O que mais se destaca nesse filme é a presença do ilustre Guillermo Del Toro que produz o filme com uma qualidade incrível.Stella sai com seus amigos para a noite de Halloween eles conhecem um forasteiro e se envolvem em uma confusão que os levam para a casa abandonada da cidade onde eles pegam um livro misterioso,Stella começa a ler o livro sem saber que o que está escrito acontece na vida real.O longa possui direção do André Øvredal que fez o mediano "A Autópsia" e aqui faz um Goosembumps de terror,o maior problema do filme certamente é a falta de sangue que tornam as cenas o menor assustadora possível,filmes de terror não funcionam sem a violência e aqui é prejudicial.O roteiro é escrito por impressionantes 5 pessoas,o que atrapalha na execução que é limitada de idéias em muitos momentos.O primeiro ato é bom,tem um ritmo interessante e dá impressão muito positiva ao filme,mas o segundo ato começa a expandir o longa que se perde um pouco e dá um terceiro ato que mescla o bom ao mediano.A direção do André tem uma criação de atmosfera boa,ele cria bem o ambiente e a criação de montros do Del Toro é espetacular os monstros são assustadores e tem cenas realmente que apavoram dada as criaturas que acaba se limitando pela falta de sangue que seria muito bem vinda.O elenco tem boas atuações: eu gostei da Zoe Margaret Colletti que é uma boa personagem e que poderia ser mais bem aproveitada.O Michael Garza é bom,um forasteiro que é bem compreendido pelo público.Histórias Assustadoras para contar no escuro é bem produzido tem boas criaturas,mas é limitado prla falta de sangue.
Uma boa ambientação com algumas boas cenas (outras péssimas). É um filme com adolescentes e recheado de piadinhas que não dá pra considerar um filme de terror. O visual ficou bacana, mas o enredo poderia ser mais sério e focar mais no horror mesmo, algumas tomadas ficaram parecendo "Todo mundo em pânico".
A pacata cidade californiana de Mill Valley tem em seu histórico um passado temeroso, pois é de lá a delicada história envolvendo Sarah (Kathleen Pollard), uma garota cujo relacionamento com os pais sempre foi repleto de violências verbais e físicas. Forçada a morar em um porão, a garota redige um livro, que passou para a posteridade como uma espécie de relato contendo histórias macabras. Anos depois, um grupo de adolescentes descobre o material, passando a sofrer sérias consequências ligadas ao passado sombrio e violento contido nas páginas do recém descoberto material.
Ambientado no ano de 1968, HISTÓRIAS ASSUSTADORAS PARA CONTAR NO ESCURO tem um quê de inspiração no clássico anime Death Note, claro que com as devidas e simplórias proporções. O longa comandado pelo norueguês André Øvredal e co-produzido por Guillermo del Toro tem bons momentos que abordam elementos clássicos do terror, em especial pelo suspense criado nas doses moderadas e incidentais das músicas, deixando uma expectativa crucial para o que virá após novas histórias surgirem no livro de Sarah.
Não existe efetivamente algo que traga ao filme uma pontuação notória, ainda que existam situações criativas envolvendo certas mortes, no entanto, o filme é concluído deixando a sensação de potencial parcialmente alcançado. Não tanto pelo elenco que traz a jovem Zoe Margaret Colletti comandando o grupo com boa empatia e entusiasmo, mas faltou à história algum tempero para descer mais redonda. O bom uso da fotografia concebe equilíbrio à narrativa que transita por problemas sociais parcialmente abordados, mas vale pela curiosidade de quem curte o gênero.
Lúdico, bem feito, narrativa gostosa para os que curtem o gênero, boas músicas... só pecou no quesito medo... personagens de horror mais para monstros do que para demônios. Mas vale a pena.
A idéia não tem nada de original, pelo contrário, se baseia na premissa existente em todo filme de terror. No entanto, temos um elenco carismático, que torna o longa bem agradável. Mas o geral é sem novidades.
Jovens que roubam um livro que conta histórias de terror. Leve e pouco sombrio, algo voltado mais para crianças. Design dos monstros muito bom. O clima bem feito para assustar, porém faltou algo na história para dar um up. Onde está o meu dedão?
Um terror adolescente carismático, tem boas cenas de terror principalmente quando utiliza apenas do som ambiente, alguns jump scares desnecessários, um roteiro meio confuso, mas é um filme que diverte, legal de se assistir.
Não tinha muitas expectativas para o filme, mas esperava que fosse algo criativo. Pelo menos foi essa aura que o material promocional passou pra mim. Mas na verdade é um aglutinado de clichês do terror em que não houve um esforço da direção em inovar. Por ser uma produção de Del Toro, também esperava muito do visual das criaturas e dos cenários, e apesar de serem interessantes, estão muito aquém do que já vimos em outras obras do diretor, tanto em tecnica quanto em conceito estético. Talvez a baixa classificação indicativa podou as possibilidades mais subversivas de onde a história poderia ir, no entanto, não é desculpa para um roteiro sem inspiração, com diálogos bem ruins e pouco a ser dito.
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