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Fernando J.
1 seguidor
6 críticas
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3,0
Enviada em 22 de outubro de 2017
Uma necessária crítica às redes sociais e ao poder acumulado por gigantes da tecnologia, que faz refletir sobre questões de privacidade online, relações de trabalho, família e amizade. Apesar do bom argumento e grande elenco, o filme peca em alguns pontos, como roteiro, trilha sonora e direção. O destaque vai para Karen Gillan, que representa seu papel em duas situações emocionais opostas. O restante do elenco parece apático, com um grande desperdício de John Boyega, que poderia ter sido melhor empregado pelo roteiro. Um filme legal, mas que tinha potencial para ser bem melhor que isso. Três estrelas.
O filme retrata MAE como criadora de uma câmera que compartilha detalhes que ela é uma jovem universitária que foi contratada pela empresa tecnológica Círculo.Ela vai desenvolvendo esse programa e se vê exposta e envolve todos que mantenha qualquer laço de privacidade.Atualmente a tecnologia ganha proporções de melhorar qualidade de vida e comunicação mas seu uso foi desvinculado com seus objetivos inicial,ela trouxe dependência psicológica,exposição,isolamento social e desfez laços construídos com a comunicação verbal.
Extremamente fraco na minha opinião. Bem forçado em alguns momentos, história mal explicada, personagens mal explorados, como se não bastasse o final que é bastante ruim. Tinha expectativas boas, mas nenhuma delas foi alcançada.
Assistido na pré-estreia. O filme se passa num futuro não muito distante e conta a história de Mae (Emma Watson), uma menina que tem uma vida normal até que começa a trabalhar numa empresa de tecnologia chamada “O Círculo”. A partir daí sua vida muda drasticamente, na medida em que ela mergulha nas nossas tecnologias. O filme traz uma crítica relevante a vida pós-moderna, em que as pessoas são reféns do mundo virtual, das redes sociais, etc. no entanto, apesar de começar muito bem, o enredo vai se perdendo com o transcorrer do filme, culminando num final de difícil compreensão. Afinal, o telespectador fica sem saber se o bem ou o mal vencem. Além disso, o personagem Ty (John Boyega) tem uma função de mera “muleta” na história, uma vez que apenas existe para auxiliar Mae na construção de sua visão crítica do Círculo e em sua vingança. Por fim, Tom Hanks tem boa atuação, sendo uma espécie de mix de todos os pop stars do Vale do Cilício. O filme é bom, mas deve ser assistido sem expectativas.
O tema é extremamente relevante, denotando os perigosos caminhos da tecnologia em desencontro à privacidade, mas poderia ter sido melhor explorado. O roteiro deixa a desejar.
Não sou crítica de filmes mas vou dar a minha crítica amadora que é uma opinião sincera. Se a intenção era alertar sobre o quanto a tecnologia pode ajudar como também prejudicar então ele conseguiu. A construção dos personagens não deixou a desejar; dentro do contexto que o filme se propõe a apresentar, Mae é mais "explorada" como uma garota sociável e determinada, basicamente não são essas qualidades que a conduzem para que a história se desenvolva? Bailey é um dos donos do Círculo e opera ativamente nos assuntos da empresa. Fica óbvio ao longo do filme as intenções do Bailey e Tom no que diz respeito ao uso das tecnologias do Círculo. O personagem Ty estava ali o tempo todo como um telespectador da merda que estavam fazendo e também foi apoio importante para o desfecho da história. Tudo ficou claro.
Bom filme! Nós faz pensar o que ocorrerá no futuro. Porém imagino que ficaria melhor em uma série. O final deixa um pouco a desejar. Mas recomendaria sim, filme prende até o final.
Para ser bem sincero, gostei do filme exclusivamente pelo tema/idéia central, que acho interessante e atualíssimo, apesar de não tão original. Mas o filme é bem problemático, com um final pouco crível, personagens mal desenvolvidos, cenas piegas (algumas cenas poderiam está em alguma novela mexicana de tão exageradamente dramática), atuações ruins (quase não acreditei em ver o John Boyega tão canastrão e sub aproveitado), tem uma barriga enorme no meio que torna o filme lento e confuso. Ocorre no filme um recurso que eu odeio, que é quando um personagem muda drasticamente sem nenhuma razão apenas por conveniência de roteiro (Karen Gillan que faz a amiga da Mae praticamente se transforma em outra pessoa, mudando da água pro vinho). Tom Hanks não compromete pq não precisou atuar, pouco aparece e faz apenas cosplay de Mark Zuckemberg. Espero que façam outros filmes melhores com esta mesma premissa, pq "O Circulo" foi decepcionante e esquecível.
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