Não vale a pena investir o tempo. Se a ideia do filme parece ótima, o desenrolar da história é muito fraco. Simplesmente não leva a lugar nenhum. Essa fraqueza toda no roteiro faz com que o filme tente, mas acabe não passando mensagem nenhuma.
A premissa lembra aquele filme Querida, Encolhi as Crianças (Honey, I Shrunk the Kids, 1990)...mas achei o filme longo demais…são 2h16min (parecem mais de 3h rsrs) e boa parte desse tempo o diretor gasta meio que explicando demais sabe? Tipo ele detalha tanto o processo de miniaturizar (downsizing) as pessoas e depois não explora tanto a questão do tamanho das coisas…ele entra mais na vibe da solidão do nosso personagem e faz criticas sociais que não importa o quão o ser humano tenha boas intenções sempre haverá um lado menos privilegiado e sempre teremos desigualdades…uma trama arrastada…piadas na medida certa mas demora para o filme dizer a que veio….e um final sem graça que você já sabe como vai ser tipo uns 15min antes de acontecer…destaque para os coadjuvantes o francês Dusan Mirkovic (Christoph Waltz) e a vietnamita Ngoc Lan Tran (Hong Chau). Assista com um bom tempo sobrando. Nota 7,0.
O primeiro ato do filme é algo perfeito, pois a obra nos mostra as premissas em forma de critica social para o motivo do encolhimento, além de todo o universo deslumbrante para que isso fosse feito, e a construção da problemática com o protagonista. O filme é de ficção científica com um tom agradável de leveza. Além da apresentação da dualidade entre as pessoa que querem encolher para salvar o meio ambiente e outras que querem encolher apenas para aumenta as desigualdades sociais. Na medida que vamos nos aproximando do segundo ato, o filme começa a se perder, principalmente nas apresentações de personagens sem utilidade nenhuma na trama. Além de uma tentativa de comédia romântica que não funciona de forma nenhuma. O roteiro chega no terceiro ato tentando resgatar toda a problemática do meio ambiente, antes esquecida no segundo ato por conta de um romance meia boca. Uma pena, pois o filme tinha um potencial para ser muito melhor.
️ Um filme com uma premissa interessante e uma bela filosofia, reduzir o ser humano para cuidar melhor do meio ambiente e salvar o planeta. Mostrando também que não importa onde o homem viva, ele sempre acabará com tudo, devido seu lado egoísta e mal.
Porém a graça acaba aos 20min de filme Aparti daí que o filme perde seu sentido e começa praticamente outro filme. fazendo você lutar contra o sono e o pior, fazendo você desperdiçar 2h10min da sua vida
Tirando a bela temática e a atuação da atriz Ngoc Lan Tran, mesmo que a personagem chegue a ti irritar, o filme é fraco, Infelizmente.
• Creio que nada é por acaso, o diretor Alexander Payne engavetou esse filme em 2009 para produzir outros filmes. Voltando a idéia em 2017. Dava tempo de pensar bem, antes gastar o dinheiro numa obra pífia.
☠️ Fujam dessa furada Se tiver amor ao seu tempo
O filme deveria se chamar "Como conseguir estragar uma boa premissa" A Um filme que estava interessado no começo com a apresentação e o desenvolvimento dela, mas que do meio pro final vira outro filme, nada a ver com o começo e que me perdeu completamente, tanto que eu nem queria terminar o filme. A montagem é estranha, é um filme que não sabe finalizar uma cena e ir para a próxima, e fica fazendo fadeout o filme INTEIRO (!!!) A premissa do filme é boa, interessante, diferente, mas ele se perde!
A abordagem inicial deu a impressão de que trataria um conceito interessante, que são os prós e contras do Encolhimento.
Uma cena no bar também deu a entender que haveria um impasse entre os que eram a favor ou contra o procedimento.
E se o filme seguisse essa conotação, certamente seria muito interessante e se enquadraria para uma comédia dramática. Mas foi totalmente disperso, virou uma mistura de romance/comédia, porém fraco.
É uma pena, pois na minha opinião, tinha todo para ser um excelente filme e não é.
O filme tem um bom argumento, que é bem desenvolvido até em torno de 1 hora de filme. Bem poderia acabar aí, tratando do amplo, da questão social, ambiental, econômica, etc. Mas depois, o enredo desaba e se afunda na questão emocional de Matt Damon, com a história ganhando contornos fantasiosos, com até um affair superficial entre os personagens. Enfim, começa até que bem e dá entender que poderia ser grande, mas acaba se auto diminuindo. Ele convida o telespectador para uma viagem, o recebe, o acomoda, o faz pensar, imaginar, mas depois de um tempo expulsa o telespectador para focar no protagonista.
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