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Bem Hard... Gore.
Técnicas para se contar uma história no cinema já foram usadas das mais variadas possíveis, desde uso de tecnologias ou criatividade por parte de seus produtores. O filme Hardcore: Missão Extrema paira nesse conceito para extravasar, mas não de maneira despretensiosa, pois contar um história de ação, com 91 min de duração e todo em primeira pessoa, não é algo fácil e muito menos comum de se ver.
Henry é uma espécie de ciborgue recém acordado em um laboratório, sem lembrar de absolutamente nada e sem voz, ele recebe as primeiras informações da cientista que se apresenta como sua esposa. Durante os testes inciais após ser "ressuscitado", o vilão Akan (Danila Kozlovsky) surge para mostrar um pouco de suas habilidades telecinéticas e reaver algo que Henry tem em seu poder, o que dá início à divertida correria que veremos ao longo de todo o filme.
Por se tratar de algo inteiramente gravado em primeira pessoa, a subjetividade é domada com uma criatividade impressionante pelo diretor russo Ilya Naishuller, pois nunca cansamos de ver o protagonista em busca de respostas. Essa característica que flerta bem de perto com os videogames, impressiona quando acompanhamos a condução das cenas de ação muito bem elaboradas, pois impõe um relevância soberba à continuidade do filme.
Há uma retratação da violência extrema neste filme que não se cansa em mostrar membros sendo decepados, cabeças explodindo, olhos sendo perfurados e tudo o mais que varia a cada nova fatalidade, isso dá um quê de curiosidade para sabermos exatamente como será a próxima morte, a própria abertura já deixa isso claro quando mostra, em câmera lentíssima, o que teremos no filme ao melhor estilo gore.
Tecnicamente falando, há a impressão de que o estreante Naishuller é experiente no assunto de produções desse estilo, pois conduz o filme com bastante ousadia, convicção e criatividade, deixando até mesmo as situações mais pitorescas parecerem algo trivial perto da loucura que acompanhamos, e olha que ver uma mulher nua sendo arremessada na câmera não é nem de longe algo convencional.
Tendo a presença do divertido Sharlto Copley como Jimmy, um cara que morre a todo instante e de formas bem diferentes, HARDCORE - MISSÃO EXTREMA bem que poderia ser alçado a algo mais comercial, pois tem qualidade excepcional para um filme relegado a obscuridade.
Técnicas para se contar uma história no cinema já foram usadas das mais variadas possíveis, desde uso de tecnologias ou criatividade por parte de seus produtores. O filme Hardcore: Missão Extrema paira nesse conceito para extravasar, mas não de maneira despretensiosa, pois contar um história de ação, com 91 min de duração e todo em primeira pessoa, não é algo fácil e muito menos comum de se ver.
Henry é uma espécie de ciborgue recém acordado em um laboratório, sem lembrar de absolutamente nada e sem voz, ele recebe as primeiras informações da cientista que se apresenta como sua esposa. Durante os testes inciais após ser "ressuscitado", o vilão Akan (Danila Kozlovsky) surge para mostrar um pouco de suas habilidades telecinéticas e reaver algo que Henry tem em seu poder, o que dá início à divertida correria que veremos ao longo de todo o filme.
Por se tratar de algo inteiramente gravado em primeira pessoa, a subjetividade é domada com uma criatividade impressionante pelo diretor russo Ilya Naishuller, pois nunca cansamos de ver o protagonista em busca de respostas. Essa característica que flerta bem de perto com os videogames, impressiona quando acompanhamos a condução das cenas de ação muito bem elaboradas, pois impõe um relevância soberba à continuidade do filme.
Há uma retratação da violência extrema neste filme que não se cansa em mostrar membros sendo decepados, cabeças explodindo, olhos sendo perfurados e tudo o mais que varia a cada nova fatalidade, isso dá um quê de curiosidade para sabermos exatamente como será a próxima morte, a própria abertura já deixa isso claro quando mostra, em câmera lentíssima, o que teremos no filme ao melhor estilo gore.
Tecnicamente falando, há a impressão de que o estreante Naishuller é experiente no assunto de produções desse estilo, pois conduz o filme com bastante ousadia, convicção e criatividade, deixando até mesmo as situações mais pitorescas parecerem algo trivial perto da loucura que acompanhamos, e olha que ver uma mulher nua sendo arremessada na câmera não é nem de longe algo convencional.
Tendo a presença do divertido Sharlto Copley como Jimmy, um cara que morre a todo instante e de formas bem diferentes, HARDCORE - MISSÃO EXTREMA bem que poderia ser alçado a algo mais comercial, pois tem qualidade excepcional para um filme relegado a obscuridade.
Este não é um vídeo-game, mas um filme que utiliza completamente a estética dos jogos de tiro em primeira pessoa. Ele tem uma narrativa coesa, e ainda que não tão bem articulada, qual filme de ação você conhece que consegue ser tão realista a ponto de enxergarmos toda a ação do ponto de vista do mocinho? Pior: que filme de ação hoje em dia consegue te entregar todo o pacote 18+, com direito a sangue, esquartejamento, esmagamento, esfaqueamento e outros "mentos" por aí, e não aquelas brincadeiras de criança da Marvel?
Senhoras e senhores, bem vindos a insanidade mais sem noção e bem elaborada das últimas décadas.
Realmente esse filme me surpreendeu. Nunca vi outro tão eletrizante e cheio de loucura como essa, sendo uma mistura de filme/game das mais bacanas.
Em determinados momentos você se pergunta se não vai parar de ter briga e sangue no filme de tão intenso que é.
Não vou passar nenhum spoilers, mas posso afirmar que para quem gosta e ação é um filme muito bom e com uma história que foge da "mesmice" das produções atuais.
Então é isso, com certeza recomendo e se der assistirei novamente.
Gil Salles
Realmente esse filme me surpreendeu. Nunca vi outro tão eletrizante e cheio de loucura como essa, sendo uma mistura de filme/game das mais bacanas.
Em determinados momentos você se pergunta se não vai parar de ter briga e sangue no filme de tão intenso que é.
Não vou passar nenhum spoilers, mas posso afirmar que para quem gosta e ação é um filme muito bom e com uma história que foge da "mesmice" das produções atuais.
Então é isso, com certeza recomendo e se der assistirei novamente.
Gil Salles
Como já dito, a história não faz o menor sentido, só foi feita para justificar as insanas e inúmeras cenas de ação, que são realmente muito boas. Ótima trilha sonora.
O filme é uma coisa totalmente diferente de tudo que eu já tinha visto , acho que ele foi feito para assistir com um óculos Rift, mas tambem é morte paulada, porrada, bomba e destruição do começo até o fim, Tem hora que dá até enjoo de ver
Aos que curtem ação desenfreada, eu os convoco à assistir o trailer abaixo (incrível que as músicas da banda Queen são as trilhas do momento para este preview) e me respondam se vende bem o "peixe" ou não? Duca! Sempre me perguntei como seria um filme em que a filmagem fosse dos olhos do personagem principal, ou seja, em primeira pessoa. Bom, teve o JERUZALEM (2015) que me deu um expectativa de como seria, mas ainda era apenas a visão retratada por um óculos (com uma esperta propaganda do Google Glass). Eis que o diretor/roteirista Ilya Naishuller em seu primeiro trabalho (sim, é uma propaganda enganosa no trailer, ele não dirigiu O PROCURADO de 2008.....), me entrega isso em um enredo que merece o título que tem! Resultado? Show de bola! Aos que procuram algo "cult", este não é o entretenimento correto. Aqui, é ignorado algumas lógicas e nem se importam em explicar certos eventos (apenas o básico para que se entenda o enredo como um todo, o que é bem simples), focando apenas em tiros, lutas, explosões, mortes, violência, perseguições, mulheres como vieram ao mundo e humor negro, ou seja, prato cheio para quem gosta do gênero! É apertar o play e deixar a adrenalina prosperar do começo ao fim! Trilha Sonora bem agitada e bem selecionada para cada cena. E também tem sacadas bem inteligentes como a entrada da música do "Mundo de Marlboro", muito bom! O elenco em geral está razoável, mas o ator Sharlto Copley (atuou em MALÉVOLA de 2014, em OLDBOY: DIAS DE VINGANÇA de 2013, em ESQUADRÃO CLASSE A de 2010 e outros) está impecável e hilário! Ele interpreta vários personagens que são o mesmo, o Jimmy (confuso? Também fiquei, mas tudo se explica). Uma coisa que pode não agradar é que esse estilo de filmagem pode fazer com que não se entenda o que esta acontecendo em certos momentos, mas é ótimo no "pega pra capar" e em certas lutas. Inovador!!!!! Una película para los cabra machos e para las chicas que curtem todo esto (ow portunhol ruim para dedéu.....). Um jogo de videogame moderno, do qual não jogamos e sim apenas apreciamos a narrativa extremamente HARDCORE...
Ótimo filme de ação com uma proposta diferente, recomendo, mas q história é muito confusa e pode ficar meio sem sentido pra algumas pessoas.
Literalmente o filme mais ruim que ja vi em toda a vida.
Assisti porque acreditava que a historia seria uma ação legal e teria algumas menções de jogos de vídeo game como de fato tem. Mas a historia e o resto é uma droga.
Assisti porque acreditava que a historia seria uma ação legal e teria algumas menções de jogos de vídeo game como de fato tem. Mas a historia e o resto é uma droga.
Filme diferente de tudo que já vi, pois é de uma perspectiva tipo jogo de vídeo game. Vimos um pouco disso, em 4 minutos do filme DOOM. Só pela coragem complexidade de se fazer um filme assim. Só por isso merece 4 estrelas.
Diferente de qualquer coisa q jah assisti e ação do começo ao fim. A sensação ao assistir o filme eh a mesma de um jogo em primeira pessoa. Gostei e recomendaria para assistir.
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