Um dos usuários fez uma crítica que resume tudo: culto da universal. O filme.poderia ser bom, mas é cheio de clichês rasos e superficiais. Não vale a pena. Tempo perdido.
Não achei tão ruim quanto a maioria da crítica. É um filme que precisa do complemento, de procurar mais histórias sobre o caso real que inspirou... aí, juntando tudo, fica top!
Ao nos deparamos com o filme a libertação em seu primeiro ato, temos a impressão de ser uma boa história, pois possui uma trama familiar bastante interessante e tudo leva a crer que vamos assistir algum drama. Ainda assim, temos um grande desenvolvimento da personagem principal Ebony Jackson diante de todos os elementos do filme: mãe negra, periférica, com 3 filhos e uma mãe com câncer. Além do seu problema financeiro, seu vício com o álcool e seus problemas com a guarda dos filhos. O grande problema do filme é usar o terror com válvula de escape para solucionar tais problemas encontrados na trama. O problema não está nem em usar o terror no filme, e sim como foi usado: de maneira caricata, com efeitos ruins e usando a religião de uma forma muito clichê e sem graça. Some isso tudo os diálogos terríveis durante as cenas de possessões. Em resumo, não encontramos nenhuma atmosfera favorável para as principais cenas de terror do filme causar o devido impacto, não há base e nem justificativa plausível para essa escolha. No fim a mistura de drama com terror não conseguiu satisfazer nenhuma das duas medidas.
Só quem crê entende o roteiro do filme, a msg foi passada de forma clara e objetiva, óbvio que aumentaram a proporção dos fatos pra dar mais ênfase na história. Só quem viveu trauma familiar sabe quanto é difícil seguir em frente e superar, mas a partir do momento que clamamos por Jesus e o aceitamos de todo o coração,ele vem e realiza o extraordinário.
Começa muito bem, com um drama de família desestruturada no estilo Monster Ball, ótimas atuações de Andra Day e Glenn Close, infelizmente da metade para o fim o filme se perde completamente em clichês baratos meramente substituindo os personagens homens brancos católicos de O Exorcista, por mulheres negras evangélicas. Isso não seria problema se eu não tivesse ficado com a impressão que esse era o único objetivo do filme, já que ficou realmente parecendo uma cópia barata do Exorcista, minhas suspeitas se reforçaram com a cena do garoto andando como uma aranha de membros invertidos pelas paredes do hospital ou então com o coisa ruim apelando emocionalmente para os sentimentos maternais e medos internos da personagem Ebony
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