeChange, uma pequena câmera que permite aos usuários compartilharem detalhes de suas vidas com o mundo.

Pela sua temática central, já dá para perceber que O Círculo é bastante atual e o roteiro escrito por James Ponsoldt e Dave Eggers (tendo como base o livro escrito pelo próprio Eggers) faz reflexões bem interessantes a respeito desse mundo virtual em que estamos inseridos. Será que existem limites no tipo de conteúdo que podemos compartilhar numa rede social? Será que seria interessante a possibilidade de termos a nossa vida totalmente capturada, perdendo o mínimo de privacidade que possuímos? E quanto àqueles que preferem se manter longe da exposição? Sua vontade deve ser respeitada? Existe espaço para a “invisibilidade” num mundo de alta exposição? Será que chegaremos, um dia, a termos nossa vida inteira controlada pela rede?

Mesmo tendo uma boa premissa e levantando questões muito inerentes à nossa realidade, O Círculo peca pela sua mediana execução. Apesar de ter bons nomes na frente e atrás das câmeras, a verdade é que o filme nunca chega a decolar na discussão em que levanta – muito em parte por causa do roteiro, que tem alguns furos. Está claro que a grande influência por trás de O Círculo foi o filme A Rede Social, só que um detalhe significativo separa os dois filmes: James Ponsoldt e Dave Eggers não são David Fincher e Aaron Sorkin.
Rodrigo Gomes
Rodrigo Gomes

6.171 seguidores 974 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 27 de julho de 2017
Uma excelente crítica a nossa atual sociedade viciada em tecnologia, online todo o tempo. Um roteiro reflexivo e bem construído sobre a temática. Até onde vamos? O final é mediano, mas bem coerente. Primeira vez que vejo Emma Watson tendo uma interpretação realista, pós "Harry Potter".
Hugo D.
Hugo D.

1.892 seguidores 318 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 3 de julho de 2017
O filme é um suspense moderno que usa a fixação da geração atual, que nasceu com smartphone na mão e tem a necessidade de compartilhar tudo que faz na vida, ou deixa de fazer, em suas redes sociais. Porém o foco abordado aqui é como as empresas podem e vão usar todas as informações da sua vida. Assim em dado momento o longa se transforma num drama, que levanta uma questão interessante com o que deve ser privado e o que deve ser publicado na vida das pessoas.
Na minha opinião a trama faz uma crítica aos gigantes da internet Google, Facebook e Apple, unindo todos na mesma empresa “O Círculo”, com sua forma de trabalhar, de recrutar, de tratar funcionários, do desejo de dominar tudo na rede, de lançar produtos novos e criar necessidades fazendo com que as pessoas queiram estar ligadas a ele de alguma maneira, para serem aceitas na sociedade real e virtual, seja como usuário ou empregado.
Ema Watson (Mae Holland) consegue ser uma boa protagonista, que convence em boa parte do filme principalmente no final. Faz uma pessoa que fica deslumbrada ao entrar na empresa, mas aos poucos vai descobrir qual é o seu real papel no Círculo. Tom Hanks (Eamon Bailey) é o dono de tudo, um coadjuvante, quase um protagonista, mesmo aparecendo pouco sua manipulação é essencial para dar sentido à trama. John Boyega (Ty), o inventor do Círculo, lembra um Denzel Washington novinho, nos trejeitos, na forma de andar, nos gestual ao falar e só, pois na atuação está bem aquém dos seus companheiros de cena. Um filme muito interessante e reflexivo, que lança uma discussão sobre a forma como lidamos com o mundo real e virtual em nossas vidas.
Jairo D.
Jairo D.

1.348 seguidores 305 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 11 de novembro de 2017
Até que ponto deixamos a influência das redes sociais dominar nosso dia à dia e nossas vidas? 

"O Círculo" propõe sua utopia às avessas através de um fenômeno bastante contemporâneo e palpável – a diminuição do espaço íntimo, através dessa servidão voluntária às redes. Através das redes sociais desfilamos nossas vidas antes privadas aos olhares alheios. As empresas estimulam esse comportamento e lucram com ele. A vida transformou-se em espetáculo público em tempo integral. Como toda droga, essa também perde seu efeito com o tempo. E, assim, as empresas são desafiadas a inventar novas emoções – todas em benefício do público e com o consentimento deste, é claro.
Distopias são interessantes quando conseguem impregnar nosso imaginário com cenários consistentes e por isso assustadores. O clássico é 1984, de George Orwell, já amplamente superado pela realidade, mas que ainda mantém seu valor simbólico como pioneiro. As telas do Grande Irmão, instaladas às escondidas nas casas dos cidadãos, parecem brinquedos de criança se comparadas aos fatais algoritmos, que decifram nossos gostos e tendências mais recônditos e os colocam a serviço do mercado. "O Círculo" poderia ter ido mais fundo nessa questão. Mas já é um BOM começo.
Otavio W.
Otavio W.

451 seguidores 247 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 24 de junho de 2017
Hoje dia de escrever sobre um filme com gente famosa, assunto atual, algumas coisas bem interessantes para um filme atual, mas sempre há algo errado, e aqui pareceu que tinha muita coisa errada. A primeira parte do filme foca na vida da protagonista, uma pessoa pobre e com uma família sofrida e que consegue um emprego numa grande empresa, uma história que já se viu em muitos outros filmes, mas para essa fórmula fazer sentido, é sempre bom dar uma imersão forte à situação e aqui nada disso acontece, mostrando que esse fator não é importante, não se tem uma história forte nem para a família e nem para a grande empresa. Depois o filme segue mostrando como a protagonista se adapta ao Círculo, até poderia dizer que a protagonista entrou na linha principal do filme, mas aqui o filme mostra inicialmente sua maior falha. O filme não explicita qual é seu foco, tem muitas situações sem profundidade, que envolve uma série de pessoas e situações, e com o andar do filme outras situações são forçadamente introduzidas de uma forma muito superficial, há pelo menos 6 situações diferentes que se abrem e fecham muitas vezes sem o menor sentido, a continuidade não é interessante, não é imersiva, não é bem feita, o sentimento com o passar do tempo é que tudo acontece por causa exclusivamente da protagonista sem motivo nenhum, é simplesmente para ela e por ela em histórias que parecem não ter pé nem cabeça. Na parte da atuação, mesmo tendo nomes famosos, o filme foca demais na protagonista, mas desde o começo é facilmente sentido que o papel não é para a Emma Watson, até mesmo o sotaque levemente puxado para o inglês, chega a mostrar isso. No resto até que é bem interessante ver algumas coisas, mas todo mundo é um tanto coadjuvante demais. Efeitos especiais são mostrado com certa beleza, assim muita tecnologia envolvida, e até bem encaixadas com as situações. Os cenários parecem um pouco mais pobres, parecem tentar algo mais real, mas para um filme que tenta passar uma grandeza exagerada, nesse ponto parece que faltou verba para fazer tudo. No geral, um filme que parece apenas ter rostos famosos, numa história forçada e exagerada num tema atual, mas é muito mal contada e explicada, praticamente não há nenhuma identificação com os personagens e muito menos uma linha linear na história, muita coisa acontece por acontecer sem empolgar em quase nenhum momento.

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