A Libertação
Média
2,8
174 notas

38 Críticas do usuário

5
8 críticas
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2 críticas
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Ricardo L.
Ricardo L.

63.294 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 15 de dezembro de 2024
Close tente salvar esse filme com uma boa interpretação assim como o elenco de apoio, mas pecam por um roteiro um tanto problematico.
Adriano Côrtes Santos
Adriano Côrtes Santos

1.008 seguidores 1.229 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 4 de dezembro de 2024
"A Libertação", de Lee Daniels, é uma tentativa frustrada de combinar o drama familiar com o terror sobrenatural, resultando em um filme pouco convincente e desinteressante. O longa ecoa muitos elementos de Preciosa, outro trabalho do diretor, com uma estética semelhante: uma fotografia soturna e opressiva, personagens marcados por abusos e sofrimento, e uma narrativa que insiste em explorar o desconforto e a claustrofobia. No entanto, enquanto Preciosa se destacava pela profundidade emocional e autenticidade de seus personagens, A Libertação não consegue atingir o mesmo impacto, tropeçando em seus próprios excessos e escolhas narrativas.

Inspirado por uma história real de 2014, o filme acompanha Ebony (Andra Day), que se muda com sua mãe Alberta (Glenn Close) e seus três filhos para uma nova casa, apenas para enfrentar uma série de eventos inexplicáveis que envolvem suspeitas de possessão demoníaca. Embora o ponto de partida seja promissor, o roteiro simplifica a abordagem do tema religioso, reduzindo-o a uma metáfora básica e repetitiva: "sem Deus, o demônio entra; com Deus, ele vai embora". A tentativa de introduzir elementos de terror e exorcismo é falha, entregando cenas genéricas, previsíveis e pouco assustadoras. A maquiagem e os efeitos visuais são especialmente desastrosos, parecendo algo saído diretamente dos anos 80, com toques involuntariamente cômicos que remetem ao clipe de Thriller, de Michael Jackson.

O elenco, embora talentoso, está preso a personagens mal desenvolvidos. Andra Day, como Ebony, passa o filme inteiro gritando, o que torna a personagem irritante e dificulta qualquer empatia do público. Glenn Close, apesar de ser uma atriz excepcional, sofre com uma caracterização grotesca e uma personagem ingrata. Uma de suas cenas mais criticadas, em que aparece com dentes que lembram vampiros, expõe a fragilidade do design de produção e do tom inconsistente da obra. Mo'Nique, vencedora do Oscar por Preciosa, é desperdiçada como uma assistente social cujas aparições são pouco memoráveis.

No geral, A Libertação é um filme longo, cansativo e que parece se perder entre o drama e o horror, sem nunca entregar plenamente nenhum dos dois. A falta de sutileza no tratamento dos temas religiosos, as escolhas visuais equivocadas e o roteiro arrastado tornam esta produção uma experiência frustrante, especialmente considerando o histórico de Daniels em explorar histórias intensas e humanas com mais sensibilidade.
Daniel Novaes
Daniel Novaes

7.774 seguidores 873 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 15 de setembro de 2024
Não achei tão ruim quanto a maioria da crítica. É um filme que precisa do complemento, de procurar mais histórias sobre o caso real que inspirou... aí, juntando tudo, fica top!
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 896 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 24 de setembro de 2024
Ao nos deparamos com o filme a libertação em seu primeiro ato, temos a impressão de ser uma boa história, pois possui uma trama familiar bastante interessante e tudo leva a crer que vamos assistir algum drama. Ainda assim, temos um grande desenvolvimento da personagem principal Ebony Jackson diante de todos os elementos do filme: mãe negra, periférica, com 3 filhos e uma mãe com câncer. Além do seu problema financeiro, seu vício com o álcool e seus problemas com a guarda dos filhos. O grande problema do filme é usar o terror com válvula de escape para solucionar tais problemas encontrados na trama. O problema não está nem em usar o terror no filme, e sim como foi usado: de maneira caricata, com efeitos ruins e usando a religião de uma forma muito clichê e sem graça. Some isso tudo os diálogos terríveis durante as cenas de possessões. Em resumo, não encontramos nenhuma atmosfera favorável para as principais cenas de terror do filme causar o devido impacto, não há base e nem justificativa plausível para essa escolha. No fim a mistura de drama com terror não conseguiu satisfazer nenhuma das duas medidas.
Myn
Myn

25 seguidores 270 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 16 de setembro de 2024
Que ótimo filme para o gênero de terror. O filme aborda de forma estruturada ao longo de quase 2 horas de duração o drama vivenciado por uma família de mãe solteira que tenta criar seus filhos sozinha e com uma mãe doente em casa. O diferente desse filme que ele começa como um drama e aos poucos vai se moldando para um terror que por sinal ficou muito bem elaborado, com ótimas cenas e efeitos gráficos. É tão bem explicado que você consegue entender como surgiu a entidade e como deverá ser feito para libertar a família. Aborda de forma muito baseada na biblia o contexto que envolve Jesus cristo como único que pode salvar.

Assistam!!! A, os atores são excelentes, que atuação!!!!!!
sou eu
sou eu

2 seguidores 80 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 4 de setembro de 2024
Filme ruim, com estória ruim, roteiro ruim e mesmices. O porão, o buraco no porão, a pessoa que quer ajudar e se ferra, a bêbada que culpa os outros por seus erros, o diabo invencível que fica fraquinho para ser derrotado. Nada de novo no filme ou nas situações propostas.
Yuri Lourenço de Lima
Yuri Lourenço de Lima

6 seguidores 41 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 21 de setembro de 2024
Mais um filme que a Netflix defeca quando chega os “defeitos especiais” exagerados. Estragaram o filme, uma pena. Estava ótimo. Não sei porque ainda dou chances para as produções toscas da Netflix.
Kariny
Kariny

1 seguidor 18 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 7 de julho de 2025
achei bem ruinzinho, quem comentou aqui que parece um filme da universal contou tudo. faltou só o pastor mirim
Daniel Lúcio
Daniel Lúcio

8 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 19 de setembro de 2024
Começa muito bem, com um drama de família desestruturada no estilo Monster Ball, ótimas atuações de Andra Day e Glenn Close, infelizmente da metade para o fim o filme se perde completamente em clichês baratos meramente substituindo os personagens homens brancos católicos de O Exorcista, por mulheres negras evangélicas. Isso não seria problema se eu não tivesse ficado com a impressão que esse era o único objetivo do filme, já que ficou realmente parecendo uma cópia barata do Exorcista, minhas suspeitas se reforçaram com a cena do garoto andando como uma aranha de membros invertidos pelas paredes do hospital ou então com o coisa ruim apelando emocionalmente para os sentimentos maternais e medos internos da personagem Ebony
Alex
Alex

7 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 29 de outubro de 2025
Não é maravilhoso, mas também não é a pior coisa que já assisti. Para o gênero, acho válido. Não está entre nenhum top 10 mensal, mas vale assistir pelas atuações e abstrair determinadas cenas.
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