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Repleto de metáforas, trilha sonora e fotografia impecáveis. Ou você vai amar, ou odiar. Um tipo inovador no gênero.
Luxuria, Glamour, inveja, perfeição, ego, narcisismo e mais..."Demônio de Neon" encontra o ponto e explora o mundo dos seres humanos perfeitos, a onde a naturalidade choca,e o robotizado é o aceito,a onde a perfeição pode ser refletida no espelho e a onde "tudo que o ser humano tem, é a sua beleza", esse é o mundo do filme do diretor Nicolas Refn, um filme sub-aproveitado pela critica e pelo publico, que conta um um enrendo sarcasticamente sensacional e um apuro técnico e visual lindíssimo. O enredo do filme tem uma premissa simples, e se foca numa linearidade e na personagem da Jesse, mas com o decorrer, os personagens secundários vão ganhando força ate por finalmente conseguirem roubar o filme. Uma especie de "Cisne Negro" ao contrario, pois aqui nossa protagonista já é perfeita, e os outros ao redor dela que buscam essa perfeição nela, com um ar David Lynch e se utilizando de subjetividade, "Demônio de Neon" é um espetáculo, entrando mais fundo possível no ego humano ele mostra que a perfeição vai acima do próprio conceito de humanidade, e a busca dessa delimita o caráter e submete a decência ao nada, o longa produz e mostra um mundo a onde o que realmente vale é as aparências, e ele não precisa ficar fazendo isso com diálogos, ele diz isso em pequenos detalhes, como a maquiagem que Jesse está usando em seu momento de "mudança", ou no seu desfile a onde ela beija sua aparência numa metáfora de casamento consigo mesmo, o filme se utiliza de diversos recursos de roteiro, deste dialogo a subjetividade para mostrar sua ideia, e depois de um tempo isso fica tão natural, que Nicolas começa a introduzir elementos de pura selvageria, como estupro, canibalismo, assassinato e até necrofilia, chocante? não, nada disso, o chocante mesmo é a indiferença humana perante a selvageria quando seu objetivo é ser perfeita e sua luxuria apaga sua humanidade. O filme tecnicamente é um muito detalhista, com uma câmera sempre buscando o centro, e uma fotografia que brinca com jogos de luzes, refletindo o clima da cena, embora as vezes, parece que Nicolas brinca com a fotografia de maneira aleatória, mas mesmo assim, é um trabalho muito lindo, temos também uma boa trilha, boa montagem que dá um ritmo muito bom ao filme, mesmo o mesmo sendo as vezes bem contemplativo, uma ótima maquiagem e figurino, tecnicamente, "Demônio De Neon" é puro capricho, e é um dos filmes de suspense mais belos tecnicamente que eu vi na vida. Elle Fannng esta ótima em seu papel, e consegue passar o tom de menina inocente e menina má quando é preciso, Jena Malone tabem está gigante, linda e passando um ar oculto, sua personagem é a síntese da duvida, ela quer a perfeição carnal e sentimental, ao mesmo tempo em que as duas vivem em conflito, as outras atrizes são robóticas, até em suas posturas na mesa, e isso não é ruim, é ótimo, o que comprova que não tem ponto fraco no elenco. "Demônio De Neon" não é perfeito, sua moral que prega uma visão que nada consegue ser perfeito e natural por muito tempo se comprova na própria avaliação do filme, ele consegue ser perfeito em alguns aspectos, mas sua naturalidade morre, e as vezes é até um pouco forçado, mas não deixa de ser um grande filme e um suspense psicológico de qualidade, com questionamentos, boa técnica, e ótimo desfecho, pois isso é a coisa mais perigosa num filme, seu final, ele pode estragar a obra, e isso parece que vai acontecer com "Demônio De Neon", pois ele tem um final pronto e ótimo, ai o filme se alonga mais 2 cenas, mostrando um final mais do que ótimo, perfeito, a onde a perfeição é alcançada, a humanidade morta e a naturalidade digerida.
Um equilíbrio raro entre o estilismo visual e o cuidado narrativo, Neon Demon pode parecer por vezes uma experiência cinematográfica um tanto quanto desconfortável, mas é inegavelmente uma peça marcante no novo cinema independente. Elle Fanning numa atuação notável.
Demônio de Neon - só tenho uma coisa para dizer desse filme, que nojo, não percam tempo com esse lixo
Um filme diferente de tudo o que já foi feito, tanto no enredo, na trilha sonora e na fotografia. Uma certeza o espectador pode ter: não se deparará com um filme clichê. Vale a pena conferir, pela experiência diferenciada.
Não é de hoje que sabemos que no mundo da moda, ou melhor, do showbiz, coisas "desagradáveis" acontecem o tempo todo (como na maioria dos "mundos", infelizmente) e ser bonito depende de como a sociedade te quer bonito. Tens que ser esteticamente perfeito, seja um nariz levemente torto, pronto, cirurgia nele. A exigência e procura pelos próximos deuses ou deusas fazem muitas pessoas "vender suas almas ao diabo", deixando de ser o que eram e se tornando algo diferente, se para o bem ou para o mal, depende do ponto de vista. E as outras que já foram estrelas de passarela, são tratadas como dinossauros que já deveriam estar extintos..... Um verdadeiro canibalismo!
Neste novo trabalho do diretor Nicolas Winding Refn (ele fez o bom DRIVE de 2011 - comentários no NP) que também assina como roteirista juntamente com Mary Laws, não temos nada de novo nas denúncias apresentadas. E o enredo é conhecido, uma menininha linda (linda? MARAVILHOSA!!!!!!) do interior vai para cidade grande com todos seus pudores e morais e acaba se convertendo aos flashes e glamour. A grande sacada é a estética desta película! Refn é perfeccionista (como sempre) no visual de cada cena, nos proporcionando uma Fotografia sem igual, impecável, majestosa, FUNKFENOMENAL! Outro trunfo é a ótima Trilha Sonora que combina com as luzes e brilhos de cada take. E por falar em luzes, preste atenção nelas (Dica do Portuga).
A narrativa da trama que fala muito sobre luxúria, inveja, cobiça, segue normal em seu contexto com o diferencial da música e de sua aparência, um pouco lenta até chegar em seu arco final. Ai que fo%# tudo! Mantém seu diferencial, mas não se tem mais noção se é um sonho ou realidade e que realmente rola um WTF em seu pensamentos (tecla sap = WTF = "what the fuck?" = "que po##@ é essa?), rola! Essa dúvida parte porque tem esses lances de sonhos e me pareceu que a protagonista (LINDA!!!!!) é meio vidente, então quando entra o terceiro ato você pensa mesmo um "eitcha po##@, é de verdade isso?". Sai da normalidade para o bizarro (sem perder seu charme) e você pode não entender mais nada. Eis que lendo/ouvindo comentários aqui e ali que um certo indivíduo (youtuber que faz ACABOU DE ACABAR) disse algo que me iluminou! E assim, mesmo na estranha forma de demonstrar isso, Refn foi assertivo! E o que são as imagem durante os créditos iniciais, que lindo!
O elenco está muito bem selecionado e atuando muito bem. Nossa protagonista Elle Fanning (de MALÉVOLA, 2014 - comentários no NP). Sim, ela é a princesa) parece que nasceu para o papel com sua inocência no olhar, malícia nos lábios e única em sua beldade. Mesmo ela sendo irmã da atriz Dakota Fanning (GUERRA DOS MUNDOS de 2005), eu acho ela a cara da Cara Delevingne (ESQUADRÃO SUICIDA de 2016 - comentários no NP, a bruxa que faz a dancinha infernal para os olhos). Só não entrou no hall das Famosas do Portuga porque.....ah, quer saber, entrou sim! Outra que está mandando bem aqui é a Jena Malone (SUCKER PUNCH - MUNDO SURREAL de 2011 e comentários no NP) pois não sabemos qual é a dela até chegar o desfecho. Temos a ilustre presença de um galã, o Keanu Reeves (.....mulheres suspirando ao fundo.....) que não decepciona na atuação, por mais que não apareça muito. Outro destaque é o ator Karl Glusman (achei que conhecia o homem, mas não. Tem apenas 5 filmes em sua carreira que nem assisti ou ouvi falar.....) que faz o bom moço e a "luz azul" da personagem de Fanning. E temos um bocado de mulheres bonitas ao estilo " Fashion Week", todas umas bonecas de porcelana. Pena que alguns indivíduos são descartados como.....como..... óóóh!!!!!.....(.....acabando de descobrir mais alguma coisa.....)
Em suma, ou aprecias a arte ou a detesta. Confesso que estava interessado no começo, pois Fanning tem uma carisma (LINDA!!!!!!) e carrega a trama junto com os outros atores, mas no final fiquei meio perdido. Me ocorreu sim um "que bos%@", mas depois do toque (uiiiii) do rapaz da "tal internet" e que também está perdido nas frases acima, gostei do filme. A cena de duas mulheres tomando banho não lésbico é estranhamente belo para os olhos masculinos, assim como todo o término desta história de suspense/terror incomum cheia de metáforas e verdades...
Neste novo trabalho do diretor Nicolas Winding Refn (ele fez o bom DRIVE de 2011 - comentários no NP) que também assina como roteirista juntamente com Mary Laws, não temos nada de novo nas denúncias apresentadas. E o enredo é conhecido, uma menininha linda (linda? MARAVILHOSA!!!!!!) do interior vai para cidade grande com todos seus pudores e morais e acaba se convertendo aos flashes e glamour. A grande sacada é a estética desta película! Refn é perfeccionista (como sempre) no visual de cada cena, nos proporcionando uma Fotografia sem igual, impecável, majestosa, FUNKFENOMENAL! Outro trunfo é a ótima Trilha Sonora que combina com as luzes e brilhos de cada take. E por falar em luzes, preste atenção nelas (Dica do Portuga).
A narrativa da trama que fala muito sobre luxúria, inveja, cobiça, segue normal em seu contexto com o diferencial da música e de sua aparência, um pouco lenta até chegar em seu arco final. Ai que fo%# tudo! Mantém seu diferencial, mas não se tem mais noção se é um sonho ou realidade e que realmente rola um WTF em seu pensamentos (tecla sap = WTF = "what the fuck?" = "que po##@ é essa?), rola! Essa dúvida parte porque tem esses lances de sonhos e me pareceu que a protagonista (LINDA!!!!!) é meio vidente, então quando entra o terceiro ato você pensa mesmo um "eitcha po##@, é de verdade isso?". Sai da normalidade para o bizarro (sem perder seu charme) e você pode não entender mais nada. Eis que lendo/ouvindo comentários aqui e ali que um certo indivíduo (youtuber que faz ACABOU DE ACABAR) disse algo que me iluminou! E assim, mesmo na estranha forma de demonstrar isso, Refn foi assertivo! E o que são as imagem durante os créditos iniciais, que lindo!
O elenco está muito bem selecionado e atuando muito bem. Nossa protagonista Elle Fanning (de MALÉVOLA, 2014 - comentários no NP). Sim, ela é a princesa) parece que nasceu para o papel com sua inocência no olhar, malícia nos lábios e única em sua beldade. Mesmo ela sendo irmã da atriz Dakota Fanning (GUERRA DOS MUNDOS de 2005), eu acho ela a cara da Cara Delevingne (ESQUADRÃO SUICIDA de 2016 - comentários no NP, a bruxa que faz a dancinha infernal para os olhos). Só não entrou no hall das Famosas do Portuga porque.....ah, quer saber, entrou sim! Outra que está mandando bem aqui é a Jena Malone (SUCKER PUNCH - MUNDO SURREAL de 2011 e comentários no NP) pois não sabemos qual é a dela até chegar o desfecho. Temos a ilustre presença de um galã, o Keanu Reeves (.....mulheres suspirando ao fundo.....) que não decepciona na atuação, por mais que não apareça muito. Outro destaque é o ator Karl Glusman (achei que conhecia o homem, mas não. Tem apenas 5 filmes em sua carreira que nem assisti ou ouvi falar.....) que faz o bom moço e a "luz azul" da personagem de Fanning. E temos um bocado de mulheres bonitas ao estilo " Fashion Week", todas umas bonecas de porcelana. Pena que alguns indivíduos são descartados como.....como..... óóóh!!!!!.....(.....acabando de descobrir mais alguma coisa.....)
Em suma, ou aprecias a arte ou a detesta. Confesso que estava interessado no começo, pois Fanning tem uma carisma (LINDA!!!!!!) e carrega a trama junto com os outros atores, mas no final fiquei meio perdido. Me ocorreu sim um "que bos%@", mas depois do toque (uiiiii) do rapaz da "tal internet" e que também está perdido nas frases acima, gostei do filme. A cena de duas mulheres tomando banho não lésbico é estranhamente belo para os olhos masculinos, assim como todo o término desta história de suspense/terror incomum cheia de metáforas e verdades...
Se você é uma daquelas pessoas que gosta de assistir filmes "perturbadores", esse é o filme.
Aqui o tema principal é o padrão de beleza. Achei o final muito fraco.
Aqui o tema principal é o padrão de beleza. Achei o final muito fraco.
Talvez você não goste do filme (o que não é o meu caso), do desenrolar da história, do ritmo, etc... Mas uma coisa você vai precisar admitir: A fotografia é estupenda! As imagens te transportam completamente pro universo sombrio no qual tudo acontece, isso sem falar na trilha que também é sensacional. Elle está ótima! Só pela estética já vale a pena ver... Fico imaginando o quão incrível não deve ter sido ver aquelas imagens hipnotizantes na tela do cinema!
Demônio de Neon consegue discutir a questão da moda, da arte e do auto-sacrifício sem apelar para mi-mi-mis do feminismo marxista atual. O filme pula essa camada superficial e descerebrada da discussão adentrando no cerne da questão: a fascinação que a estética exerce sobre seres humanos e como isso funciona hoje no mercado da arte. O mais curioso de tudo é como isso lembra a nossa própria querida, industrializada e consumista sétima arte.
pior filme que já vi na minha vida, totalmente sem nexo e o final consegue ser pior ainda, se eu pudesse não dava nenhuma estrela, esperava mais do diretor
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