Maudie - Sua Vida e Sua Arte
Média
4,2
106 notas

30 Críticas do usuário

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Ricardo L.
Ricardo L.

63.294 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 25 de janeiro de 2020
Mais um filme esquecido pela academia! Temos aqui uma linda história de superação e amor próprio de uma mulher que quebrou barreiras e paradigmas, levando consigo muita bondade e talento, filme baseado em fatos esse é mais grande filme que o óscar esnobou de com força, temos a estupenda Sally Hawkins e o ótimo Ethan Hawke em atuações muito boas que mereciam sim serem indicados, mas... ainda merecia ter sido indicado a melhor filme, direção e montagem. Apesar de não concordar com uma decisão do diretor que envolve o personagem de Ethan, Maudie é com certeza uma obra de primeiríssima qualidade.
Luiz Antônio N.
Luiz Antônio N.

30.873 seguidores 1.298 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 29 de outubro de 2017
Desde sua juventude Maud Lewis (Sally Hawkins) tem problemas de artrite reumatoide, que causa inflamações e deformações nas articulações do seu corpo. Dona de casa, Maud possui habilidades artísticas e, apesar das suas limitações físicas, ela consegue superar a doença e se tornar uma popular artista visual do Canadá.

uma biografia muito linda que comove do começo até o fim uma história simplesmente maravilhosa de se conhecer
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 28 de agosto de 2020
O filme “Maudie: Sua Vida e Arte”, dirigido por Aisling Walsh, é uma cinebiografia sobre a artista plástica canadense Maud Lewis (Sally Hawkins), que, por boa parte de sua vida, viveu numa situação de extrema pobreza, até que seu trabalho foi descoberto, nos anos 60.

O roteiro escrito por Sherry White nos mostra que a revelação de Maud como a grande pintora que ela foi veio quase que por acaso, uma vez que ela vivia uma vida regrada, quase que em confinamento, ao lado do marido Everett (Ethan Hawke), numa pequena casa localizada no meio de uma estrada.

Isso é sintomático de quem Maud foi: uma mulher que passou a vida sofrendo com os efeitos da artrite reumatoide e que teve a sua própria vontade relegada, por boa parte do tempo, pelo cuidado excessivo e hipocrisia de seus familiares. Até mesmo seu casamento foi marcado por muita turbulência.

Por isso mesmo, o despertar artístico de Maud vem ao mesmo tempo em que ela e Everett encontram uma forma de fazer o relacionamento deles funcionar, do jeito deles, com respeito, tolerância e, por quê não, amor. Acompanhar essas transformações é um dos pontos positivos de “Maudie: Sua Vida e Arte”. As ótimas atuações de Sally Hawkins e Ethan Hawke são um bônus!
Crismika
Crismika

1.192 seguidores 510 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 29 de julho de 2020
Um filme espetacularmente bem feito com uma bela fotografia, trilha sonora, figurino, direção e atuação impecável dos atores principais Ethan Hawke,e Sally Hawkins, contando uma história de forma sutil e delicada. Enfim, um filme imperdível para quem gosta de ARTE!!! Recomendo.
Luiz Cappellano
Luiz Cappellano

62 seguidores 103 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 28 de janeiro de 2024
O filme foi dirigido e escrito por mulheres, e tem esse ponto de vista sobre a condição feminina perante uma sociedade machista. "Maudie - Sua vida e sua arte", de 2016.
A sinopse do filme é pobre, e não dá conta da sua grandiloquência simples, da sua glória cotidiana. Diz apenas: "Maud Lewis (Sally Hawkins) tem problemas de artrite reumatoide, que causa inflamações e deformações nas articulações do seu corpo. Apesar disso, possui incríveis habilidades artísticas. Passada para trás pelo irmão e incomodada com a vigilância exagerada da tia, ela busca independência trabalhando para um rabugento e pobre vendedor de peixes (Ethan Hawke).¨
Na realidade é a história de uma moça que poderia ter sido rica, se não fosse o irmão, poderia ter tido uma filha, se não fosse a tia, poderia também não ter sido nada, se acreditasse na limitação que as pessoas diziam que a sua deficiência lhe acarretava.
História de superação, de amor, de dedicação, de arte, de beleza e de poesia!
Quando ela morre, em 1970, aos 67 anos, diz ao marido: "Eu fui amada!" Eis a sua glória, a sua consagração maior, o maior prêmio que ela conquistou ao longo da vida!
Que linda vida tiveram juntos!
Baseado na vida da maior artista naif do Canadá , Maud Kathleen Lewis (nascida Dowley; 7 de março de 1903 - 30 de julho de 1970).
Ela nasceu com defeitos congênitos e desenvolveu artrite reumatóide, o que reduziu sua mobilidade, especialmente em suas mãos. Dowley foi introduzida à arte por sua mãe, que a instruiu na fabricação de cartões de Natal aquarela para vender.
Dowley se envolveu com Emery Allen, também de Digby, que foi descrito como o amor de sua vida. Ela deu à luz sua filha, Catherine Dowley, em 1928 fora do casamento.
Foi arranjado pelo tribunal para que sua filha Catherine fosse adotada, já que Dowley não tinha como cria-la.
Maudie casou-se com Everett Lewis, um vendedor de peixes de Marshalltown, em 16 de janeiro de 1938, aos 34 anos. Everett Lewis também trabalhou como vigia na Fazenda Pobre do condado. De acordo com Everett, Maud Dowley apareceu em sua porta em resposta a um anúncio que havia postado nas lojas locais para "morar ou cuidar da casa" de um homem solteiro de 40 anos. Várias semanas depois, eles se casaram.
O casal vivia na pobreza em sua casinha de um quarto, que ela decorou completamente com suas pinturas. Cada superfície disponível foi pintada.
Maud Lewis acompanhou seu marido em suas rondas diárias vendendo peixes de porta em porta, trazendo cartões de Natal que ela havia desenhado. Ela venderia os cartões por 25 centavos cada. Esses cartões se mostraram populares entre os clientes do marido, e ela começou a pintar. Everett encorajou Lewis a pintar, e ele comprou seu primeiro conjunto de tinta a óleo.
No último ano de sua vida, Maud Lewis ficou em um canto de sua casa, pintando o máximo que podia entre idas e vindas do hospital para tratamento de problemas de saúde. Ela morreu em Digby em 30 de julho de 1970 de pneumonia. Seu marido Everett foi morto em 1979 por um ladrão durante uma tentativa de roubo da casa do casal. Ele não queria deixar que o ladrão levasse obras da falecida esposa.
Nabokova
Nabokova

16 seguidores 112 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 21 de setembro de 2020
História real belíssima. Glória a Deus não foi desperdiçada sendo filmada por um diretor sem sensibilidade artística. Não há o menor sinal de sensacionalismo, de exploração da condição doente da personagem. O que mostra é uma mulher doce, inteligente, prática. E, embora a personagem não resmungue, em absolutamente nenhum momento, de sua condição, o filme não cai na armadilha de querer diminuir sua real fragilidade física. Pelo contrário, mostra bastante isso, mas como um fator coadjuvante perto da grandeza de sua determinação calma de seguir em frente. A caracterização e interpretação pessoal de Sally Hawkins estão estupendos. Hawke também está ótimo. Dosagem perfeita nos diálogos, nas reações,
sem fakes, sem cenas teatrais estapafúrdias. Filme encantador e envolvente do começo ao fim.
Daniella B.
Daniella B.

15 seguidores 9 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 6 de agosto de 2020
Lindo filme!
Sensível, motivador, poético
O amor encontra-se em formas inesperadas.
Dedicação, humildade e perseverança
MarisTela Z.
MarisTela Z.

14 seguidores 8 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 16 de julho de 2020
Sensível sem ser melodramático, atuações maravilhosas, fotografia linda. Merece muito mais visibilidade do que tem.
Maxwella O
Maxwella O

10 seguidores 26 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 23 de junho de 2020
Fui assistir esse filme pelo Ethan hawke, ignorando totalmente a história. Fui surpreendida com essa obra prima. Que atriz, que história. Porque um filme desses não entrou para o Oscar? Linda história, linda fotografia, ótimas interpretações, sensível... Fantástico!
Sócrates greko
Sócrates greko

10 seguidores 168 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 14 de outubro de 2024
Esse é um daqueles filmes que todos deveriam assistir.... Sua simplicidade, lindeza e pureza é um alívio para os corações...
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