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Ricardo L.
63.289 seguidores
3.227 críticas
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4,5
Enviada em 25 de janeiro de 2020
Mais um filme esquecido pela academia! Temos aqui uma linda história de superação e amor próprio de uma mulher que quebrou barreiras e paradigmas, levando consigo muita bondade e talento, filme baseado em fatos esse é mais grande filme que o óscar esnobou de com força, temos a estupenda Sally Hawkins e o ótimo Ethan Hawke em atuações muito boas que mereciam sim serem indicados, mas... ainda merecia ter sido indicado a melhor filme, direção e montagem. Apesar de não concordar com uma decisão do diretor que envolve o personagem de Ethan, Maudie é com certeza uma obra de primeiríssima qualidade.
Desde sua juventude Maud Lewis (Sally Hawkins) tem problemas de artrite reumatoide, que causa inflamações e deformações nas articulações do seu corpo. Dona de casa, Maud possui habilidades artísticas e, apesar das suas limitações físicas, ela consegue superar a doença e se tornar uma popular artista visual do Canadá.
uma biografia muito linda que comove do começo até o fim uma história simplesmente maravilhosa de se conhecer
Filme bacana! Interessante ver os conceitos da época, o machismo, a submissão das mulheres... ótima fotografia, e uma história comovente e bem contada!
Um filme gostosinho de se ver, narrando uma parte da vida da pintora batalhadora Maudie. Acho que a atriz Sally Hawkins foi injustiçada por pelo menos não ter sido indicada ao Oscar por sua atuação nesse filme, pois está ótima, ela incorporou bem a real personagem, que sofria de artrite grave. O filme não é longo, acredito que podiam ter explorado um pouquinho mais em certas cenas, ficaram algumas lacunas, mas nada que faça com que o filme seja ruim. Uma lição de vida: nós que complicamos nossas próprias vidas !
Um filme espetacularmente bem feito com uma bela fotografia, trilha sonora, figurino, direção e atuação impecável dos atores principais Ethan Hawke,e Sally Hawkins, contando uma história de forma sutil e delicada. Enfim, um filme imperdível para quem gosta de ARTE!!! Recomendo.
Adorei o Filme dessa GRANDE Artista, vale a pena assistir, envolve do começo ao fim, a Maudie teve uma vida muito difícil, mais a seu Grande amor a ARTE, superou todos os obstáculos, emocionante.
O filme “Maudie: Sua Vida e Arte”, dirigido por Aisling Walsh, é uma cinebiografia sobre a artista plástica canadense Maud Lewis (Sally Hawkins), que, por boa parte de sua vida, viveu numa situação de extrema pobreza, até que seu trabalho foi descoberto, nos anos 60.
O roteiro escrito por Sherry White nos mostra que a revelação de Maud como a grande pintora que ela foi veio quase que por acaso, uma vez que ela vivia uma vida regrada, quase que em confinamento, ao lado do marido Everett (Ethan Hawke), numa pequena casa localizada no meio de uma estrada.
Isso é sintomático de quem Maud foi: uma mulher que passou a vida sofrendo com os efeitos da artrite reumatoide e que teve a sua própria vontade relegada, por boa parte do tempo, pelo cuidado excessivo e hipocrisia de seus familiares. Até mesmo seu casamento foi marcado por muita turbulência.
Por isso mesmo, o despertar artístico de Maud vem ao mesmo tempo em que ela e Everett encontram uma forma de fazer o relacionamento deles funcionar, do jeito deles, com respeito, tolerância e, por quê não, amor. Acompanhar essas transformações é um dos pontos positivos de “Maudie: Sua Vida e Arte”. As ótimas atuações de Sally Hawkins e Ethan Hawke são um bônus!
História real belíssima. Glória a Deus não foi desperdiçada sendo filmada por um diretor sem sensibilidade artística. Não há o menor sinal de sensacionalismo, de exploração da condição doente da personagem. O que mostra é uma mulher doce, inteligente, prática. E, embora a personagem não resmungue, em absolutamente nenhum momento, de sua condição, o filme não cai na armadilha de querer diminuir sua real fragilidade física. Pelo contrário, mostra bastante isso, mas como um fator coadjuvante perto da grandeza de sua determinação calma de seguir em frente. A caracterização e interpretação pessoal de Sally Hawkins estão estupendos. Hawke também está ótimo. Dosagem perfeita nos diálogos, nas reações, sem fakes, sem cenas teatrais estapafúrdias. Filme encantador e envolvente do começo ao fim.
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