Pequena Grande Vida
Média
2,4
339 notas

55 Críticas do usuário

5
1 crítica
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9 críticas
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Ric Brandes
Ric Brandes

123 seguidores 102 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 22 de março de 2018
Você aceitaria ser encolhido para ter uma vida melhor, utilizando menos recursos e ajudando o planeta? Eis um filme original e muito criativo, onde menos é mais: Pequena grande vida!
Dirigido por Alexander Payne (Nebraska), a obra traz uma interessante mensagem sobre consumismo e a vida moderna. No elenco, destacam-se Matt Damon e Kristen Wiig (casal Safranek), o vencedor do Oscar Christoph Waltz (como seu vizinho) e a faxineira vietnamita Ngoc Lan Tran (Em um belo papel de Hong Chau, indicada ao Globo de ouro por sua atuação).
Muito poderia ser dito e discutido sobre este filme e suas questões. Mas, entre as surpresas e curiosidades propostas, destacam-se, na primeira parte, toda a problemática particular do casal Safranek e de sua vida, antes do encolhimento. Como viviam como gente normal, planejando sua vida econômica e social? Comprar uma casa, um carro, planejar a vida e tentar levar a vida, como pessoas normais.
Na segunda parte do filme, entram forte as questões sociais, em uma escala global: uma nova vida, após o encolhimento. Mais recursos e opções, em um mundo totalmente novo e inesperado. Uma verdadeira maravilha moderna, exposta em sua nova residência dos sonhos. Novos amigos, novas possibilidades. É interessante notar toda a criatividade e originalidade apresentada na segunda parte do filme, onde o pequeno mundo se confronta com o mundo tradicional, de forma particular e original.
Certamente, um dos pontos fortes do filme é sua problemática crescente, que extrapola todas as expectativas em cena. Há muito o que se falar sobre Pequena grande vida e sua trama social, principalmente na questão do protagonista, Paul Safranek. Que viagem incrível é assistir ao filme, compartilhando os dramas e dilemas do personagem de Matt Damon!
Pequena grande vida é um filme que se apresenta como comédia, segue pelo drama e torna-se intenso em sua proposta social. Merece ser assistido e apreciado, mesmo com seu final aberto. Super recomendo!
Icaro G
Icaro G

21 seguidores 42 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 13 de julho de 2024
Filme bom e recomendo.
Por sorte eu não li as críticas aqui antes de assistir, pois eu teria desistido.
Não entendi porque o pessoal odiou tanto esse filme, eu curti demais.
Ao meu ver, o que deixou a desejar:
O filme n explica muitas coisas, deixa pontas soltas, meio que acaba sem um final, isso n é legal, mas o desenrolar da história dá pra se divertir, te arranca boas risadas, algo que é difícil atualmente, tá difícil achar uma comédia que te arranque um sorriso sincero, e essa arranca.
Eu defino o filme como muito bom, tirando a falta de explicação para muitas coisas, o filme é bom.
spoiler: Partes que eu ri... quando retrata o perfil de algumas mulheres que fazem uma mer** sem tamanho e se colocam no papel de vítimas rs Isso foi pesado e real rs. A vietnamita dando ordem no cara, foi engraçado. Ela falando que a amiga morreu por causa da dose do remédio. O momento que ele pega na perna dela no barco, e depois se beijam, engraçado e estranho. O "bebê" norueguês com herpes. Paul já aderindo a seita tocando um tamborzinho. São momentos divertidos.
Gabriela Santos
Gabriela Santos

23 seguidores 446 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 16 de janeiro de 2025
"Pequena Grande Vida" tem uma premissa bastante inusitada e intrigante. A ideia de realizar o encolhimento de pessoas e comunidades é, no mínimo, curiosa. O filme é uma comédia despretensiosa, que diverte e questiona.
Nayanna Firmino
Nayanna Firmino

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de abril de 2022
“Pequena Grande Vida” é um filme disponível na Netflix. Gosto de escrever sobre os filmes que vejo, acredito que exteriorizar, paradoxalmente,é interiorizar. O filme parece ser sobre um experimento científico que encolhe pessoas visando salvar o meio ambiente - mas a verdade é que as pessoas escolhem encolher pelas motivações mais egoístas, como foi o caso do protagonista. É em um encontro com os antigos amigos do colegial que o filme mostra as discretas inquietações do personagem. Ele é frustrado por não ser grande nos moldes do mundo. Sonhava em ser médico, fez dois anos de cursinho, mas precisou parar de estudar para cuidar da mãe doente. Enquanto conversa com um colega médico, expressa seu desgosto por ser um terapeuta ocupacional - por fatos alheios a sua vontade. Quando se submetesse ao experimento, passaria de uma vida comum a uma vida milionária em miniatura - e foi o que fez, só que sua esposa o abandona e ele fica infeliz, mesmo em meio ao luxo até que um dia repara,como terapeuta ocupacional, uma faxineira na casa de seu vizinho, sofrendo com uma prótese na perna e decide ajudá-la. Só que mesmo ela em sofrimento físico e pobre, dá a vida para ajudar pessoas, cuida de todos no subúrbio onde mora - e meio que “obriga” ele a fazer o mesmo, o leva até para a igreja. É quando ele encontra o sentido. Enquanto no mundo normal, sempre se sentia menor porque, pelas circunstâncias da vida, escolheu ajudar a mãe doente a seguir um sonho egoísta, no subúrbio do mundo dos pequenos, começa a não se comparar com os outros a medida que serve. Na verdade, ele entende que tudo de ruim que aconteceu: desde sua mãe ficar doente, não passar em medicina, ser um terapeuta ocupacional, abandonado por sua antiga mulher, toda a soma de coisas ruins lhe levou justamente onde ele devia estar - no lugar de serviço. É onde ele entende que a vida não necessariamente é grande quando você é “grande”, mas quando você assume seu nome e sobrenome comum e se torna simplesmente “um homem bom” - isto é, a serviço dos outros, não importa o título que carregue. E você? Quais coisas ruins aconteceram que te impediram de chegar onde queria? Os descaminhos também nos fazem chegar.
Sergio A.
Sergio A.

2 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 3 de abril de 2022
Não foi bem aceito pois foge do padrão de filmes que a público está acostumado. Sem violência explícita, sem cenas apelativas, mas com reflexão direta aos culpados pela decadência que vivemos.
André A
André A

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 15 de janeiro de 2019
Não tem cenas quentes de sexo, não tem litros de sangue sendo derramados e diálogos polêmicos. É um bom filme com um história interessante.
Mário Justo
Mário Justo

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 10 de abril de 2022
Fiquei me perguntando por que um filme como esse estava tão mal avaliado por alguns espectadores.
Ao ler as críticas entendi.
O filme começa com um tom de comédia que, aliado ao tema do enredo, dá sinais de um filme de humor. E, de fato, o humor se faz mais presente no início. Contudo, ao decorrer da história, vão surgindo críticas sociais, feitas através de metáforas, dentre outros artifícios, que podem não ser compreendidos por muitos. Daí essa frustração - daqueles que esperam um filme de humor pra passar o tempo e se deparam com um filme fortemente reflexivo.
Para os espectadores mais sensíveis, a obra é surpreendente, ironicamente, pelo mesmo fato que gera desapontamento em outrem: a transição do humor para a tragédia. Contudo, sinto essa transição bem feita, fazendo o espectador embarcar na viagem vivenciada pelo protagonista. Aliás, o filme conta com uma bela atuação de Matt Damon.
É impressionante como a obra vai conectando detalhes em seu roteiro. Por exemplo, quando há o reencontro dos colegas de escola: o protagonista reflete sobre seu desejo interrompido de ser médico. Lá na frente, ele vai desempenhar, justamente, essa função para pessoas que necessitam de sua ajuda, mesmo não sendo médico, exatamente (ele é fisioterapeuta). Esses detalhes mostram a riqueza dessa obra que, como disse, nem todos terão capacidade de compreender.
De modo geral, o filme tem boas atuações, boa direção, bom roteiro, boa fotografia... Enfim, um filme surpreendente, feito pra incomodar e trazer muitas reflexões sobre a sociedade tão desigual na qual vivemos.
Thaynara
Thaynara

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 22 de julho de 2024
Eu gostei, mostra como o ser humano não muda, independente do que for, sempre seremos os mesmos, sempre terá pessoas boas, mas também sempre terá maldade, pobreza, desigualdade social...Não importa o mundo que vivemos nunca conseguiremos escapar disso, pois é da natureza humana ser babac@
Christiano Jaqueline
Christiano Jaqueline

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 8 de julho de 2024
Ideia do filme é interessante e o desenvolvimento da história tem uma narrativa que prende a atenção do início ao fim. Recomendo e assistiria de novo tranquilamente.
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