A guerra midiática em meio às manifestações em todo o Brasil, em 2013. Comparando as diferenças entre a cobertura da imprensa tradicional e a da mídia alternativa, o filme revela a inversão dos fatos feita pelo jornalismo televisivo para tentar controlar a opinião pública. Mostrando desde a primeira invasão na Aldeia Maracanã em abril de 2013 até o final da visita do Papa, o documentário ainda conta com imagens filmadas pelos próprios diretores, vídeos da internet e depoimentos.
Classificação indicativa: a definir por http://www.culturadigital.br/classind.
3,0
Legal
É Tudo Mentira
O avesso da mídia
por Bruno Carmelo
As manifestações de junho de 2013, motivadas inicialmente pelo aumento das passagens de ônibus, constituíram o movimento popular de maior amplitude no país nos últimos anos. Era de se esperar que o cinema se apropriasse de um fato político tão relevante e apresentasse a sua versão dos fatos, já que as reivindicações e as consequências dos protestos abriram margens às interpretações mais distintas.
Rio em Chamas e Junho – O Mês que Abalou o Brasil foram alguns documentários produzidos sobre o tema, e agora chega aos cinemas É Tudo Mentira. A proposta é ainda mais radical dos que os seus antecessores: ao invés de reivindicar a autoria artística, o filme é realizado pelo coletivo No Pasarán, cujos membros anônimos apresentaram a obra com máscaras no rosto durante a Semana dos Realizadores 2014.Do ponto de vista da produção, o documentário é pouco sofisticado, limitando-se a colar diversas i
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2:20

Ativistas unidos
O filme é dirigido pelo grupo ¡No pasaran!, um coletivo de mídia ativista.
Nacionalidade
Brasil
Distribuidor
-
Ano de produção
2014
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
1 curiosidade
Orçamento
-
Idiomas
Português
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-